
terça-feira, 29 de março de 2016
Ártico tem mínima recorde de gelo no inverno — e isso é ruim

O manto de gelo no mar do Ártico atingiu o seu limite máximo para o ano no dia 24 de março — 14,52 milhões de quilômetros quadrados. Achou muito? Pois essa é a menor cobertura já registrada por satélite, em quatro décadas, para o período de inverno na região.
A informação é do Centro Nacional de Neve e Gelo da Universidade do Colorado (NSIDC) e da NASA. Esse novo recorde superou a mínima histórica do inverno passado, de 14,54 milhões de quilômetros quadrados, e isso não é nada bom.
O declínio do gelo do mar tem acelerado nas duas últimas décadas, e está associado ao clima mais quente na região, que é afetado tanto pelas mudanças climáticas quanto por variabilidades temporais de curto prazo.
"O Ártico está em crise. Ano após ano, ele entra em um novo estado, e é difícil ver que efeito isso pode ter sobre o hemisfério norte ao longo do tempo", disse Ted Scambos, cientista-chefe do NSIDC, em comunicado.
Para se ter uma ideia da intensidade das mudanças, as 13 menores extensões máximas já registradas por satélites ocorreram nos últimos 13 anos.
Esta curta animação abaixo mostra o ciclo de congelamento no mar do Ártico a partir da extensão mínima do último verão até o dia 24 de março, quando a superfície gelada atingiu sua máxima extensão para o inverno:
Segundo a NASA, o nova mínima histórica para o inverno resulta, em parte, das temperaturas recordes de dezembro, janeiro e fevereiro em todo o mundo e também no Ártico.
“O calor atmosférico contribuiu para isso, com temperaturas do ar até 10 graus acima da média em algumas partes do Ártico”, disse Walt Meier, cientista marinho da NASA.
"Mas os padrões de vento na região durante os meses de janeiro e fevereiro também foram desfavoráveis, eles trouxeram ar quente e impediram a expansão da cobertura de gelo", acrescentou.
Contudo, alerta o cientista, o que provavelmente irá desempenhar um papel maior na evolução futura das extensões máximas do Ártico é o aquecimento das águas do oceano.
A extensão do gelo do mar do Ártico desempenha um papel crítico no sistema climático do Planeta. Fisicamente, sua superfície branca reflete até 80 por cento da luz solar recebida durante os longos dias de verão no hemisfério norte, exercendo uma influência de resfriamento sobre o clima.
Além disso, os ursos polares, morsas, baleias e outros animais dependem do gelo marinho para sobreviver.
Menos gelo também significa mais transporte pelo Ártico e exploração (principalmente de petróleo), com grandes implicações para a economia mundial e a segurança climática.
Queda da economia leva à redução de empréstimos dos bancos
O encolhimento da economia levou a uma queda no saldo do crédito ofertado pelos bancos a empresas e famílias.
Em fevereiro, pelo segundo mês consecutivo, o saldo das operações de crédito recuou e fechou o período em R$ 3,184 trilhões.
Em relação a janeiro, houve redução de 0,5%. O saldo do mês correspondeu a 53,6% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB), queda de 0,4 ponto percentual em relação a janeiro.
As informações foram divulgadas hoje (29) pelo Banco Central (BC).
O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, afirmou que no inicio do ano é comum haver menor expansão do crédito, porque atividade econômica é normalmente mais fraca. Mas, atualmente, a retração da economia leva à queda do crédito.
Projeções
Para o ano, o BC revisou a projeção de crescimento do saldo das operações de crédito de 7% para 5%.
No caso do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros, a projeção de expansão passou de 5% para 2%.
A estimativa para o crescimento do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) foi alterada de 9% para 7%.
Em relação ao PIB, o crédito deve corresponder a 54%, abaixo da projeção anterior de 55%. No ano passado, essa relação ficou em 54,5%.
Os bancos públicos devem apresentar expansão do saldo dos seus empréstimos de 9%. A projeção anterior era 8%. Já os bancos privados nacionais devem ter queda de 1%. A projeção anterior era de crescimento de 2%.
