Tribus Fm 87.9

quinta-feira, 3 de março de 2016

Delação de Delcídio pode ser usada para avaliar impeachment

Presidenta Dilma Rousseff durante café da manhã com jornalistas-setoristas do Palácio do Planalto, dia 15/01/2016

 A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entidade mais influente da advocacia no país, informou nesta quinta-feira, 3, que vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) acesso à delação premiada do senador Delcídio Amaral (PT-MS).

O petista fez acordo com a Procuradoria-Geral da República na Operação Lava Jato.

A revista IstoÉ divulgou os detalhes da delação de Delcídio que teria 400 páginas e trechos do depoimento.

O senador citou vários nomes, entre eles o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e detalhou os bastidores da compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, entre outros assuntos.

As primeiras revelações do ex-líder do governo fazem parte de um documento preliminar da colaboração.

"A OAB irá requerer ao Supremo Tribunal Federal acesso a delação do senador Delcídio do Amaral, cujo teor, segundo a imprensa, indica influência direta da presidente da República na condução da operação Lava Jato, bem como supostos desvios na nomeação de ministros para os tribunais superiores com o intuito de influir no andamento da operação Lavo Jato", informou a assessoria do presidente da Ordem, Claudio Lamachia, em nota.

Na semana passada, a OAB solicitou ao juiz Sérgio Moro, que conduz as ações penais da Lava Jato na 1ª instância, em Curitiba, acesso aos autos da operação 'para avaliar a possibilidade de um pedido de impeachment contra a presidente da República'.

As primeiras revelações do ex-líder do Governo fazem parte de um documento preliminar da colaboração. Nesta fase, o delator indica temas e nomes que pretende citar em seus futuros depoimentos após a homologação do acordo.

Delcídio foi preso no dia 25 de novembro do ano passado acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e solto no dia 19 de fevereiro. Desde que saiu da prisão, Delcídio nega ter feito delação premiada.

MPF vê risco de marqueteiro do PT voltar a cometer delitos

João Santana, marqueterio das campanhas presidênciais, chega em São Paulo, dia 23/02/2016

 O Ministério Público Federal confirmou ao juiz Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato, a necessidade de conversão das prisões temporárias do marqueteiro do PT João Santana e de sua mulher, Mônica Moura, em prisões preventivas para "proteger a ordem pública e assegurar a instrução criminal".

"A partir do panorama probatório até agora existente, denota-se que o casal revela intenso e reiterado envolvimento com os crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e evasão divisas", informa a força-tarefa da Lava Jato.

Os dois estão presos desde terça-feira da semana passada, alvos da Operação Acarajé - 23ª fase das investigações. Os dois são suspeitos de receberem pelo menos US$ 7,5 milhões do esquema de corrupção na Petrobras, via Odebrecht e operador de propinas Zwi Skornicki.

 

"Além da extrema gravidade do recebimento de US$ 7,5 milhões em conta mantida no exterior em nome de offshore e não declarada às autoridades brasileiras, e de tais valores serem oriundos de corrupção e repassados com base em contratos fraudulentos (sem que houvesse efetiva relação comercial lícita que justificasse os repasses dos valores), as provas colhidas durante as buscas e apreensões - em especial as planilhas apreendidas na residência de Maria Lucia Tavares (funcionária da Odebrecht) - revelaram que João Santana e Mônica Moura (identificados na contabilidade paralela do grupo Odebrecht pelo codinome "Feira") foram também destinatários da entrega da expressiva quantia de R$ 21,5 milhões, repassados ao casal pela Odebrecht no período compreendido entre 30 de outubro de 2014 e 22 de maio de 2015", informam os procuradores.

Pós-Lava Jato

No pedido de manutenção da prisão cautelar do marqueteiro do PT, pesou para a Procuradoria o fato do suposto repasse de R$ 21,5 milhões ter ocorrido "quando a Operação Lava Jato já era de amplo conhecimento, quando já havia sido descortinado um gigantesco esquema de corrupção contra a Petrobras".

