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segunda-feira, 28 de março de 2016

"Não precisamos que o império nos presenteie", diz Fidel

O ex-presidente cubano Fidel Castro

Havana - O ex-presidente cubano Fidel Castro respondeu nesta segunda-feira à viagem histórica que o presidente do EUA, Barack Obama, fez a Cuba, com uma longa carta recontando a história de agressão dos EUA contra Cuba, dizendo que "não precisamos que o império nos presenteie com nada".

A carta - de 1.500 palavras e divulgada hoje com o título "Irmão Obama" - foi a primeira resposta de Fidel Castro em relação à visita de três dias de Obama na semana passada, em que o presidente norte-americano disse que tinha viajado para a ilha para enterrar a história de hostilidades de guerra fria entre os dois países. O artigo do ex-presidente foi divulgado nesta manhã nos meios de comunicação oficiais de Cuba e nele são apontados diversos assuntos abordados por Obama.

Obama não se encontrou com Fidel Castro, de 89 anos, durante a viagem, mas se reuniu várias vezes com seu irmão Raul Castro, de 84 anos, e atual presidente cubano.

"Não necessitamos que o império nos presenteie com nada. Nossos esforços serão legais e pacíficos porque é nosso compromisso com a paz e a fraternidade de todos os seres humanos que vivem neste planeta", escreveu Raul Castro.

Durante a visita, Obama tentou convencer o povo cubano e o governo de que a tentativa de tentar derrubar o governo comunista durante 50 anos tinha terminado, permitindo que o governo cubano reforme a sua economia e o sistema político mais rapidamente diante da retomada dos laços entre os países.

No entanto, Fidel Castro foi enfático ao presidente dos EUA: "A minha sugestão modesta é que ele reflita e não tente desenvolver teorias sobre a política cubana".

Sobre as declarações de Obama a favor de "esquecer o passado e olhar para o futuro", Fidel Castro aponta que o presidente dos EUA usou "palavras mais açucaradas" e afirma que os cubanos correram "o risco de um ataque do coração" ao escutar Obama falar que os cubanos e norte-americanos são como "amigos, família e vizinhos".

Em seguida, Fidel Castro relembrou a quase meio século de agressões dos EUA contra Cuba, incluindo décadas de embargo comercial contra a ilha, o ataque na Baía dos Porcos em 1961 e a explosão de um avião cubano apoiado por exilados que se refugiaram nos EUA.

O ex-presidente de Cuba termina sua carta com uma posição contrária a de Obama, que afirmou que restabelecer laços econômicos com os EUA será uma bênção para Cuba, cuja economia centrada tem lutado para escapar da dependência excessiva de importações e uma escassez crônica de moeda forte.

"Somos capazes de produzir os alimentos e as riquezas materiais que necessitamos com o esforço e a inteligência de nosso povo", ressaltou Fidel Castro.

Suspeito de ataques belgas é liberado por falta de provas

Imagem de vídeo no Youtube mostra Faycal Cheffou, autoproclamado jornalista independente, em 2014

A procuradoria federal da Bélgica informou nesta segunda-feira que Fayçal Cheffou foi liberado por falta de provas, após ser acusado de terrorismo e suspeito de ser o terceiro terrorista do aeroporto de Bruxelas.

"Os indícios que tinham conduzido à detenção de Fayçal C. não foram consolidados pela evolução da instrução em curso", afirmou o Ministério Público em comunicado, que explicou que a decisão de colocá-lo em liberdade foi do juiz.

Cheffou foi um dos seis detidos na quinta-feira em Bruxelas, todos suspeitos de estarem ligados aos atentados de terça-feira na capital belga.

Este sábado ele foi acusado por liderar atividades de um grupo terrorista.

A procuradoria federal belga tinha mostrado prudência sobre sua identidade e sua suposta participação nos atentados.

Os meios de comunicação belgas, por outro lado, publicaram que Cheffou poderia ser o terceiro terrorista do atentado no aeroporto de Zaventem, a pessoa que aparece com um gorro negro na imagem feitas pelas câmeras de segurança dos três autores do ataque.