De acordo com as estimativas do BC, o saldo do crédito dos bancos privados estrangeiros vai crescer 4%, estimativa cortada pela metade em relação à divulgada em dezembro (8%).
Famílias
De acordo com o Banco Central, o recuo no crédito para as famílias foi influenciado, em fevereiro, pela redução nos gastos com cartão de crédito à vista.
Em janeiro, comparado ao mês anterior, houve recuo 3,4% no saldo dessa modalidade. “Fevereiro é um mês de ajuste, depois das férias. Tem pagamento de impostos, material escolar.
Com isso, há uma contenção de despesas de consumo. O número de dias úteis a menos também influencia nessa sazonalidade”, disse Maciel.
O chefe do Departamento Econômico do BC também destacou a queda no saldo dos empréstimos para a compra de veículos, que foi de 1,6% de janeiro para fevereiro deste ano.
“A aquisição de veículos continua caindo de forma significativa. O ciclo de atividade impacta a renda. Mais do que isso, é uma modalidade que requer comprometimento de renda futura, por período importante, e aí os indicadores de confiança pesam. Em períodos de maior incerteza, há maior restrição por parte das pessoas em comprometer renda futura”, acrescentou.
No total, o saldo do crédito livre para as famílias recuou 0,3%, em fevereiro.
Maciel também destacou a desaceleração do crédito imobiliário (uma das modalidades do crédito direcionado). Em fevereiro deste ano, o saldo dessa modalidade cresceu 0,5% em relação a janeiro.
No mesmo período do ano passado, a expansão ficou em 1%. “É natural que, após crescimento expressivo [em anos anteriores], se tenha taxas de expansão menores. Mas teve elevação de taxas de juros do financiamento imobiliário. Isso tende a refletir também na evolução da carteira”, acrescentou.
Empresas
O crédito livre para as empresas também recuou no mês passado: 1%. A principal modalidade desse tipo de crédito, o capital de giro, recuou 1,3%.
Maciel disse que o capital de giro com prazo inferior a 365 dias, concedido principalmente a pequenas e médias empresas, caiu 2,2%.“Isso reflete um encolhimento do crédito para esses segmentos.
Há maior cautela na concessão diante desse quadro de incertezas e as próprias empresas têm maior cautela no comprometimento de receita futura”, disse.
Os dados do BC também mostram recuo no saldo dos empréstimos às empresas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que caiu 1%, no mês.
Segundo Tulio Maciel, o motivo para a retração é a elevação dos juros, a redução dos investimentos devido à conjuntura econômica e a menor demanda. Para ele, essa redução ainda está se intensificando.
Inadimplência
A inadimplência, quando são considerados os atrasos superiores a 90 dias, do crédito livre para as famílias ficou estável em 6,2%, em fevereiro em relação a janeiro.
Para Tulio Maciel, os bancos estão mais seletivos na concessão de crédito e as famílias estão preocupadas com a gestão financeira e com maior cautela.
No caso das pessoas jurídicas, Maciel destacou que há uma tendência de aumento da inadimplência associada, principalmente, a pequenas e médias empresas.
Para Maciel, a evolução “gradual” da inadimplência tem o aspecto positivo de fazer com que os bancos se preparem antecipadamente, aumentando as provisões (recursos reservados para casos de inadimplência).
Em fevereiro, a inadimplência das empresas no caso do crédito livre ficou estável em 4,7%, em relação a janeiro. No caso específico do capital de giro, houve aumento da inadimplência em 0,2 ponto percentual, com a taxa em 5%.
Ataques russos na Síria são mais letais que os da coalizão

Os bombardeios aéreos russos na Síria foram muito mais mortíferos que os da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, aponta um relatório do grupo de monitoramento Airwars divulgado nesta terça-feira.
Segundo o Airwars, uma ONG baseada em Londres que trabalha com base em informações disponíveis publicamente sobre os bombardeios, os aviões russos mataram provavelmente "entre 1.096 e 1.448 civis" entre outubro e dezembro de 2015, em 192 ataques realizados apenas na Síria.
Em comparação, os bombardeios da coalizão internacional provocaram provavelmente a morte de 1.044 pessoas no Iraque e na Síria desde o início da campanha contra o grupo Estado Islâmico (EI) em agosto de 2014, afirma.