"É mais do que evidente que era de amplo conhecimento público (e obviamente do casal Mônica Moura e João Santana) o fato de que tais empreiteiras, inclusive a Odebrecht, estavam sendo beneficiadas por recursos oriundos de corrupção na Petrobras", informa o MPF.

Para os procuradores, a continuidade dos recebimentos, mesmo sabendo da possível origem ilícita dos recursos, "revela a gravidade concreta da conduta e denota elevado risco de reiteração delitiva".

"Se nem a ampla divulgação da Operação Lava Jato e a realização de medida ostensiva especificamente no Grupo Odebrecht foram suficientes para frear o envolvimento do casal com a lavagem de ativos, revela-se evidente o risco concreto de que, se colocados em liberdade, Mônica Moura e João Santana novamente incorram em novos delitos."

Riscos

O MPF manteve a sustentação feita pela Polícia Federal, que pela manhã pediu também a conversão das prisões temporárias do casal de marqueteiros do PT em preventivas. Nela, os delegados apontam a gravidade dos supostos crimes investigados e o risco de fuga e destruição de provas.

"Observa-se que o envolvimento ilícito do casal transpõe as fronteiras nacionais, atingindo diversos outros países. Causa verdadeiro espanto a naturalidade com que ambos tratam o recebimento no Brasil e no exterior de recursos não contabilizados", afirma o MPF.

Os procuradores destacaram a Moro ainda o risco de instrução criminal, caso o casal João Santana e Monica Moura sejam soltos. "Já foram revelados concretamente fatos que indicam o intuito de ambos em destruir as provas que possam ainda existir contra eles.

Como bem salientado pela autoridade policial, o fato de João Santana ter excluído sua conta no Dropbox exatamente no dia em que foi deflagrada a operação revela intuito de impedir que os órgãos de investigação tenham acesso ao conteúdo probatório que estava ali armazenado."

Avançam preparativos para intervenção contra o EI na Líbia

Militares protegem protesto da população da Líbia contra candidatos a governo propostos pela ONU, dia 23/10/2015

Uma intervenção militar internacional contra o grupo Estado Islâmico (EI) na Líbia começa a se concretizar, apesar de a formação de um governo de união nacional naquele país ainda ser esperada por todos.

O general Donald Buluc, comandante das forças especiais dos Estados Unidos na África, surpreendeu esta semana os militares e político europeus ao reconhecer ao Wall Street Journal que havia sido criado em Roma um "centro de coordenação" de intervenção da coalizão.

"Estamos esperando a formação de um governo na Líbia, não se trara de uma 'sala de guerra'", reagiu o italiano Domenico Rossi, vice-ministro da Defesa em sua conta no Twitter.

No entanto, os preparativos já começaram e a Itália, antiga potência colonial, prepara-se para coordenar as ações.

"Estamos coordenando a formação das forças de segurança e a estabilização da Líbia, que vão operar quando um governo for formado na Líbia", indicou a ministra italiana da Defesa, Roberta Pinotti, em uma audiência na semana passada perante o Parlamento.

A operação está em andamento "há várias semanas", reconheceu o ministro das Relações Exteriores, Paolo Gentiloni, durante uma visita a Nova York esta semana.

"O planejamento e coordenação já avançaram bastante", assegurou.

Informações sobre o assunto têm-se multiplicado em Paris, Londres e Roma, confirmando que membros das forças especiais francesas, americanas e britânicas já se encontram na Líbia.

De acordo com fontes da imprensa destes países, os soldados não estão envolvidos em operações militares com as forças lideradas pelo general Khalifa Hafter, leal ao governo de Tobruk, ou Fajr Libia, a coalizão de milícias islâmicas que se tornou o braço armado do governo que não é reconhecido internacionalmente e que está baseado em Trípoli.

Sua missão é estabelecer contato com as forças no terreno, avaliar a situação, criar uma rede de inteligência e, talvez, armas e meios de comunicação.