Além disso, garantiram que se trataria de um jornalista independente que trabalhava em Bruxelas.

Das seis pessoas detidas na quinta-feira em conexão com os atentados de Bruxelas, só uma permanece em prisão preventiva, Aboubaker A.

A procuradoria anunciou hoje, por outro lado, o indiciamento de outras três pessoas (Yassine A., Mohammed B. e Aboubaker O.), mas sem esclarecer se têm relação com os atentados de Bruxelas ou de Paris.

Também foram indiciadas outras duas pessoas (Rabah N. e Abderamane A.), acusados de prepararem um atentando na periferia de Paris na semana passada.

Texto atualizado às 12h34.

Petróleo opera em queda em meio a oferta excessiva

6º Engenheiro de petróleo

 Os contratos futuros de petróleo operam com a mesma tendência de queda vista desde a vista na semana passada, em meio a preocupações crescentes sobre o quadro de excesso de oferta mundial.

Analistas dizem que a forte alta de mais de 50% nos preços do barril desde fevereiro não foi acompanhada de melhorias nos fundamentos do mercado.

Boa parte do rali recente foi feito encima da expectativa de que grandes produtores, incluindo a Arábia Saudita e a Rússia, iriam entrar em acordo para congelar a produção aos níveis de janeiro.

A reunião marcada para abril, no entanto, enfrenta crescente ceticismo sobre sua real capacidade de aliviar o quadro de excesso de oferta mundial, atualmente estimado em 1 milhão de barris por dia.

"O petróleo continua sendo produzido em excesso, e um acordo que apenas evite que a produção cresça não irá levar a um equilíbrio do mercado tão cedo", diz em nota o analista da Energy Management, Dominick Chirichella.

A alta recente foi interrompida na última semana após a divulgação do relatório mensal do Departamento de Energia (DoE) dos Estados Unidos, que relatou um crescimento de 9,4 milhões de barris de petróleo bruto nos estoques do país, o triplo do estimado inicialmente pelo mercado.

Ao mesmo tempo, a produção doméstica se mantém acima dos 9 milhões de barris por dia. Isso acontece a despeito da queda quase constante do número de poços e plataformas em operação. Na sexta-feira, este número caiu 15, segundo a consultoria Baker Hughes, para o menor patamar em sete anos.

Às 12h04 (de Brasília), o petróleo Brent para maio recuava 1,38%, para US$ 39,87 por barril, na ICE, enquanto o barril WTI para o mesmo mês cedia 0,99%, para US$ 39,07, na Nymex.

Atenas usará alto-falantes contra rumores entres refugiados

Refugiada anda entre barracas em acampamento em Atenas, Grécia, dia 26/03/2016

As autoridades gregas vão instalar em breve alto-falantes no campo de refugiados de Idomeni, a fim de evitar a propagação de rumores falsos, tais como a abertura iminente da fronteira greco-macedônia no último domingo, informou um porta-voz do governo.

Giorgos Kyritsis, porta-voz para a coordenação da política de imigração grega, lamentou os "rumores irresponsáveis ​​e a desinformação" que se alastraram "como fogo" entre "pessoas sob pressão e vivendo em condições muito difíceis".

No domingo, centenas de migrantes, incluindo várias famílias e pessoas em cadeiras de rodas, reuniram-se na fronteira após disseminação da informação de que a fronteira seria aberta em breve.

Duas semanas atrás, um episódio semelhante ocorreu, quando centenas de pessoas, seguindo ordens que vieram não se sabe de onde, cruzaram o rio que separa os dois países e, em seguida, foram devolvidos pelo exército macedônio a Idomeni.

Mais cedo, três afegãos - um homem e duas mulheres, uma delas grávida - que haviam saído antes do primeiro grupo, afogaram-se tentando atravessar o rio.

Apesar das tentativas de convencer os migrantes que vegetam no acampamento improvisado para que se instalem em estruturas mais habitáveis, 11.400 pessoas permaneciam nesta segunda de manhã em Idomeni, de acordo com dados oficiais, dos 50.146 migrantes e refugiados registrados na Grécia.

