
quinta-feira, 31 de março de 2016
Senadores pedem perda de função pública de Dilma e Wagner

Os senadores Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e José Medeiros (PSD-MT) ingressaram agora na tarde desta quinta-feira, 31, com uma representação na Procuradoria Geral da República contra a presidente Dilma Rousseff e o ministro-chefe do gabinete pessoal da presidência, Jaques Wagner, "em razão da possível prática de ato de improbidade administrativa" por conta da negociação do governo junto ao Congresso em troca de votos contrários ao processo de impeachment.
Na representação, também assinada pela representante da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, Carla Zambelli, os senadores pedem a imediata abertura de inquérito civil administrativo e, caso seja comprovada a culpabilidade dos representados, a aplicação do art.12, inciso III da lei 8.429/92, que prevê a perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por um prazo de três a cinco anos.
Publicidade
Desde o desembarque do PMDB, na última terça-feira, 29, deputados e senadores, principalmente de partidos cujos parlamentares não são unanimidade sobre a questão do impeachment, têm sido assediados por membros do governo para se manter na base aliada.
Na Câmara, fala-se que o governo abriu a "barraca na feira" para negociar cargos em troca de apoio para garantir o mínimo de 171 votos na votação do impeachment no plenário.
Os autores argumentam que recentes declarações feitas pelo ministro Jaques Wagner, de que o governo estava sendo repactuado e saída do PMDB abriria espaço para "um novo governo" revelam "explicitamente a adoção de práticas de inspiração política, porém lastreados em atos jurídico-administrativos eivados do mais aparente desvio de finalidade, sob a orientação e em cumprimento a determinação direta da presidente Dilma."
Para os senadores, as condutas de Dilma e Wagner podem ser enquadradas no art 11, inciso 1º da mesma lei 8.429/92, que prevê a prática de "ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência".
"Na perspectiva de recompor a base de apoio do governo no Congresso Nacional e, dessa forma, recobrar o fôlego na tentativa de evitar o impedimento da presidente da República, o Governo Federal, por meio do chefe do Poder Executivo e do referido ministro Jaques Wagner, saiu declaradamente em busca de novos partidos e/ou parlamentares avulsos dispostos a aceitar cargos em troca de voto favorável à presidente no processo do impeachment", argumentam os autores da representação.
O que é uma fraude trabalhista e seus tipos mais frequentes

Fraude trabalhista é todo ato destinado a desvirtuar ou impedir a aplicação da legislação do trabalho. Esses atos são considerados nulos pela CLT, o que significa dizer que uma vez demonstrada a existência de uma fraude, esta deixa de produzir os efeitos pretendidos por quem a praticou.
Um exemplo comum de fraude trabalhista é a produção de cartões de ponto pelo empregador com horários diferentes daqueles de fato trabalhados, com objetivo de não pagar horas extras.
Já em relação em ao trabalhador, uma das fraudes mais comuns é a apresentação de atestados médicos falsos com o objetivo de não ter descontado o dia que não compareceu ao trabalho.
Outra fraude comum é o pedido de demissão disfarçado de uma dispensa sem justa causa. Isto ocorre quando o funcionário pretende pedir demissão, mas para receber o seguro desemprego e sacar os depósitos do FGTS, a empresa faz sua rescisão como se ele tivesse sido dispensado, exigindo no entanto que sejam devolvidas as verbas rescisórias, como a multa de 40%.
Por último, embora não signifique propriamente uma fraude, pode acontecer do trabalhador, ao ajuizar uma reclamação trabalhista, inflar seus pedidos a fim de obter um acordo mais vantajoso – devido a certa generalização de pedidos de danos morais, principalmente em virtude de assédio moral. Ao fazer esse tipo de pedido, o empregado pode livremente estipular o valor que pretende pleitear, uma vez que não existe critério objetivo para a fixação dessa espécie de dano.
Por que sua empresa deve estar nas redes sociais?

