Tribus Fm 87.9

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Ministério da Defesa da Rússia mantém segredo sobre as armas do caça T-50

Caça PAK FA em vôo.

Apesar de uma série de detalhes técnicos e especificações sobre o caça russo Sukhoi PAK FA (também conhecido como T-50) já ser conhecida do público em geral, o principal mistério em torno do mais novo avião ainda continua desconhecido. Seria com respeito a que armas levará.

Em uma entrevista ao canal de televisão russo Zvezda, o chefe do Centro de Testes de Voo Chkalov do Ministério da Defesa, Radik Bariev, aumentou o mistério sobre o armamento do PAK FA. Enquanto o Su-35 Fighter tem 12 locais de montagem para bombas e mísseis, o T-50, à primeira vista, não teria nenhum.

“Ele não têm armas. Deixe que as pessoas sonhar um pouco e usar sua imaginação. Ele também tem locais para montagem de armas. Ele tem tudo o que precisa, e ainda mais”, afirmou Bariev Zvezda.
De acordo com o militar russo, o armamento é uma das características mais marcantes do mais novo avião e, portanto, ainda é mantido em segredo. O único jato bimotor lutador, primeiro avião operacional russo a usar a tecnologia stealth, é projetado para alcançar a supremacia aérea e ajudar em ataques terrestres.

 Além de sua capacidade de voar a velocidades bem acima do nível Mach 2, ou seja superiores a duas vezes a velocidade do som ou aproximadamente 2.500 Km/h, o T-50 possui outras características ainda mais importantes, como a invisibilidade aos radares, armas poderosas e alta manobrabilidade.

O T-50 possui tecnologias inovadoras, sistemas aviônicos avançados e carrega o sistema de navegação inercial atualizado BINS-SP2M, que processa informações de navegação e voo de forma autônoma, determina parâmetros de posição e movimento na ausência de navegação por satélite e pode se integrar com o GLONASS, sistema de navegação por satélite da Rússia baseada no espaço.

Em dezembro de 2014, a United Aircraft Corporation anunciou que a produção do lutador estava pronto para começar em 2016. Cinquenta e cinco jatos PAK FA serão entregues para a Força Aérea da Rússia até 2020.

Caça russo de quinta geração será produzido a partir do próximo ano

Test flight of T-50, fifth generation fighter aircraft designed by Sukhoi OKB

O caça russo de quinta geração Sukhoi PAK FA, também conhecido como T50, está próximo de entrar em produção. Na reta final da fase de testes, a aeronave, que incorpora elementos de automação que a tornam mais um robô do que um avião de combate, deverá ser fabricada a partir de 2016.

 O T-50 possui uma tecnologia inovadora que torna o piloto uma parte de todo o sistema de controle do avião. “O PAK FA já é em algum grau um robô voador, onde o aviador cumpre a função não só de piloto, mas de um dos elementos constitutivos do aparelho de voar”, explicou o vice-chefe da Concern Radioelectronicos Tecnologias (Kret) Unidade da Rostech, Vladimir Miheev.

Ele afirma que outra das características do jato é o seu “painel inteligente”, que conta com dispositivos e blocos adicionais. “Se olharmos para a ponta da asa, de um lado, à asa do outro, há um terminal do sistema de defesa ativa Himalaya.” Em outubro a Kret declarou que havia entregue o primeiro lote deste equipamento para a aeronave, tendo sido desenvolvido por uma subsidiária em Kaluga e construído no Radioplant Signal Stavropol.

“O exclusivo sistema de radares ativos e passivos e telêmetro ópticos está integrado no corpo da aeronave e age como uma pele inteligente. A sua utilização não só melhora a proteção da aeronave contra esmagamento e sua capacidade de sobrevivência, mas também contraria, em grande medida, os efeitos da baixa observabilidade pela tecnologia das aeronaves inimigas”, explicou Kret.

Em janeiro, a Kret divulgou uma série de capacidades do T-50, anunciando que “a Sukhoi conseguiu reduzir significativamente a superfície de dispersão eficaz do PAK FA, que é o elemento básico para a visibilidade em radares de aeronaves”. “Para alcançar este nível de discrição, os designers moveram todas as armas para o interior do caça e também alinhando seus revestimentos com um material que absorve ondas de rádio.”