A implementação do acordo UE-Turquia, criticado por organizações humanitárias e as Nações Unidas, visa reduzir o fluxo de migrantes no mar Egeu e no momento parece estar funcionando: 232 pessoas chegaram de barco entre domingo e segunda-feira e, no total, 1.331 na última semana, um número muito pequeno em comparação com as milhares de pessoas que chegavam todos os dias no verão.

Autoridade chinesa diz que Dalai Lama "debocha" do budismo

O Dalai Lama fazendo sinal de paz

Pequim/Dharamsala - O líder espiritual tibetano exilado, Dalai Lama, está "debochando" do budismo tibetano com as insinuações de que pode não reencarnar, ou reencarnar como algo impróprio, e os fiéis não estão acreditando nisso, disse uma autoridade chinesa nesta segunda-feira.

Os comentários foram feitos no momento em que resultados iniciais de uma eleição mostram o líder do governo tibetano no exílio, Lobsang Sangay, a caminho de um segundo mandato, parte de uma estratégia para manter viva uma luta de décadas por maior autonomia para sua terra natal, que é controlada pela China.

Pequim diz que o Dalai Lama, que se exilou na Índia após uma revolta fracassada contra o domínio chinês em 1959, é um separatista violento. Ele nega defender o uso da violência e diz que só quer uma autonomia genuína para o Tibet.

A animosidade entre os dois lados, e sua rivalidade a respeito do controle do budismo tibetano, está no cerne de um debate sobre reencarnação. O budismo tibetano afirma que a alma de um lama antigo reencarna no corpo de uma criança em seguida à sua morte.

A China diz que a tradição deve continuar e que seus líderes comunistas, oficialmente ateus, têm o direito de aprovar o sucessor do Dalai Lama, já que se trata de um direito herdado dos imperadores chineses.

O monge vencedor do Prêmio Nobel da Paz deu a entender que seu título pode terminar com sua morte.

Pequim o acusa de trair e de desrespeitar a religião tibetana ao dizer que pode não haver novas reencarnações.

Escrevendo no jornal estatal Global Times, o presidente do comitê de assuntos étnicos e religiosos do principal organismo de aconselhamento do parlamento da China, Zhu Weiqun, afirmou que o Dalai Lama tem que respeitar a tradição.

"O Dalai Lama continua a proclamar que sua reencarnação é um 'assunto puramente religioso' e algo que só ele pode decidir, mas ele não tem como motivar a admiração dos fiéis", escreveu Zhu, conhecido por sua postura rígida em relação ao Tibet.

"Ele vem proclamando que irá reencarnar como um estrangeiro, como uma abelha, como uma 'menina loira traiçoeira' e até propondo uma reencarnação em vida ou o fim da reencarnação", acrescentou.

"Tudo isso, além de debochar do budismo tibetano, é completamente inútil quando se trata de separá-lo da dificuldade da reencarnação".

Tenzin Taklha, um assessor sênior do Dalai Lama, disse que "de maneira nenhuma" os tibetanos irão aceitar um sucessor indicado pela China.

Premiê iraquiano tem 3 dias para apresentar novo governo

Haider al-Abadi, primeiro ministro do Iraque, em conferência na Alemanha, dia 11/02/2016

 O Parlamento do Iraque deu nesta segunda-feira ao primeiro-ministro, Haider al-Abadi, um prazo de três dias para que ele apresente o novo gabinete ministerial no marco do atual processo de reformas.

"O parlamento é o representante legítimo do povo e ressalta que na próxima quinta-feira é a data definitiva para que o governo apresente o gabinete ministerial, que representa a primeira fase do processo de reformas", ressaltou a Câmara em comunicado oficial.

Nesse sentido, o órgão advertiu que se isso não acontecer, a Assembleia solicitará no início da semana que vem a interpelação de Al-Abadi por atrasar a apresentação do novo gabinete.