Tão importante quanto ter um bom site, na internet, a participação em redes sociais é fundamental para o sucesso de seu negócio. Fatores como credibilidade, confiança, atendimento com resposta rápida e proximidade ao público-alvo podem ser aliados da empresa se bem trabalhados por meio do social media marketing. Não é para menos. De acordo com estudos do mercado, cerca de 2,2 bilhões de pessoas em todo o mundo recorrem às redes sociais diariamente.
Basta fazer um teste: procure pela página de uma conceituada empresa e veja que esta não existe ou, mesmo que exista, é pouco ou nada atualizada. A decepção está garantida para o cliente. Para não deixar que isso aconteça à sua marca ou organização, alguns tópicos devem ser levados em consideração. Veja quais e aproveite mais este canal de comunicação com os seus clientes. Você não irá se arrepender.
Comportamento do consumidor
Entender o público-alvo é um importante parâmetro de sucesso para o seu negócio ou marca, não é mesmo? Desta forma, as redes sociais colaboram para que, além de causar a aproximação imediata com os clientes, você consiga avaliar o comportamento deles.
A maioria das redes sociais oferece estes dados com a geração de relatórios a poucos cliques. É possível saber qual o conteúdo mais interessante para uma determinada faixa etária, por exemplo. Sabendo usá-las, você ganha uma ferramenta de monitoramento.
Credibilidade e confiança
Assim que o consumidor acompanha sua página e percebe que ela, além de atualizada, responde a algumas questões de outros consumidores, a credibilidade e confiança ficam redobradas. O mais legal é que além de assuntos mais sérios, as redes sociais permitem que o humor seja também um canal de comunicação com o público, dentro da sua estratégia de social media marketing. Claro, se usado com responsabilidade.
Os fãs de sua marca
Conectadas umas às outras, as pessoas que participam das redes sociais são distribuidores gratuitos de conteúdo. Mas vá com calma: este conteúdo tem que ser relevante e informativo. Muitas vezes, se o conteúdo produzido atende às necessidades de quem o procura, estes usuários acabam se tornando uma espécie de embaixadores de sua empresa ou produto. Assim, viram porta-vozes de ideias e ideais da companhia.
O social media marketing
Referência para conquistar seu público, as redes sociais da empresa precisam ter um plano estruturado. Primeiramente, deve-se entender a importância de cada rede e em quais sua empresa ou marca tem que estar. Com uma estratégia focada em práticas de social media marketing, com estrutura e profissionais capacitados para avaliar o comportamento e deixar seus consumidores sentindo-se em casa, as redes sociais ajudarão a empresa a decolar.
Monitoramento
Espécie de termômetro da empresa ou marca, as redes sociais apontam exatamente o que cada um pensa em relação ao que você oferece. Tudo porque estas acabam por funcionar como uma espécie de serviço de atendimento ao cliente. Os clientes não estão satisfeitos com alguma coisa? As redes sociais também servem como um muro das lamentações.
É, portanto, um ótimo canal de comunicação, principalmente quando algo não saiu como planejado. Procure responder a todos, além de agradecer elogios, curtidas, compartilhamentos e toda a interação que for percebida em suas redes. Isso cria um ótimo relacionamento com o cliente, que pode até estar insatisfeito com alguma coisa, mas vai repensar o seu pesar se a resposta for clara, sincera e cheia de honestidade.
Gostou das nossas dicas? Deixe seu comentário.
Saiba como avaliar a qualidade do seu site

Atualmente, existe cerca de 1 bilhão de sites na internet, o que, baseado em estimativas sobre o número de pessoas que usam a web, seria o equivalente a uma página para cada três pessoas. Com tamanha variedade, apenas as melhores conseguem chamar a atenção de um público significativo. Por isso mesmo, ter um bom site é fundamental para garantir uma boa presença on-line. Mas, afinal, o que qualifica um site?
A princípio , você pode pensar que um bom site é aquele recheado de imagens, vídeos e páginas, mas não é bem assim. Um bom site deve se sustentar por alguns princípios: ser confiável, prático e atrativo.
O que torna um site confiável ?
Infelizmente, muitas pessoas se utilizam da internet e da falta de conhecimento de alguns usuários para aplicar golpes, principalmente na hora de vender produtos ou serviços. Por isso, ter um site corporativo que transmita a sensação de confiança é fundamental para você e seus visitantes.