No período outubro-dezembro do ano passado, a coalizão teria matado entre 178 e 223 civis no Iraque e na Síria, seis vezes menos que os russos apenas na Síria, destaca a ONG.
Aliada chave do governo sírio de Bashar al-Assad, a Rússia negou que tome como alvo civis e sustentou que só ataca o EI e outros grupos terroristas contrários ao regime.
Os ocidentais e os grupos contrários a Assad a acusam, pelo contrário, de concentrar seus bombardeios nos grupos rebeldes opositores sírios e em "infraestruturas civis", como uma usina de tratamento de água, padarias, depósitos de alimentos e comboios de ajuda humanitária, denuncia a Airwars.
Os ataques russos diminuíram consideravelmente desde a entrada em vigor de um cessar-fogo entre o governo de Assad e os rebeldes. Moscou repatriou parte de sua frota aérea, embora conserve na Síria algumas aeronaves que continuam realizando ataques ao EI, não envolvido na trégua.
Mais de 270.000 pessoas morreram no total desde o início do conflito na Síria, em 2011, e milhares foram deslocadas pelos combates.
A coalizão dirigida pelos Estados Unidos admitiu ter matado apenas 21 civis desde o início de sua campanha aérea, mas várias investigações em andamento aumentarão certamente este saldo.
EUA aciona Volkswagen na justiça por propaganda enganosa

Os Estados Unidos entraram com uma ação nesta terça-feira contra a Volkswagen por enganar os consumidores ao promover carros a diesel supostamente "limpos", mas que, na verdade, tinham dispositivos fraudulentos sobre a quantidade de gases poluentes emitidos.
A Comissão Federal de Comércio disse que solicitou à corte uma indenização aos que compraram veículos VW e Audi com esse sistema de 2008 ao final de 2015.
A Comissão também pediu que a justiça proíba a VW voltar a utilizar esse tipo de dispositivo.
Novo incidente no Capitólio evacua prédio e para trânsito
Dois pacotes encontrados nesta terça-feira no Capitólio em Washington, sede do Legislativo dos Estados Unidos, obrigaram a polícia a evacuar um grupo de turistas e a cortar o trânsito, informou à Agência Efe um porta-voz das forças de segurança do Congresso.
O incidente aconteceu depois que ontem um homem armado entrou no Centro de Visitantes do Congresso, sacou uma pistola e semeou o caos ao apontar para um dos agentes que estavam conduzindo os visitantes enquanto estes passavam pelos detectores de metais.
Diante desta situação, um agente disparou contra o intruso, que já foi operado em um hospital da capital americana e se encontra detido.
O Centro de Visitantes do Congresso fechou ontem devido ao caos provocado pelos disparos, mas hoje voltou a abrir em seu horário habitual, de 08h15 às 16h30.
Pouco depois de abrir suas portas, a polícia do Capitólio encontrou um pacote que aparentemente não pertencia a ninguém e, por precaução, decidiu afastar um grupo de turistas que esperava fora do Centro de Visitantes do Congresso.
Um segundo pacote foi achado na praça próxima ao edifício Thomas Jefferson da Biblioteca do Congresso, acrescentou em comunicado a polícia do Capitólio.
A atividade policial provocou cortes de trânsito durante 45 minutos nas ruas próximas ao Capitólio, segundo informaram em sua conta no Twitter as forças de segurança do Senado.
As forças de segurança do Legislativo estão agora investigando a origem e características destes pacotes, dos quais não ofereceram mais detalhes.
O Congresso se encontra em período de recesso pelas festividades de Páscoa e não voltará à atividade legislativa regular até meados do próximo mês, mas muitos escritórios dos congressistas continuam seu trabalho e parte dos edifícios está aberta aos turistas.
99Taxis e Shell surpreendem pessoas na noite paulistana

Para reforçar sua mais recente campanha sobre o Shell V-Power Nitro+, a Raízen, licenciada da marca no Brasil, criou uma ação de co-marketing com o aplicativo 99Taxis que, por sua vez, divulga o lançamento da categoria de luxo 99TOP.