Por sua vez, o Parlamento ressaltou que apoia toda iniciativa séria e responsável a favor das reformas, mas que, ao mesmo tempo, adotará as medidas necessárias para proteger as instituições oficiais.

Desta maneira, aludiu ao poderoso clérigo radical xiita Moqtada al-Sadr e a seus seguidores, que estão acampados há mais de uma semana na Zona Verde de Bagdá para exigir ao governo reformas políticas.

Al-Sadr foi à área com alguns acompanhantes e montou uma tenda de campanha, após ter dado na sexta-feira passada um prazo de 24 horas ao Executivo de Haider al-Abadi antes de reforçar os protestos.

Em discurso ontem perante milhares de manifestantes, o clérigo pediu a seus seguidores para que permaneçam na Zona Verde fortificada, onde se encontram as sedes governamentais e embaixadas estrangeiras, e pediu para que todos mantenham a calma.

Na sexta-feira passada, ele deu um prazo de 24 horas para que Al-Abadi anunciasse reformas "satisfatórias e lógicas" e um governo de tecnocratas. Caso contrário, anunciou que tomaria "outras medidas" e não se limitaria a se manifestar em frente à Zona Verde.

Al-Sadr ameaçou convocar protestos populares contra cada deputado que rejeitar aprovar as propostas reformistas do primeiro-ministro.

Microsoft faz reunião sobre compra do Yahoo, diz fonte

Microsoft

 Executivos da Microsoft estão em negociações iniciais com potenciais investidores do Yahoo sobre contribuições para financiamento da compra da companhia de Internet, afirmou uma fonte familiar com o assunto.

As negociações são preliminares, afirmou a fonte, e a Microsoft está focada em preservar o relacionamento entre as duas empresas. Microsoft e Yahoo têm acordos envolvendo sistemas de busca e publicidade.

Empresas de investimento de risco interessadas no Yahoo contataram a Microsoft, afirmou a fonte. Representantes da Microsoft não comentaram o assunto.

O Yahoo está vendendo seus principais negócios de Internet, que incluem busca, email e sites de notícias.

A empresa pioneira do mercado de buscas na Web têm enfrentado dificuldades para competir com Google e Facebook por anunciantes.

O vice-presidente financeiro do grupo de telecomunicações Verizon, Fran Shammo, afirmou em dezembro que a operadora poderia avaliar os ativos do Yahoo se fizessem sentido para o grupo.

O fundo de hedge Starboard Value agiu na quinta-feira pela retirada de todo o Conselho de Administração do Yahoo, incluindo a presidente-executiva, Marissa Mayer, que tenta há quatro anos recuperar os negócios da empresa.

O interesse da Microsoft no Yahoo acontece quase uma década depois de uma tentativa anterior de compra da empresa.

Em 2008, o então presidente-executivo da Microsoft Steve Ballmer tentou comprar o Yahoo por cerca de 45 bilhões de dólares.

Câmbio em 2016 cai de R$ 4,20 para R$ 4,15, diz Focus

Notas de real e dólar em casa de câmbio no Rio de Janeiro

 As previsões do setor privado para o câmbio sofreram várias revisões para baixo no Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 28, pelo Banco Central.

O documento aponta para um dólar no fim deste ano a R$ 4,15 no lugar de R$ 4,20 vista na semana passada e de R$ 4,35 de um mês antes. O câmbio médio de 2016 passou de R$ 4,00 para R$ 3,99 de uma semana para outra - um mês antes, estava em R$ 4,19.

A perspectiva do mercado financeiro para o câmbio de 2017 caiu de R$ 4,30 no boletim Focus para R$ 4,20. Já o câmbio médio do ano que vem saiu de R$ 4,20 para R$ 4,17 de um levantamento para o outro - estava em R$ 4,30 um mês atrás.

O BC tem mantido integralmente a rolagem de leilões de swap cambial, que foram mais expressivos desde de 2013, por meio de ofertas apelidadas de "ração diária".