Alguns pontos simples, mas muito importantes, ajudam a dar uma cara mais confiável para seu website. São eles:
Domínio: ter um domínio próprio transmite mais confiança aos visitantes do que sites hospedados em serviços gratuitos ou com domínios desconhecidos;
Informações de Contato: é muito importante deixar um canal de comunicação para solucionar dúvidas e demonstrar que você e sua empresa são, de fato, reais;
Apresente-se: um bom site possui as informações do autor ou empresa responsável por seu desenvolvimento.
O site deve ser prático
Ao criar seu site, não pense apenas no que você gostaria de colocar, mas sim, em primeiro lugar, no que seus visitantes gostariam de ver. Por isso, procure trabalhar para que todas as informações importantes sejam fáceis de encontrar e que a sua página tenha uma navegação intuitiva.
Outros pontos importantes são:
Não deixe o site muito pesado – com excesso de imagens, vídeos ou animações – para facilitar o carregamento das informações mesmo com conexões mais lentas;
Procure ter um site responsivo ou com uma versão mobile. Você sabia que 47% dos brasileiros acessam à internet através dos celulares ?
Tenha sempre em mente a experiência do visitante.
O site deve ser atrativo
Com tantas outras páginas espalhadas pela internet, a sua deve se destacar para ganhar acessos. Por isso, além de ser confiável e prático, seu site também precisa ser atrativo.
Essa é uma das partes mais difíceis de se conseguir, e as dicas variam conforme o seu objetivo. Em primeiro lugar, é preciso oferecer algo ao leitor, seja uma experiência visual agradável ou um conteúdo mais exclusivo. Ou seja:
Além de divulgar seus serviços, ofereça algo em troca para seu visitante. Por exemplo, se você é um designer, acrescente uma parte para visualizarem o seu portifólio. Se você quer divulgar a sua empresa de contabilidade, conte com depoimentos de clientes satisfeitos;
Deixe seu site bonito, evitando excesso de informações e distribuindo os conteúdos em categorias. Isso ajuda o usuário a encontrar mais rápido o que procura;
Traga a interatividade para a sua página, como plugins para compartilhamento em redes sociais e uma sessão de comentários.
Esses são alguns caminhos para garantir uma boa presença na web. Trate o seu site pessoal como o principal cartão de visitas que você está oferecendo ao mundo e cuide muito bem dele!
Gostou das nossas dicas? Deixe seu comentário.
Você sabe quem é o seu cliente?

Você sabe quem é o seu público-alvo? Você conhece seu cliente? Mas o conhece realmente? Sabe quais suas intenções, o propósito com seus produtos e serviços? Conhece suas aplicações e o ajuda inteiramente em seu plano de negócios? Se as respostas para as cinco perguntas acima (incluindo o título) foi respondida com um certeiro sim, parabéns! Você está no caminho certo e pode, por meio dele , trilhar a melhor estratégia de vendas e atendimento. Pode até se vangloriar de saber atendê-lo corretamente.
No entanto, se alguma dúvida ficou no ar, por menor que seja, é preciso rever alguns conceitos. Enquanto muitas empresas e fornecedores de serviços acreditam que apenas responder positivamente a alguma destas questões é o suficiente, o segredo está em ouvir sempre o que o seu público tem a dizer.
Aliás, não somente ouvir, mas esmiuçar cada detalhe. É ouvir com atenção redobrada. Além disso, é necessário preocupar-se com o atendimento que sua empresa fornece a este e a todos os outros.
Dinheiro não é tudo
Pensar em pagamentos e investimentos também não completa o ciclo. Em contrapartida, inclusive, faz com que as rodadas se desgastem em um círculo vicioso. Claro que não se vive de brisa. Mas pensar se a conta fecha todo mês, sem se preocupar se está cumprindo com o seu papel de fornecedor, torna sua empresa em uma companhia comum.
Cair no estereótipo de “melhorzinho” não ajuda. Você não pode ser o melhorzinho dos fornecedores. Tem que ser o insubstituível, o inseparável, o cúmplice; aquele que entende o que ele diz somente com o olhar.