Além dos numerosos voos de reconhecimento realizados até o momento, o exército dos Estados Unidos realizou, pelo menos, dois ataques aéreos na Líbia, incluindo um em 19 de fevereiro contra um acampamento do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), perto de Sabratha, que causou 50 mortes e que provavelmente matou um dos líderes da organização.

México diz que não pagará por muro de fronteira de Trump

Luis Videgaray, do ministério das Finanças do México, em coletivo no Palácio Nacional, na cidade do México

 Não existe a menor possibilidade de o México financiar o plano "terrível" de Donald Trump de erguer um muro ao longo de sua fronteira com os Estados Unidos se o pré-candidato presidencial republicano favorito nas pesquisas vencer a eleição do dia 8 de novembro, disse o ministro mexicano das Finanças.

Trump, magnata do setor imobiliário de Nova York e ex-apresentador de reality shows, causou revolta no México quando prometeu obrigar a segunda maior economia da América Latina a pagar por um muro na divisa do sul dos EUA para conter o fluxo de imigrantes ilegais e de drogas.

Em uma entrevista à televisão no final de quarta-feira, o ministro Luis Videgaray rejeitou categoricamente a proposta.

"Sob nenhuma circunstância o México irá pagar pelo muro que o senhor Trump está propondo", afirmou. "Construir um muro entre México e Estados Unidos é uma ideia terrível. É uma ideia baseada na ignorância e não tem fundamento na realidade da integração da América do Norte".

Trump acusou o México de enviar estupradores e traficantes de drogas pela fronteira dos EUA e se comprometeu a aumentar os impostos de alguns vistos mexicanos e de todas as autorizações de cruzamento de fronteira como parte de um plano mais amplo para forçar o México a financiar a obra.

Os ex-presidentes mexicanos conservadores Felipe Calderón e Vicente Fox compararam Trump a Adolf Hitler, e os temores de uma presidência Trump vêm fazendo com que um número crescente de imigrantes tente ingressar nos Estados Unidos.

Oposição adia anúncio de forma de encurtar mandato de Maduro

O presidente venezuelano Nicolás Maduro

A coalizão opositora venezuelana Mesa da Unidade Democrática (MUD) adiou o anúncio previsto para esta quinta-feira sobre o mecanismo de lei que seria empregado para tirar o presidente Nicolás Maduro do poder, informou o dirigente Jesús "Chúo" Torrealba.

"Hoje não haverá anúncio por causa das circunstâncias relativas à sentença do Tribunal Supremo de Justiça" (TSJ), que reduziu as faculdades do Legislativo para controlar as atuações dos poderes públicos, afirmou à AFP Torrealba, que é secretário executivo da MUD.

Ele indicou ainda que o bloco opositor centrará sua atenção na sessão do Parlamento (que domina com dois terços as cadeiras), onde se debaterá a decisão da Sala Constitucional do TSJ, sobre a qual o já presidente do Legislativo, Henry Ramos Allup, disse que "não tem efeito de pressão ou efeito inibitório".

Torrealba explicou que provavelmente haverá uma reunião nesta quinta, mas não mencionou uma nova data para anunciar o mecanismo legal para antecipar a saída de Maduro (2013-2019), a quem acusa de aprofundar a já grave crise econômica que atinge a Venezuela.

Essas alternativas são um referendo revogatório, uma emenda constitucional para reduzir a quatro anos o mandato presidencial, uma Assembleia Constituinte, uma declaração de abandono do cargo por não cumprimento de funções e, inclusive, a renúncia de Maduro.

O secretário executivo da MUD deixou aberta a possibilidade de que se torne pública uma decisão do bloco opositor a respeito para esta sexta-feira ou durante o fim de semana.

Presidente da CBF se esquiva sobre convocação para CPI

Antonio Carlos Nunes de Lima, o Coronel Nunes, novo presidente da CBF

 Um dos alvos do senador Romário (PSB-RJ) na CPI do Futebol, o presidente da CBF, Coronel Nunes, se esquivou de perguntas sobre o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito, nesta quinta-feira, durante entrevista coletiva em que o técnico Dunga convocou a seleção brasileira para jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo.