Também rolou os vencimentos dos leilões de linha que venceriam em fevereiro e anunciou que repetiria esse procedimento em março. Além disso, passou a ofertar leilões de swap reverso e a fazer com mais frequência leilões de linha.

Arqueólogos avaliarão danos causados pelo EI em Palmira

Vista da cidade antiga de Palmira após retomada pelas tropas do governo, Síria, dia 27/03/2016

 

Com a expulsão do grupo Estado Islâmico (EI) da cidade antiga de Palmira um ano após sua ocupação, os arqueólogos precisam avaliar os danos provocados pelos jihadistas em suas históricas ruínas, classificadas como patrimônio mundial da Unesco.

Um dia depois de reconquistar por completo esta cidade estratégica no centro do país, o governo de Bashar al-Assad quer que os especialistas determinem o grau de destruição da parte antiga, embora um jornalista da AFP tenha constatado que boa parte da área segue intacta.

Já a parte residencial, onde antes da guerra viviam 70.000 pessoas, se encontra deserta e fortemente degradada, segundo o correspondente.

Os soldados sírios, as milícias pró-governamentais e os combatentes russos caminhavam com temor entre as ruínas no domingo.

"Estávamos muito assustados com a ideia de entrar na cidadela e ver que tudo estava completamente destruído", disse à AFP um soldado do regime sírio que preferiu não dar seu nome.

Depois de tomar o controle total de Palmira em maio de 2015, o grupo Estado Islâmico provocou uma onda global de indignação ao anunciar sua intenção de destruir os monumentos da cidade antiga.

Os jihadistas destruíram dois dos mais belos templos de Palmira, Bel e Baalshamin, e derrubaram várias torres funerárias da cidadela, antes de converter em poeira o famoso Arco do Triunfo.

Além disso, o EI utilizou o antigo teatro de Palmira como lugar público de execuções, começando pelo homem que havia dirigido durante meio século o serviço de Antiguidades da famosa cidade, Khaled al-Assad, de 82 anos.

O responsável nacional de Antiguidades disse que monumentos e objetos de incalculável valor teriam sobrevivido à campanha de destruição lançada pelo EI.

"Esperávamos o pior. Mas, em geral, se encontra em boas condições", explicava sobre Damasco Maamun Abdulkarim à AFP.

"Poderíamos tê-la perdido. A alegria que sinto é indescritível", acrescentou, afirmando que Palmira "voltará a ser como antes".

"Perda para a ciência"

O historiador especializado no mundo antigo Maurice Sartre teme que o inventário do sítio revele destruições irreversíveis.

"Todos os túmulos que não exploramos e que agora foram totalmente saqueados são uma perda para a ciência para sempre", lamentou o especialista em uma conversa com a AFP.

No entanto, "não se pode esquecer que apenas 15% ou 20% de Palmira foram escavados, ali ainda há muito a descobrir", lembrou.

Conhecida como "a pérola do deserto", Palmira tem mais de 2.000 anos de antiguidade e entre suas famosas ruínas havia 1.000 colunas, muitas estátuas e uma magnífica necrópole.

A cidade, situada ao norte de Damasco, costumava atrair todos os anos 150.000 turistas de todo o mundo, antes que a guerra também devastasse o setor turístico na Síria e, em geral, a economia do país.

A tomada de Palmira representa uma vitória estratégica e simbólica, uma das mais importantes do regime diante do EI desde que em setembro a Rússia interveio na guerra em defesa de seu aliado Bashar al-Assad.

Depois de recuperar esta cidade, o exército sírio anunciou que a utilizará como base para outras operações contra os jihadistas, incluindo a reconquista de seus redutos de Raqa e Deir Ezzor, mais a leste.

Dívida pública total do Brasil avança 2,53% em fevereiro

Bolsas

 A dívida pública mobiliária federal interna cresceu 2,73% em fevereiro sobre janeiro, alcançando 2,678 trilhões de reais, divulgou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira.

Já o estoque total da dívida pública federal, que engloba a dívida externa, subiu 2,53% na mesma base de comparação, a 2,819 trilhões de reais.

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