É preciso agir com paixão, com fidelidade. Sem esses dois pontos, o relacionamento não vai em frente. Fadado ao fracasso, o namoro acaba com as partes machucadas. Além do dinheiro, é preciso saber lidar com egos, sonhos, emoções, vontades, desejos e até frustrações. Tudo porque, em um relacionamento saudável, as partes se entendem e se apoiam.
Evitar o desgaste é fundamental
Em uma relação desgastada, além de perder o investimento de seu cliente, você perde o seu melhor: o seu produto que poderia ser usado para ampliar um negócio, gerar lucros ou somente e simplesmente não deixar que este cliente tenha dores de cabeça e preocupações desnecessárias.
É claro, uma discussão de relação faz parte até para que você possa melhorar o seu atendimento. Entretanto, deixar que esta relação seja baseada em discussões intermináveis, que não leva ninguém a lugar algum, não é saudável e pode até tirar parte de sua saúde.
Saúde física e mental? Sim! Afinal, você está lidando com pessoas. E é exatamente isso que muitos se esquecem. Portanto, quanto mais fidelidade e satisfação estiverem atrelados ao conhecimento que você tem de seu cliente, mais tudo corre perfeitamente bem. No entanto, este desgaste pode estar presente desde o começo, sem que ninguém tenha percebido. E assim o problema só aumenta, podendo até fugir do controle.
Conhecer o público-alvo é fundamental
Querer atender a todos do mesmo jeito também não funciona. Expectativas e anseios diferentes devem ter o tratamento adequado para cada caso. Primeiramente, não adianta abraçar ao mundo. É preciso entender quais são suas capacidades sejam elas ligadas ao vender, ao prestar um serviço, ao atender ou mesmo nas três esferas. Assim, vender, implementar ou dar suporte a algo que não estava planejado é frustrante.
A solução para evitar este problema é conhecer seu público-alvo. Para quem você está vendendo e/ou fornecendo suas soluções e serviços? É uma nova pergunta que deve ser respondida antes mesmo da prospecção.
Para seguir a estratégia de negócio de forma clara também é preciso saber alguns pontos:
Saber qual o tamanho da empresa que precisa de suas soluções;
Características pessoais de quem negociará com sua empresa: se é homem, mulher, opiniões pessoais, o que pretende em sua carreira, etc…
Como a empresa que precisa de seus serviços e produtos trata seus próprios clientes;
Como é a estrutura organizacional dentro da companhia de seu cliente;
Para quem você trabalha e, não menos importante,
Acertar responsabilidades e afazeres de todas as partes envolvidas.
Somente conhecendo estes requisitos, com um plano de negócios bem desenhado é que as engrenagens rodam automaticamente a favor de um ótimo relacionamento. E lembre-se: relacionamento saudável atrai relacionamento saudável, com pessoas igualmente saudáveis, que se conhecem e se respeitam.
Gostou das nossas dicas? Deixe seu comentário.
As vantagens do Marketing Digital

Pesquisas de mercado indicam que com 3,2 bilhões de pessoas conectadas à internet ignorar a chamada economia digital não é das estratégias mais inteligentes. Entretanto, para que sua empresa se conecte à essa economia, é preciso conhecer as vantagens do marketing digital. Afinal, como se preparar corretamente para atender seus clientes neste novo modelo?
Pode parecer complicado, mas sem que perceba, você já vive a tal da economia digital. Basta pensar que, ao simplesmente acessar a uma rede social, você está na nuvem (do inglês, em tradução e significado literais, in cloud). Pagar contas virtualmente? Novamente em cloud. Estes são apenas exemplos mais simples do que atualmente é estar conectado.
Para conversar e se entender com este cliente conectado e aproveitar da forma mais estratégica a oportunidade de ser digital, é preciso traçar um planejamento de marketing digital. Este planejamento deve ser engajado em ações práticas que realmente aproxime a sua empresa dos seus consumidores, sejam eles de serviço, produtos ou ambos.