“Graças a estas novas soluções de design, o T-50 está agora à frente não só de todos os outros aviões de combate do Exército russo, mas também de modelos estrangeiros. Por exemplo, a visibilidade do jato de quinta geração norte-americano F-22 é 0,3–0,4 metros quadrados”, explicou a Kret, enquanto o valor para o T-50 é entre 0,1 e 1 metro quadrado.

“O T-50 é a primeira aeronave de combate russo feita a partir de uma proporção elevada de materiais compostos, constituindo 25% da massa da aeronave e cobrindo 70% da sua superfície,” explicou kret. Este caça foi escolhido para substituir o avião de combate de quarta geração Sukhoi Su-27, conhecido pela OTAN como Flanker B e que entrou em serviço com as forças aéreas soviéticas em 1985, e os Mig-29, Fulcrum segundo a aliança do Norte, que entrou em serviço em 1983.

 O trabalho para a concepção de aviões de combate de quinta geração começou no final de 1980 nos EUA e na URSS. Embora não haja consenso universal sobre as funcionalidades para o título de jato de quinta geração, muitos sustentam que o único caça de quinta geração pronto para o combate é o Lockheed F-22 Raptor, da Força Aérea dos EUA, introduzido em 2005.

Em dezembro, a United Aircraft Corporation anunciou que a produção do lutador começará em 2016, após a conclusão da fase de testes. De acordo com o porta-voz da empresa, Vladislav Goncharenko, 55 jatos PAK FA serão entregues para a Força Aérea da Rússia em 2020.

Austrália se preocupa com inferioridade do F-35 perante caça russo T-50

Um caça PAK FA T-50 durante voo de demonstração no Salão Internacional Aéreo-Espacial MAKS 2013

Especialistas australianos estão preocupados com o desempenho do caça norte-americano F-35 em um hipotético, porém possível, encontro em combate com o mais novo caça russo de quinta geração T-50, escreve o portal de notícias News.com.au.

Conseguiria o australiano F-35 de produção norte-americana dar conta do russo T-50?" – pergunta o autor do artigo – "A julgar pelos vídeos sobre o caça russo, que supera consideravelmente as capacidades de manobra do F-35, possivelmente, não" – conclui

 Na opinião do autor, o T-50 é "a última encarnação da doutrina russa da aviação de combate". Ele destaca ainda que o sucesso da moderna aviação da Rússia também foi comprovado pelos caças indianos de produção russa Su-30, que em um recente exercício de combate não deram a menor chance ao caça inglês Typhoon, com um placar final de 10x0 a favor dos pilotos indianos.

A publicação também cita o relatório "revelador" de um piloto de testes norte-americano alegando que o novo F-35, cujo programa de desenvolvimento e modernização é avaliado em torno de 400 bilhões de dólares, possui muitos problemas e é inferior em combate ao F-16D, usado ativamente nos anos 1980.

Apesar dos muitos sistemas de sensores e de modernos equipamentos de bordo, a presença de apenas um motor no F-35 é insuficiente para um bom desempenho em manobras evasivas ou para acelerações bruscas, destaca o artigo da News.com.au.

O caça russo de quinta geração Sukhoi PAK FA, também conhecido como T50, está em sua fase final de testes e deverá começar a ser produzido a partir de 2016. Primeiro avião operacional russo a usar a tecnologia stealth, ele incorpora elementos de automação que o tornam mais um robô do que um avião de combate. Dotado de armas poderosas e uma alta manobrabilidade, o T-50 tem capacidade de atingir velocidades superiores a duas vezes a velocidade do som.

O trabalho para a concepção de aviões de combate de quinta geração começou no final de 1980 nos EUA e na URSS. Embora não haja consenso universal sobre as funcionalidades para o título de jato de quinta geração, muitos sustentam que o único caça de quinta geração pronto para o combate é o Lockheed F-22 Raptor, da Força Aérea dos EUA, introduzido em 2005.

Problemático caça do futuro americano pode ser inferior ao T-50 russo

Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter

Governo americano continua a implementação de contratos para a produção dos bombardeiros F-35 Lightning II de quinta geração.

 Apesar da implementação dos contratos, o Pentágono ainda não sabe determinar com precisão a verdadeira capacidade da aeronave e sua utilização, informa a publicação digital The Fiscal Times.