Com a assinatura da VML, a nova agência full digital da marca, a ação de live marketing protagonizada pelo Mustang 1965 surpreendeu usuários do app no último final de semana.
Alguns frequentadores de um bar na Zona Sul de São Paulo que chamaram um táxi através do 99TOP foram abordados pelo modelo icônico, o mesmo exibido no filme da campanha.
As reações espontâneas dos clientes ao verem o carro foram captadas e integraram a estratégia digital, que contemplou um vídeo nas plataformas digitais da Raízen e da 99.
"A ação de co-branding abordou os clientes de um jeito lúdico e transformou a volta para casa em mais uma fonte de entretenimento, o que intensifica o engajamento", afirma Fernando Taralli, presidente da VML, que acrescenta que agora os usuários do app 99 que pedirem um 99TOP terão a dúvida: "Será que virá o Mustang 1965 do comercial da Shell V-Power Nitro+?.
Eduardo Cunha pode renunciar para salvar mandato

O agravamento da crise política faz crescer rumores sobre a renúncia de outro agente político além da presidente da República, Dilma Rousseff.
É cada vez mais recorrente a tese de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pode abrir mão do cargo para salvar o mandato de deputado. A cassação é a pena máxima que o Conselho de Ética pode lhe conferir, quando o arrastado processo chegar ao fim.
Réu na Lava Jato, Cunha continua negando com veemência a possibilidade de renunciar. "Óbvio que não. Menor possibilidade. Chance zero" afirmou o presidente da Câmara nesta manhã, quando questionado sobre um eventual plano de renúncia.
Se é para uma eventual cassação ou afastamento por força do Supremo Tribunal Federal (STF) ou mesmo porque sua temporada à frente da Casa termina no início do próximo ano, é fato que a sucessão de Eduardo Cunha é pauta nas conversas de bastidores.
O cargo, inclusive, entra nas negociações de apoio ao eventual governo do atual vice-presidente da República, Michel Temer, que assume o comando do País caso Dilma seja defenestrada no processo de impeachment que corre na Câmara.
Deputados que articulam o impeachment de Dilma defendem que o próximo presidente da Câmara seja do grupo conhecido como "centrão", que envolve partidos como PP, PR, PSD e PDT, legendas que, inclusive, tendem a deixar o governo Dilma após a oficialização do rompimento do PMDB, na tarde de hoje.
A reportagem mostrou na última sexta-feira que o deputado Rogério Rosso (PSD-DF), atual presidente da comissão do impeachment, é um dos cotados a assumir a vaga.
Rosso circula bem por todos os grupos do Parlamento, característica que interessa a Temer, que, se seguido o script, terá que fazer um governo de coalizão, administrando muitos partidos e interesses.
Aliados de Cunha dizem que ele tem apreço pelo nome de Rosso, assim como tem pelo nome de Jovair Arantes (PTB-GO), atual relator da comissão de impeachment.
A escolha de Rosso e Jovair para comandar o colegiado que discute a admissibilidade do processo de impedimento da petista foi feita, inclusive, em reunião comandada por Cunha, em sua residência oficial, na noite anterior à eleição que os confirmou nos cargos
O iPhone SE é bom mesmo? Veja as opiniões dos críticos

O iPhone SE, o novo smartphone da Apple com tela de quatro polegadas, chega ao mercado norte-americano nesta semana. Além do preço relativamente baixo para um dispositivo da empresa – o valor varia de 399 dólares (16 GB) e 499 dólares (64 GB) – o iPhone SE surpreendeu os críticos devido à sua configuração de ponta.
Segundo o site CNET, o novo iPhone “embala quase todas as funcionalidades interessantes (processador, ótima câmera, Apple Pay, Siri sempre alerta) do iPhone 6s em um telefone menor e mais acessível de quatro polegadas”.
O tamanho do iPhone SE também foi o foco do site Mashable, que chamou o dispositivo de “um dos produtos mais interessantes a serem lançados neste ano”. No entanto, ele faz uma ressalva: o iPhone SE, na realidade, não é um smartphone novo.
Essa pontuação feita pelo Mashable está relacionada com o fato de que o aparelho tem um design praticamente igual ao do iPhone 5s e sua configuração interna é extremamente similar ao do iPhone 6s.