A proximidade com seu público
Já que a maioria está na internet, por que não usar isto a favor do seu negócio? O início do planejamento de marketing digital deve contemplar quem faz parte do seu público. Após ter o site, blog ou mesmo uma página bem estruturada em uma rede social (desde que seu público também esteja por lá), sua empresa pode perceber que muitos resultados positivos nascem somente desta ação.
Isso acontece porque, diferentemente do mundo off-line, o mundo on-line permite que quase todas as ações sejam mensuradas. Ao término de uma campanha de marketing, por exemplo, é possível ver o quanto foi investido, quanto foi captado e o que virou venda de fato. Esta é a melhor forma para acertar seus investimentos e obter o ROI (do inglês Return Of Investiment) positivo.
Tempo real
Na internet tudo é imediato. Assim, você publica uma nota agora e, em seguida, esta corre o risco de ser lida por milhares de pessoas. Aliás, não somente lida: comentada, compartilhada, espalhada. Tudo na hora! Pode até acontecer um efeito viral: aquele que é tão compartilhado e tão comentado que cai no gosto de muitas pessoas. O ROI, neste caso, é garantido!
Mas vamos supor que, por exemplo, a sua publicação não se torne um viral. Com a estratégia correta aplicada em seu planejamento, a segmentação do público que você precisa que veja este produto ou serviço é mais uma das vantagens do marketing digital sobre o marketing tradicional. As chances são mais do que positivas, acredite!
Custo x Benefício
Todo tipo de empresa pode usar e abusar do marketing digital. O fato de estar onde todos estão já é motivo de sobra para investir em uma boa estratégia. Assim, sua empresa pode investir que certamente terá um retorno positivo, mais cedo ou mais tarde. Tudo porque a internet é atualmente quase um item de primeira necessidade, para todas as idades.
Além disso, está repleta de consumidores jovens, os chamados geração Y e Z que praticamente nasceram com acesso a um computador conectado. Basta moderar sua expectativa (lembre-se da importância do planejamento) diante da realidade, medindo o volume e tempo de suas campanhas e ações.
Segmentação e geolocalização
Para que perder tempo expondo seus produtos e serviços para quem não tem interesse? O maravilhoso mundo do marketing digital também oferece a possibilidade de sua empresa se promover apenas para quem é necessário. É possível vender de tudo. Produtos e serviços para executivos, donas de casa, comerciantes, estudantes, trabalhadores autônomos, empresários, empreendedores, etc… Todos têm o seu mundo particular.
Além disso, o marketing digital permite – se assim for necessário, que suas soluções estejam ao alcance de apenas uma determinada região: justamente àquela do interesse de sua empresa.
Interação com outras mídias
Engana-se quem acredita que a internet não conversa com outros tipos de mídia. Basta perceber o quanto diversos segmentos atualmente anunciam seus produtos e serviços em múltiplos canais. Com o marketing digital bem estruturado e planejado, as outras mídias agregam e muito às estratégias de vendas.
O segredo está no planejamento! Estude todos os conceitos e veja o quanto a entrada de sua empresa no mundo digital pode ser positiva com um marketing digital bem estruturado. O mundo é todo seu. Aproveite!
Gostou das nossas dicas? Deixe seu comentário.
O que é SEO? Conheça o Search Engine Optimization

Quando o objetivo do seu site é aparecer no Google, falar de SEO é fundamental, até porque, sem tocar nesse assunto, a conversa ficaria sem muito sentido. Mas afinal, o que é SEO?
SEO: Otimizar, otimizar, otimizar
A sigla SEO vem do inglês, significando Search Engine Optimization, ou seja, otimização do motor de buscas. Quando se fala de SEO, portanto, estamos falando de disciplinas de Marketing Digital, como Planejamento, Pesquisa e outras que, juntas, podem deixar um site melhor visto pelo serviço de busca, como o Google ou o Bing.
Quando você faz uma pesquisa no Google, verá, na maioria das vezes, dois tipos de resultados. Os quatro primeiros geralmente são os pagos, que podem ser identificados pela marca “anúncios”, em amarelo, logo a baixo do link. Os resultados seguintes são os chamados orgânicos, ou seja, os resultados recomendados pelo Google.