Segundo um relatório publicado por J. Michael Gilmore, diretor do Escritório de Teste e Avaliação Operacional no Departamento de Defesa, as datas para o início dos testes militares do F-35 já foram adiadas em mais de um ano, e a previsão agora para agosto de 2018.

Ainda assim, mais de 500 aeronaves podem ser produzidas antes do fim dos testes. A lista final de modificações ao modelo básico que serão requeridas pelas forças armadas continua indefinida.

O Fiscal Times chamou o F-35 de “caça problemático do futuro do Pentágono.” Enquanto os testes continuam, as empresas contratadas pelo governo federal produzirão cerca de 500 caças ao custo de cerca de US$ 100 milhões cada “antes que o Departamento de Defesa saiba com certeza o que o avião pode fazer e o quais serão suas utilidades.

O F-35 está sendo produzido nos moldes do programa Joint Strike Fighter (JSF), ou Caça de Ataque Conjunto, projetado para economizar dinheiro do orçamento com a criação de um único modelo que pode ser utilizado por todas unidades das forças armadas americanas.
 Ainda assim, o estouro do orçamento original, bem como o não-cumprimento dos prazos do JSF, tornou o programa um desastre. O conceito de “bombardeiro único” se perdeu porque cada unidade quer adaptar a aeronave a seus requisitos específicos de missões de combate.

“O único verdadeiro caça de quinta geração em operação atualmente é o F-22. Conhecido como Raptor, o F-22 foi extremamente caro e sabidamente pouco confiável. O Pentágono tem menos de 200 deles. O Congresso parou de financiá-lo em 2009, em parte porque imaginava-se que o F-35 estava a caminho”, escreveu Gilmore.

Ao mesmo tempo, espera-se que em 2017 a Rússia lance seu primeiro caça de quinta geração, o T-50 (PAK FA). Ou seja, até que todos problemas do F-35 sejam solucionados, o caça bombardeiro mais avançado do mundo pertencerá a Moscou, concluiu GIlmore

Rússia lidera a exploração do Ártico, de acordo com o Estado Maior da Frota do Norte

Ártico

A Rússia avançou mais do que outros países na exploração do Ártico, declarou nesta sexta-feira (22) o chefe do Estado Maior da Frota russa do Norte, o vice-almirante Nikolai Evmionov.

 Nenhuma outra potência marítima avançou na exploração do Ártico tanto quanto fez a Federação da Rússia", disse Evmionov destacando a contribuição da Frota do Norte.

O vice-almirante lembrou que em dezembro do ano passado a Rússia comemorou o primeiro aniversário de um Comando Estratégico Conjunto na zona ártica.
Evmionov disse ainda que em vários arquipélagos árticos foi instalada infraestrutura militar modernizada, que inclui sistemas de alta tecnologia para controlar a situação no ar e no mar.

Além disso, a Frota do Norte explora o Ártico realizando estudos hidrográficos e oceanográficos e procura aumentar a segurança do meio ambiente na área, segundo acrescentou Evmionov.

EUA, Polônia e Nova Zelândia se juntam ao Canadá em exercícios militares no Ártico

Oceano Ártico, próximo à costa do Canadá

O Canadá convidou os Estados Unidos, a Polônia e a Nova Zelândia para participar da série de exercícios militares no extremo norte do país intitulada Arctic Readiness, segundo informou o Departamento de Defesa Nacional através de um comunicado nesta segunda-feira.

 Militares das três forças armadas estrangeiras se juntarão ao exército local nas atividades de treinamento que começaram hoje e se estenderão até o início de março, em condições extremas e em regiões isoladas. 

De acordo com as autoridades, cerca de 2.500 homens da força regular, da reserva e do grupo conhecido como Canadian Rangers, especializado em monitorar a região, estão participando dos exercícios, que têm como objetivo preparar os militares para a defesa das fronteiras do norte do país, considerada uma prioridade por Ottawa.
"O Departamento de Defesa Nacional e as Forças Armadas do Canadá estão comprometidos em exercer a nossa soberania, e esses treinamentos no cenário ártico nos permite demonstrar uma presença mais visível no norte do Canadá", declarou o ministro da Defesa, Harjit Sajjan, acrescentando que o convite feito a EUA, Nova Zelândia e Polônia tem como meta "fortalecer a interoperabilidade" na região

Moscou critica Ban Ki-moon por comentários tendenciosos

Bombardeiro russo Su-34 decola da base aérea de Hmeymim, na Síria

Moscou criticou nesta segunda-feira o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, por supostamente sair de sua posição de neutralidade ao acusar a Rússia de minar as negociações entre o regime sírio e a oposição com a sua intensificação dos bombardeios antiterroristas no país.