Desse modo, “o iPhone SE não é um produto inovador. É tecnologia de hoje no corpo do telefone de ontem”, resume o site The Verge. Veja agora o que os especialistas desses portais acharam de cada uma das especificidades do novo iPhone.
Design do 5s
O iPhone SE tem um visual igual ao do iPhone 5s. Ele tem o mesmo tamanho de tela (quatro polegadas com resolução de 1136 x 640), as mesmas bordas chanfradas e o mesmo posicionamento dos botões.
Lauren Goode, repórter do The Verge que testou o novo smartphone, disse em sua análise que carregou o SE e o 5s no bolso por alguns dias e pegou o iPhone antigo por engano diversas vezes.
Uma das únicas diferenças físicas é que o iPhone SE pode ser adquirido na cor rosa (ou rosé gold, como a Apple gosta). Além desse modelo, o aparelho também vem nas cores cinza, dourado e prata. Outra mudança no visual foi que as bordas são foscas e, não, brilhantes como as do 5s.
O design antigo ainda carrega outra característica que irá deixar muitos usuários felizes: ele será compatível com todos os acessórios dos iPhones 5 ou 5s.
Configurações do 6s
O iPhone SE tem um chip A9 (o mesmo do iPhone 6s) e 2 GB de RAM. “Os aplicativos e páginas da web abrem rapidamente. Não há qualquer problema em alternar apps e os jogos de alta performance funcionam muito bem”, resume Christina Warren, repórter do Mashable.
Outra configuração dos dispositivos recentes que foram implementadas no iPhone SE é o suporte para Wi-Fi de alta velocidade e internet móvel de bandas mais rápidas. Além disso, ele já vem com o iOS atualizado para a versão 9.3.
O iPhone SE também tem leitor de biometria digital no botão de home e tem tecnologia NFC para o uso do Apple Pay. No entanto, uma das características mais interessantes do 6s não veio com o novo dispositivo: o 3D Touch – tecnologia que possibilita que o smartphone responda de várias maneiras dependendo da pressão do toque do usuário.
Justin Sullivan/Getty Images

Câmera traseira potente
A câmera traseira do SE tem 12 megapixels e tira fotos tão vibrantes quanto o smartphone topo de linha da Apple, segundo o Mashable. Uma função que foi lançada com o 6s e continua no SE é o Live Photos, uma ferramenta que captura alguns segundos de vídeo antes e depois da fotografia ser tirada.
Também é possível fazer vídeos com resolução 4K. Apesar de a qualidade das imagens ser impecável, a gravação de vídeos em 4K consome muito espaço de armazenamento do smartphone. Por isso, essa característica não deve agradar muitos usuários – principalmente, por que o iPhone SE vem apenas em dois modelos: um com 16 GB de armazenamento e outro com 64 GB.
A câmera dianteira, no entanto, vem com apenas 1,2 megapixels, o que pode prejudicar a qualidade das selfies. Porém, vale apontar que a câmera tem flash de retina, uma função que aumenta o brilho da tela para que as fotos saiam mais iluminadas.
Boa bateria
Devido ao processador A9 e o software iOS 9.3, o iPhone SE tem uma bateria que dura mais tempo do que a do 5s, segundo testes feitos pelo Mashable. A bateria do novo dispositivo tem uma performance melhor em comparação com a do iPhone 6s.
De acordo com Lauren Goode do The Verge, a bateria do SE tem 50% a mais de duração do que a do iPhone 5s. “Até agora, o iPhone SE durou muito além de um dia de trabalho completo”, afirma.
O iPhone SE começa a ser vendido nos EUA por 399 dólares, na versão de 16 GB, e 499 dólares com 64 GB. Ainda não há previsão de quando e por quanto os novos modelos serão vendidos no Brasil.
8 ferramentas do Google para pequenos empreendedores
Recebemos aqui na redação um convite para um evento do Google. A única informação no convite era que iríamos descobrir como o Google ajuda o negócio dos empreendedores e PMEs do Brasil a brilhar.