Essa lista orgânica é apresentada por uma série de fatores que o Google leva em conta. Simplificando os termos, o Google seleciona as páginas mais relevantes para a busca que o usuário faz e as classifica da melhor para a pior. Ou seja, quanto mais relevante a página, maior a chance de elas ocuparem as primeiras posições no buscador.
E o que o SEO tem a ver com tudo isso?
Garantindo relevância
Uma boa estratégia de SEO, em termos diretos, procura aumentar a relevância de um site ou página da internet para que este apareça nas primeiras posições nos sites de buscas. Para alcançar esses objetivos, uma série de ações são empregadas.
Normalmente, uma estratégia de SEO é baseada em dois pilares: O SEO on page, ou seja, as alterações feitas na página para otimizar o mecanismo de buscas, e o SEO off page, ações tomadas fora do ambiente do site mas que, mesmo assim, afetam a relevância do domínio.
As estratégias de SEO on page envolvem o trabalho de uma keyword (palavra-chave). Existem muitas ferramentas no mercado que ajudam no momento de escolher a melhor palavra-chave para seu negócio. A partir dela você já pode começar a produzir textos otimizados para SEO, saber ordenar as heading tags, criar titles e meta descriptions adequados. Ficou confuso com tantos termos? Não se preocupe, pois nós do DNA do Empreendedor criamos um conteúdo com 5 ações para otimizar o SEO de seu site!
E o SEO off page? Como já explicamos, o que posiciona um site no buscador é a relevância do seu conteúdo. Além de tomar as atitudes corretas na hora de produzir seu site, transformá-lo em uma referência para outros também aumenta sua relevância. Essa relevância pode vir de diversas maneiras, mas, no geral, o maior indicador é a quantidade e, principalmente, a qualidade de links externos que levam ao seu site.
ATENÇÃO: Caso você procure alguma agência ou especialista para fazer o trabalho de SEO do seu site, tome muito cuidado com vendas de serviços como diretório de links ou mesmo na compra de links externos. Essas práticas configuram no chamado black hat, ou seja, elas quebram as regras determinadas pelos buscadores. As punições por black hat costumam ser bem severas, fazendo o seu site perder muitas posições ou até mesmo até ser banido do buscador.
Mas lembre-se: garantir que você tem um bom site é sua principal ferramenta para ter relevância online.
Caso tenha sobrado alguma dúvida sobre o que é SEO, a deixe nos comentários!
Como a Bélgica se tornou um criadouro de terroristas

O terror que vive a Bélgica desde os ataques terroristas da semana passada parece estar longe do fim, uma vez que as autoridades do país ainda lutam para conseguir montar o quebra-cabeça que foi o planejamento desses atos, identificar os seus autores e determinar as suas ligações aos atentados em Paris em novembro do ano passado.
A intensidade e abrangência dos ataques revelaram a existência de uma sofisticada rede terrorista em operação no coração da Europa. Expuseram também a fragilidade da atuação do governo belga na prevenção e na contenção do fenômeno jihadista que toma conta do país, o europeu com o maior número per capita de militantes na Síria e no Iraque combatendo ao lado do grupo Estado Islâmico (EI).
Publicidade
De acordo com o Centro de Estudos de Radicalização e Violência Política (ICRS) da King’s College de Londres, ao menos 500 belgas viajaram para os territórios dominados pelo EI com a intenção de participar da luta pelo estabelecimento do califado. “Esse número é duas vezes maior que o registrado na França e quatro vezes maior que o do Reino Unido”, comentou a EXAME.com o Dr. Shiraz Maher, pesquisador do ICRS especializado no tema.
Tais constatações trouxeram à tona um questionamento inevitável: como, afinal, a Bélgica se tornou um reduto terrorista e um criadouro de jihadistas? Essa resposta é complexa e envolve uma série de fatores que incluem aspectos históricos, sociais e até geográficos desse pequeno país.