"Vamos tratar do assunto da nossa seleção? Deixo isso com nosso diretor de imprensa", respondeu o dirigente, desconversando, ao ser questionado sobre sua convocação para comparecer à CPI. Na quarta-feira, o senador Romário disse que poderia pedir ajuda da área criminal do Poder Judiciário para forçar a presença do Coronel Nunes na CPI.

Em nota emitida nesta mesma quarta, a CBF negou que seu presidente esteja evitando ir à CPI e afirmou que ele prestará depoimento no próximo dia 16. Nunes afirmou que não poderia se ausentar da CBF na quarta ou nesta quinta porque precisava acompanhar a convocação da seleção brasileira.

O presidente, contudo, só se manifestou durante a coletiva para responder ao questionamento sobre sua convocação à CPI.

Em um outro momento que a entrevista tratou de política, o coordenador de seleções Gilmar Rinaldi contou que o presidente da CBF não interferiu na convocação desta quinta-feira e que "nunca se sentiu desamparado" diante da recente troca de presidentes da CBF - Marco Polo Del Nero se afastou do cargo em dezembro.

Dunga convocou nesta quinta 23 jogadores para os jogos da seleção contra Uruguai e Paraguai, nos dias 25 e 29 deste mês.

O primeiro duelo será disputado na Arena Pernambuco, em Recife. Quatro dias depois, o Brasil enfrentará os paraguaios no Estádio Defensores Del Chaco, em Assunção.

App do Google paga compras automaticamente e sem senhas

App do Google Hands Free

 O Google iniciou testes com um novo app que permite que os usuários paguem suas compras em lojas físicas automaticamente e sem precisar de senhas. Não é necessário sequer tirar o smartphone do bolso para transferir o dinheiro. 

O Hands Free, que tem versões para smartphones com sistemas Android e iOS, é um complemento do Android Pay, a solução de pagamentos via celular do Google. A ideia é que as pessoas possam realizar pagamentos em uma loja ou restaurante informando que o aplicativo será utilizado.

O porém é que os estabelecimentos comerciais precisam ter um dispositivo com o Hands Free. O atendente deve perguntar as iniciais do seu nome e a sua foto cadastrada no Hands Free irá aparecer na tela. Ao comparar a imagem com você – e com base também em informações de Wi-Fi, serviços de localização e Bluetooth do seu smartphone –, ele realiza o débito do seu cartão bancário. 

Todas as imagens exibidas no terminal de pagamento das lojas são apagadas imediatamente, segundo o Google. 

A empresa informou que tem também planos de instalar câmeras com tecnologia de reconhecimento facial nos estabelecimentos com suporte ao pagamento por meio do app.  

Por enquanto, o Hands Free só pode ser usado na área da baía de São Francisco, nos Estados Unidos. O McDonald's e outros restaurantes locais aceitam esse método de pagamento pouco usual. 

Fora o Google, a MasterCard também faz experiências de pagamentos sem senhas, por exemplo, com o uso de selfies para a autenticação de compras em lojas físicas.

Aquecimento global ampliará área para Aedes, alerta OMS

Mosquito Aedes aegypti transmissor da dengue, vírus zika e febre chikungunya

  A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o aquecimento do planeta deve levar a uma ampliação das zonas do planeta com a presença do mosquito Aedes aegypti, responsável por ser o vetor de doenças como zika e dengue.

A análise foi apresentada nesta quinta-feira, 3, pela diretora-geral da entidade, Margaret Chan, em um debate na ONU.

PUBLICIDADE

"Mais da metade da população mundial vive em áreas onde os mosquitos Aedes aegypti, o principal vetor de zika, dengue e chikungunya, estão presentes", disse.

"A elevação de temperaturas ameaça expandir esse espaço geográfico ainda mais." Nesta quinta-feira, 2, um grupo de pesquisadores brasileiros apresentou em Brasília o estudo Riscos de Mudanças Climáticas no Brasil e Limites à Adaptação, em que também abordam a situação do Aedes.