 Nós sempre consideramos e continuaremos a considerar que os comentários do secretário-geral das Nações Unidas deveriam permanecer imparciais e objetivos", declarou em um comunicado o Ministério das Relações Exteriores da Rússia. "Mas não foi isso que aconteceu". 

Na última sexta-feira, em entrevista ao Financial Times, Ban Ki-moon disse que a intensificação dos ataques aéreos russos contra os terroristas na Síria "teve um impacto muito negativo" sobre as conversações entre Damasco e a oposição.

Segundo o Kremlin, nessa entrevista, o secretário praticamente responsabilizou a Rússia pela suspensão das negociações em Genebra na última quarta-feira, tal qual já haviam feito o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e o chanceler francês, Laurent Fabius

Militares morrem em queda de helicóptero na Rússia

Helicóptero Mi-8

 Ao menos quatro militares russos morreram nesta segunda-feira em uma queda de helicóptero no noroeste do país, segundo informou o Ministério da Defesa.

 De acordo com um grupo de busca e resgate que chegou ao local do pouso de emergência de um helicóptero Mi-8, três pilotos e um instrutor técnico foram mortos", disseram representantes do ministério à imprensa.

O contato com a aeronave foi perdido no meio desta tarde, pouco antes de o piloto tentar uma aterrissagem de emergência perto da cidade de Ostrov, região de Pskov, a cerca de 30 km da fronteira da Rússia com a Letônia.

Até o momento, não há confirmação sobre quantas pessoas estavam a bordo do helicóptero, que participava de um treinamento de rotina, segundo as autoridades militares russas. Quanto à causa da queda, as informações também são imprecisas. Algumas fontes afirmam que tudo teria sido provocado por um defeito mecânico, enquanto outras garantem que o helicóptero começou a pegar fogo em pleno voo.

EUA agradecem por apoio da Arábia Saudita em possível invasão à Síria

Adel al-Jubeir, ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita

Os Estados Unidos dão boas-vindas à oferta da Arábia Saudita de fornecer tropas para a formação de uma possível coalizão internacional terrestre na Síria, segundo afirmou o ministro das Relações Exteriores do reino árabe, Adel al-Jubeir.

 Em discurso após um encontro com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, al-Jubeir afirmou que qualquer operação desse tipo na Síria será liderada pelos EUA, mas o seu país desempenhará um papel de destaque. 

"O governo dos Estados Unidos nos deu muito apoio e foi muito positivo sobre a prontidão do reino para providenciar forças especiais para a operação na Síria sobre a qual a coalizão internacional deverá decidir", afirmou o chanceler saudita.
"Então, o reino fará parte disso. Esse apoio veio da Casa Branca, veio do Departamento de Estado. É natural que o secretário Kerry apoie essa decisão".
O governo norte-americano já confirmou publicamente o envio de alguns militares para a Síria para ajudar nas operações de campo das milícias locais. Mas o debate sobre uma verdadeira operação terrestre contra os alvos dos EUA na região ainda continua em Washington.

Colombianos encontram rio de dinheiro no nordeste do país

Notas de peso colombiano

 Habitantes do município colombiano de Floridablanca, no departamento de Santander, anunciaram ter encontrado uma série de notas de peso de alto valor em um rio da região.

 Trabalhadores que retiravam terra para construção do rio Frío afirmaram ter visto muitas notas de 50 mil pesos flutuando na água, atraindo a atenção de curiosos de diversas partes, que logo constituíram uma verdadeira caça ao tesouro na localidade. 

 Até o momento, as autoridades não têm ideia de qual seria a verdadeira origem do milagre, mas, entre os aventureiros, circula a teoria de que as notas teriam saído de algum esconderijo utilizado por criminosos atingido pela chuva. 

 A nota de 50 mil pesos, equivalente a 15 dólares norte-americanos, é a de maior valor hoje na Colômbia. No entanto, o Banco de la República, banco central do país, prevê a introdução de notas de 100 mil pesos nos próximos meses.

Arquivo do blog