Terrorismo belga
Até então poupada de ataques, a Bélgica há tempos é ligada às atividades terroristas que aconteceram em outros países da Europa nos últimos anos. Guy Van Vlierden, jornalista belga que escreve no blog EmmeJihad, mostrou que a célula terrorista de radicais marroquinos por trás dos atentados ao metro de Madri, Espanha, em 2004, operavam da cidade de belga de Maaseik, que fica a pouco mais de 100 quilômetros de Bruxelas. Esse é apenas um dos vários exemplos apurados por ele.
Um dos grupos proeminentes do país no que diz respeito ao recrutamento de jovens para a guerra na Síria chamava-se Sharia4Belgium, que encerrou as atividades em 2012 após jurar lealdade ao EI. Van Vlierden realizou uma extensa pesquisa acerca do surgimento desse grupo, cujo líder Fouad Belkacem está preso desde o ano passado.
Segundo ele, pouco se sabe sobre as ligações estrangeiras que o Sharia4Belgium contava, mas sua investigação revelou que muitos de seus membros participaram de outra facção, mais abrangente, e que atuou na Bélgica, Holanda e na França. Ela teria sido liderada por Amr al-Absi, uma das figuras-chave na ascensão do EI.
Quando muitos deles deixaram a Bélgica para a Síria ou Iraque, continuaram em contato com amigos e familiares ávidos por histórias de aventuras, embora menos radicalizados. “E uma das consequências disso é que hoje há um número considerável de jovens belgas expostos às mensagens extremistas e que consideram esses atos (terroristas) aceitáveis”, escreveu Van Vlierden.
Contexto atual
“Não é fora do comum que terroristas ataquem outras cidades, enquanto mantém as suas longe da violência”, explicou Rebecca Zimmerman, analista da RAND Coporation. “É o que vimos na outra semana: Bruxelas aparentava ser pacífica (com exceção dos atos no Museu Judaico em 2014), mas isso só mascarou o que acontecia”.
Dono de uma comunidade muçulmana diversa, marginalizada em termos sociais e econômicos, e com um governo disfuncional, o país acabou por ganhar pontos nos quais a presença do Estado é mínima, como o bairro de Bruxelas chamado Molenbeek.
Com pouco menos de seis mil quilômetros quadrados de área e ocupado por uma maioria de imigrantes de diferentes origens, é conhecido como um local no qual o tráfico de drogas e a violência são a regra. É também o bairro no qual cresceram alguns dos terroristas envolvidos nos ataques na capital belga na última semana, nos que ocorreram em Paris em novembro passado e também no massacre ao satírico francês Charlie Hebdo em janeiro de 2015.
“Vemos esse tipo de problema nessas comunidades em toda a Europa, mas essa combinação particular de isolamento, falta de oportunidades e inabilidade de o Estado conseguir ser presente nesses bairros criaram uma oportunidade única para o terrorismo na Bélgica”, considerou Rebecca.
O papel de Molenbeek nos atos terroristas recentes em solo europeu foi, inclusive, reconhecido pelo primeiro ministro belga Charles Michel. “Quase todas as vezes, há uma ligação com o bairro”, disse ele dias após os incidentes em Bruxelas. “Já tentamos a prevenção. Mas agora temos de repreender”, declarou.
Mudanças nos padrões
Os atentados em Bruxelas revelaram ainda uma possível mudança no comportamento e na estratégia dos terroristas. E é possível que a pressão das ações policiais recentes, e que incluem, por exemplo, a prisão de Salah Abdeslam, suspeito de ser um dos autores dos ataques em Paris, tenha contribuído para que optassem por agir em seu quintal.
“Não sabemos se os atos foram uma retaliação à prisão de Abdeslam”, comentou Yann Duzert, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), “mas foi definitivamente uma maneira de dizer que eles não serão facilmente derrotados”, pontuou.
Especialistas notam ainda a adoção de uma tática para disseminar a insegurança, por meio da demonstração do poder e da abrangência dos seus atos. José Niemeyer, coordenador de Relações Internacionais do IBMEC, crê que, daqui pra frente, os terroristas devem passar a considerar o desenho da União Europeia e os seus problemas internos no planejamento dos próximos ataques.