Para ela, em termos de saúde pública, as mudanças climáticas podem ser "a questão decisiva" no século 21. "Os humanos são, sem dúvida, a espécie mais ameaçada pelas mudanças climáticas", insistiu Margaret.

Segundo ela, a OMS estima que 7 milhões de mortes acontecem a cada ano por conta da poluição do ar. A elevação das temperaturas só deve incrementar esse problema. "2015 já foi o ano mais quente da história e, em 2016, devemos bater o recorde de novo", disse. "Surtos de cólera explodiram."

Para a diretor-geral, "mudanças climáticas deram para a dengue uma expansão de sua área geográfica". "E agora pode acontecer o mesmo com a malária.

Especialistas apontam que, até 2050, as mudanças climáticas podem causar 250 mil mortes adicionais por ano, além de malária, diarreia, ondas de calor e má nutrição", apontou.

Em seus debates internos, a OMS tem aproveitado a onda de surto de vírus zika pelos países latino-americanos para reforçar as pesquisas sobre o Aedes. Para os departamentos que se ocupam há anos da dengue dentro da OMS, porém, o reconhecimento do problema é "tardio".

A OMS tem sugerido que governos latino-americanos reforcem o controle sobre o mosquito, insistindo em planos detalhados e na necessidade de que as iniciativas sejam mantidas por um longo período.

Aerolíneas Argentinas cancela voos a Brasília

Jumbo da Aerolíneas Argentinas

A Aerolíneas Argentinas cancelará nos próximos dias os seis voos semanais entre Buenos Aires e Brasília e também alguns voos internos, confirmaram fontes da companhia à Agência Efe nesta quinta-feira.

A rota para Brasília, considerada pouco rentável pela nova gestão, será substituída por novas frequências para São Paulo e Rio de Janeiro.

Além disso, também serão cancelados os voos entre as cidades de Río Gallegos e Comodoro Rivadavia, nas províncias de Santa Cruz e Chubut, respectivamente.

A empresa estatal argentina rescindiu mês passado o acordo de cooperação que tinha com a companhia aérea privada argentina Sol, que pouco depois anunciou o fim de suas operações devido a "situação de inviabilidade econômica".

As decisões foram tomadas pela atual diretora-presidente da Aerolíneas Argentinas, Isela Costantini, que herdou uma companhia com um déficit multimilionário.

Apple pode apresentar novos iPhone e iPad em março

Logotipo da Apple na frente de loja da empresa na 5a Avenida, em Nova York

 A Apple deve apresentar novos modelos do iPhone e do iPad em março em um evento ainda sem data oficial confirmada.

Porém, de acordo com rumores dos sites Re/Code e BuzzFeed News, é provável que o primeiro evento da empresa neste ano aconteça no dia 21 de março - um dia antes da audiência em que o confronto entre a companhia do iPhone e o FBI vai ser julgado.

A empresa deve anunciar um smartphone com tela de 4 polegadas. Conhecido como iPhone 5SE, aparelho teria câmera traseira de 8 megapixels e outra frontal de 1,2 MP, suporte a chips NFC - para a utilização do serviço de pagamento Apple Pay -, processador A8 e melhorias de conexão.

Além do smartphone, é possível que a Apple apresente um novo modelo do iPad Pro, tablet de alta performance voltado para o mercado corporativo. Agora, o dispositivo deverá contar com uma tela menor - passando de 12,9 polegadas para 9,7 - e as mesmas especificações do modelo anterior: processador A9X de 64 bits, 4 GB de memória RAM.

A empresa deve apresentar também novos modelos de pulseiras para o relógio inteligente Apple Watch.

Anteriormente previsto para acontecer no dia 15 de março, o adiamento da apresentação da Apple ocorre durante a disputa judicial entre a empresa e o FBI, que solicitou o desenvolvimento software para desbloquear o iPhone que pertencia a Syed Farook, um dos atiradores envolvidos no atentado em San Bernardino.

A audiência do caso ocorrerá no dia 22 de março, um dia após a Apple apresentar seus novos produtos.

Arquivo do blog