Na semana passada chegamos por volta das 18h na Feira Qualquer Coisa, na Praça Benedito Calixto e nos surpreendemos com um happy hour em um formato super descontraído no estilo mercado de pulgas, local onde diversos vendedores se reúnem para comercializar bens antigos, usados e outras mercadorias, inclusive de fabricação artesanal. Os empreendedores, dos mais diversos setores, tinham cada um sua “barraquinha” onde estavam expondo seus produtos.
Conhecemos 16 empresas de pequeno e médio porte que iam desde brigadeiro até e-commerce especializado em kimono, mas todos os negócios tinham um denominador comum: investimentos nas ferramentas de negócios do Google, como AdWords, AdSense e Apps for Work.
Durante o evento, além dos produtos pagos, foram apresentadas as soluções gratuitas do Google para as empresas, como o Google Meu Negócio e o Google Analytics. A ocasião ainda marcou o lançamento no Brasil da versão em português do aplicativo Primer, com lições básicas de marketing voltado para o público que deseja aprender mais sobre esta disciplina mas não tem tempo para estudá-la de forma mais aprofundada.
“Em um momento de uma profunda crise econômica como esta, é crucial que o pequeno empresário saiba que pode contar com o Google no que for preciso para prosperar”, afirma Luciano Santos, diretor de PMEs do Google Brasil.
Conheça as soluções do Google para os Negócios das PMEs:
AdWords: Ferramenta para criação de anúncios que são exibidos nos resultados da busca do Google. A empresa escolhe os termos de pesquisa que exibirão seu anúncio e um orçamento diário. Se as palavras que as pessoas digitarem no Google corresponderem a suas palavras-chave, seu anúncio pode ser exibido acima dos resultados de pesquisa.
AdSense: Forma gratuita e simples de ganhar dinheiro veiculando anúncios em seu website. Os anúncios são revisados para garantir que sejam de alta qualidade e relevantes para seu conteúdo ou público-alvo, mesmo quando visualizados em smartphones e tablets.
Google Meu Negócio: Cadastro gratuito oferecido pelo Google às empresas que querem divulgar suas informações de contato, como website, endereço físico, telefone e horário de funcionamento. Os dados são exibidos na Pesquisa do Google, no Google Maps e no Google+.
Apps for Work: Pacote das ferramentas do Google voltado para as empresas, como e-mail profissional, armazenamento de arquivos on-line, agendas compartilhadas e reuniões por vídeo, entre outros. Baseado na nuvem, o pacote de Apps for Work permite a conexão de qualquer lugar e com qualquer dispositivo.
Primer: Aplicativo para smartphones que ensina de forma rápida os mais variados conceitos de marketing. Possui atividades interativas para que os conceitos sejam absorvidos de forma mais fácil.
True View: Anúncios em vídeo TrueView oferecem aos usuários escolha e controle sobre qual anúncio eles desejam assistir e quando. Os anunciantes pagam somente quando o usuário optar por assistir a seu anúncio.
Analytics: Para quem quer aumentar as vendas ou encontrar mais visitantes, o Google Analytics oferece coleta de dados e gestão de forma única e precisa que pode ser personalizado de acordo com suas necessidades.
Agências Parceiras: Criado em novembro de 2013, o Programa de Parceiros busca ter uma relação mais próxima com pequenas e médias agências de publicidade, oferecendo treinamentos, campanhas de incentivos, ofertas promocionais e um apoio exclusivo às agências e freelancers.
Empreendedores + Google
Durante o evento conheci diversos empreendedores com histórias e produtos fantásticos e a cada barraquinha que eu passava ficava com a sensação de “Como não pensei nisso antes?”. Confira abaixo a lista das empresas que estavam expondo seus produtos e entenda como cada uma delas utiliza os produtos do Google.
alavadeira.com – Oferece o serviço de roupas lavadas e passadas para toda a grande São Paulo de acordo com o plano de assinatura que o cliente escolher.
aLavadeira.com + Google: “Hoje o Google é uma das principais ferramentas de marketing utilizadas para obter novos assinantes. A empresa utiliza a plataforma Adwords para anunciar a todas as pessoas que buscam por serviços de lavanderia e serviços domésticos”, conta Gilson Gonçalves, um dos fundadores.