“Os atentados na Bélgica mostram um novo laboratório, no qual estão tentando criar uma logística mais eficaz, favorável a ataques mais intensos e realizáveis em espaços de tempo menores”, considerou.
Ataques em Bruxelas
Os ataques na terça-feira passada deveriam ter sido executados por quatro terroristas: três no aeroporto de Zaventem e um na estação de metrô de Maalbeek.
No primeiro local de ataque, o aeroporto, os atos foram executados por Ibrahim El Bakraoui e Najim Laachraoui, que morreram, e um terceiro homem que ainda não foi identificado e que está foragido. Acredita-se que ele tenha escapado do local depois de a sua bomba ter falhado. Já no segundo local, a estação, quem agiu foi Khalid El Bakraoui, irmão de Ibrahim, que também morreu.
Até o momento, ao menos 35 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas, mas é possível que o número de mortos continue a subir.
O que você precisa saber sobre o surto (precoce) do H1N1

O surto fora de época do vírus A, popularmente conhecido como H1N1, está assustando a população e lotando os hospitais do país. Só de janeiro a 19 de março desde ano, a doença matou 46 pessoas no Brasil. Durante todo o ano passado, foram 36 óbitos pelo mesmo motivo.
Até o momento, 11 estados brasileiros já foram afetados com casos graves da gripe H1N1. Normalmente, a circulação do vírus ocorre entre os meses de maio e julho nas regiões mais frias do país.
Publicidade
De acordo com o professor e infectologista da Unifesp, Celso Granato, a epidemia atual é completamente incomum. “Ainda não há nenhuma explicação concreta que justifique o que está acontecendo”, diz.
Para conter a situação atípica, o Ministério da Saúde decidiu nesta segunda-feira (28) que vai antecipar uma vacinação extra. Os estados que fizerem o requerimento devem receber o primeiro lote das vacinas nesta sexta-feira (1). A campanha nacional de vacinação, no entanto, só começa em 30 de abril.
Para Granato, não procede a teoria de que o vírus tenha voltado ao Brasil por viajantes vindos do hemisfério norte – como Estados Unidos, Europa e Canadá.
“Por lá, o surto já é uma realidade nesta época do ano”, afirma. “Em um período de crise, onde o volume de brasileiros viajando é muito menor, não há sentido atribuir que - justo agora - eles tenham reintroduzido o vírus para cá”.
Uma das hipóteses para o agravamento no número de casos é a mudança climática. Para o professor de imunologia da Universidade Mackenzie, Jan Carlo Delorenzi, o verão menos intenso deste ano pode ter contribuído para o surto.
A segunda possibilidade levantada pelo imunologista é a fragilidade da atual epidemia que cerca o Brasil. “A população já está atingida por três grandes surtos. Isso causa uma forte vulnerabilidade epidemiológica nas pessoas”, diz Delorenzi. “Eu diria que existe a probabilidade de uma pessoa com H1N1 já ter sofrido anteriormente por uma infeção de dengue, zika ou chikungunya”.
Para os especialistas consultados , a resposta também pode estar relacionada diretamente ao vírus. De acordo com eles, é possível que o sorotipo atual seja mais violento do que o dos anos anteriores – mais próximo, talvez, ao do surto de 2009, quando a letalidade apresentou índices bem elevados e se transformou em uma pandemia mundial.
Assinar:
Postagens (Atom)
Arquivo do blog
-
▼
2017
(23)
-
▼
maio
(10)
-
▼
mai. 03
(10)
- Câmera indiscreta vai mostrar tudo de pilotos
- Temer: Com ou sem greve, reformas prosseguirão no ...
- Manifestação em frente à casa de Temer foi dispers...
- Indígenas têm mãos decepadas por fazendeiros no Ma...
- Baleia Azul: Deputadas querem entrada da PGR para ...
- STF decide soltar José Dirceu por três votos a dois
- Ex-faxineira se torna juíza e lança livro
- Coreia do Sul afirma que território da Coreia do N...
- Senado norte-americano quer confiscar celular de T...
- Nova plataforma para lançar mísseis de submarinos ...
-
▼
mai. 03
(10)
-
▼
maio
(10)