BistroBox – Pelo site as pessoas se inscrevem, pagam uma mensalidade e todo mês recebem uma caixa com cinco produtos. A ideia é que as pessoas possam criar refeições diferentes e conhecer novos sabores.
BistroBox + Google: “Usando o Google é que a grande maioria dos nossos clientes chegam até nós, seja pelas buscas orgânicas ou pelas campanhas que fazemos no AdWords. O Google Analytics é a base da maioria das nossas decisões, com ele analisamos o comportamento de nossos clientes e mudamos o site ou estratégias de marketing digital”, diz Gabriel, um dos fundadores da Bistro.
Espaço Nobre Evento – Surgiu da oportunidade que sua fundadora encontrou ao procurar locais de festas para o seu casamento e tinha poucas opções à disposição. Atualmente, a empresa conta com dois endereços para festas.
Espaço Nobre + Google: Segundo a fundadora Carina, estar na internet é um fator especial para o sucesso: “Começamos a perceber que a maioria dos clientes conhecia nosso espaço através da internet. Por essa razão, com o passar dos anos fomos direcionando nossa verba de publicidade para a internet. Hoje, a empresa direcionou a sua verba de anúncios toda para a internet, abandonando publicações do ramo. Atualmente, cerca de 80% dos nossos clientes conheceram o Espaço Nobre pela internet”.
Hand Talk – Aplicativo homônimo que realiza tradução digital e automática para Língua de Sinais, utilizada pela comunidade surda.
Hand Talk + Google: “As soluções de trabalho e anúncios oferecidos pelo Google permitem que a gente consiga otimizar nosso tempo de trabalho e realizar campanhas que alcancem direto o público-alvo, sem perder escala.”, explica Ronaldo Tenório, CEO da empresa.
Iná – Escritório de arquitetura fundado em 2011 pelos paulistas Julio Beraldo e Marcos Mendes que tem como um dos destaques a repaginação de apartamentos antigos.
Iná + Google: “A plataforma de anúncios do Google é muito democrática e fácil de usar: podemos alterar o orçamento quando quisermos e nos focarmos no perfil de público que desejarmos”, explica Julio.
Leiturinha – Clube de assinaturas de livros infantis. A ideia da plataforma surgiu da percepção de que faltava no mercado um serviço que levasse livros de qualidade e adequados a faixa etária das crianças, direto para suas casas.
Leiturinha + Google: “O Google assiste como plataforma empresarial através do Google Apps. O Google Analytics é uma ferramenta essencial na produção de insights para a nossa landing page; e por fim, o Google Adwords é imprescindível na divulgação da nossa marca e na captação de clientes”, diz Rodolfo Reis, um dos fundadores.
Loggi – Plataforma que utiliza motoboys numa rede logística rápida e confiável.
Loggi + Google: “O Google ajuda a Loggi em vários sentidos. Tanto na produtividade e organização com e-mail, Hangout, Calendar e Drive como em ads e Analytics. Para garantir serviço de qualidade e preço baixo nós empregamos algoritmos avançados de roteamento e geolocalização. Sem o Google Maps isso não seria possível”, diz Arthur, um dos fundadores.
Meu Kimono – E-commerce paulistano especializado na venda de kimonos.
Meu Kimono + Google: “Desde o início, o Google foi fundamental para aumentar a visibilidade da nossa empresa. Por conta disso, estamos otimizando as campanhas para termos melhores resultados com menores custos”, diz Diego Shimohirao. A empresa vê a crise como uma oportunidade para renegociar contratos (e assim reduzir custos). “Também buscamos usar o marketing digital de forma mais assertiva e inteligente. Esse conjunto tem feito o nosso faturamento aumentar a cada mês”, afirma.
Nina Bruni – E-commerce de joias fundado em 2012 e com vendas exclusivamente pela web.
Nina Bruni + Google: “O Google tem sido uma ferramenta muito importante para a divulgação da Nina Bruni e é fonte de uma parte significativa do faturamento da empresa. Com o AdWords, conseguimos divulgar as linhas que tem maior poder de conversão assim como linhas novas que queremos testar, sempre de forma muito específica e direcionada.”
Parafuzo – Empresa 100% on-line que conecta pessoas físicas e jurídicas com profissionais de limpeza.
Parafuzo + Google: “A plataforma do Google é ideal para uma empresa como a nossa, que faz marketing 100% online e que precisa de flexibilidade e automação na criação de campanhas. Conseguimos criar centenas de campanhas distintas de forma automatizada, otimizando assim o retorno sobre o investimento e alcance do público-alvo. Sem isso, não teríamos conseguido expandir nosso negócio para 10 cidades em 2 anos e levar atendimento de qualidade aos mais de 50 mil clientes da Parafuzo. Daqui pra frente, pretendemos ampliar ainda mais a parceria com o Google em busca de mais 10X de crescimento, rumo aos 500 mil clientes”, diz Felipe Brasileiro, CMO da Parafuzo.
PetiteBox – Clube on-line de assinaturas de produtos voltados para a gestação e os primeiros anos de vida da criança.
PetiteBox + Google: “Como somos uma empresa 100% online, é difícil dissociar o Google de nossa rotina diária. Usamos diversos produtos da empresa: fazemos anúncios através de AdWords, acompanhamos o desempenho do nosso site pelo Analytics e no dia a dia usamos todas as ferramentas do Google Apps for Work.”, explica Ivy Assis.
Ponto de Brigadeiro – Em 2011 Rafael Aurichi viu a oportunidade de ter um negócio próprio com a popularização dos brigadeiros gourmet.
Ponto de Brigadeiro + Google: “O Adwords sempre foi a nossa principal ferramenta para conquistar novos clientes, desde o início quando o valor que tínhamos para divulgação era realmente muito pouco”, diz Rodrigo. “Foi justamente essa possibilidade de começar a anunciar com um orçamento pequeno que nos permitiu aos poucos ir conquistando novos clientes e gradativamente aumentando nossas vendas”.
Tress Cabelos – E-commerce de perucas de fibras sintéticas aberto em fevereiro de 2015 pela relações públicas Letícia Korndorfer.
Tress + Google: Desde o começo, o Google foi fundamental para o crescimento da empresa. “As ferramentas de busca do Google fazem com que o potencial cliente vá ao lugar certo, aumentando o interesse pela marca. Hoje, 66% do tráfego da Tress Cabelos é por conta do Google”, diz Letícia.
Webfoco – Empresa de marketing digital fundada em 2008 com o objetivo de fornecer atendimento personalizado a pequenas e médias empresas para aumentar suas vendas on-line.
Webfoco + Google: “Somos uma agência parceira do Google. Com os treinamentos que realizamos, eventos que participamos e indicações, conseguimos ajudar nossos clientes a crescer e, consequentemente, crescemos juntos.”
Zee-Dog – Marca de acessórios para cachorros e gatos (coleiras, guias, brinquedos e outros itens) fundada em 2012.
Zee-Dog + Google: De acordo com Igor Nabhan, Diretor de Marketing da Zee-Dog, as ferramentas de trabalho do Google a suas soluções de publicidade são essenciais para garantir o crescimento e produtividade da empresa: “A gente brinca que o Google é sócio da empresa; que participa das reuniões e influencia nas nossas decisões. Tudo que desenvolvemos, procuramos fazer de acordo com as recomendações desse “sócio”. Nosso principal canal é o e-commerce, então não poderia ser diferente. Além disso, as ferramentas atreladas ao Google permitem que tenhamos uma equipe mais enxuta e altamente eficiente”.
Zoo – Plataforma de negócios de comércio eletrônico com sede em São Paulo, detentora das marcas Girafa, Bee Fitness e Ovelha Negra.
Zoo + Google: “O Google é um dos principais parceiros ao longo da história do Zoo. Temos total suporte dos estrategistas de conta e do atendimento telefônico para revisar ou ajustar nossas metas. Esse acompanhamento é o grande diferencial para o nosso crescimento.”, explica Paolo Rocha, gerente de Marketing da Zoo.
Sabe aquele evento que você não gostaria que acabasse? Pois é, foi essa sensação que senti com o Goole PMEs, poderia ficar por lá muito mais horas conversando com os empreendedores e trocando experiências.
E você? utiliza algum produto do Google na sua startup? Conte pra gente nos comentários.
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