
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Tiranos são algemados em outdoor da Anistia Internacional

A Anistia Internacional faz campanha contra a tirania e a tortura sancionada em mais de 140 países ao redor do mundo.
Para levantar essa importante reflexão e chamar a atenção das pessoas e organizações para o problema que viola os direitos humanos, a instituição criou uma campanha impactante de mídia out of home.
Com a ajuda da agência Cossete, de Montreal, no Canadá, a instituição espalhou cartazes de alguns dos homens considerados tiranos pela instituição, incluindo o presidente russo Vladimir Putin, o líder supremo da Coreia do Norte , Kim Jong-un e o presidente da Síria, Bashar Al-Assad.
Um detalhe, entretanto, faz toda a diferença nas peças. Uma espécie de algema, que envolve o pulso desses líderes políticos, é o item utilizado para segurar os cartazes.
Marco Aurélio critica grampos e vê "algo errado" em delações

Entrevista pelo programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira (4), o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), teceu algumas críticas à condução da Operação Lava Jato pelo juiz federal Sérgio Moro, de Curitiba (PR).
Para Mello, parece haver abuso do mecanismo da delação premiada, analisando juridicamente o tema.
“Nunca vi tanta delação premiada, nunca imaginei um número tão grande de delações, algo errado está acontecendo. Não compreendo alguém ser enviado ao xilindró e mantido lá até haver delação premiada, algo errado está havendo”, analisou o ministro do Supremo, que procurou, porém, não desmerecer os avanços obtidos através do mecanismo.
“Não estou pressupondo que haja invencionice dos delatores, ou melhor dos colaboradores do Judiciário, o que não compreendo é que se prenda, invertendo o princípio constitucional, que se prenda para fragilizar o ser humano e ele vir a delatar. Sob minha ótica científica, isso está acontecendo”, emendou Mello.
Questionado sobre a situação do empresário Marcelo Odebrecht, que estaria negociando uma aguardada delação premiada e que já foi condenado a 19 anos de prisão na Lava Jato –, o ministro do STF colocou em dúvida a periculosidade que presos preventivos da operação - que ainda não fecharam colaboração - ofereceriam.
“Será que tem essa periculosidade tão grande a colocar em risco a ordem pública?”, disse ele, em uma semana na qual o Supremo pode analisar o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Odebrecht. Ainda no âmbito da Lava Jato, Mello considerou “condenável” a liberação dos áudios de grampos envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff.
“Se a divulgação fosse cometida divulgação por cidadão comum é crime, com penalidade prevista. Por um magistrado, se tem aí evidentemente um erro de procedimento, que pode caber uma sanção no campo administrativo”, analisou, dizendo ainda que Moro - que se desculpou pelo episódio - tem prestado “serviços louváveis” ao País, mas que ele não pode ser tido como um “semi-Deus”.
“Alguns erros acabam desqualificando outros procedimentos corretíssimos (da operação). Mas por isso, felizmente, temos os recursos, que são avaliados com equidistância (nas instâncias superiores). Nós erramos, no proceder e na arte de julgar”, explicou.
‘Golpe’ e mais Lula
Marco Aurélio Mello foi questionado ainda sobre a possibilidade de que Dilma pudesse ser uma “presidente de fachada” com a ascensão de Lula ao posto de ministro-chefe da Casa Civil – condição suspensa até o momento e que é alvo de ações junto ao STF. Para o ministro do Supremo, o próprio “gênio” da presidente torna tal afirmação equivocada.
“Pelo gênio da própria presidente da Republica, se diz que é muito voluntariosa e que não ouve sequer os assessores que a circundam”, comentou. Na visão de Mello, a indicação de Lula para o ministério de Dilma é muito mais uma “tábua de salvação” do governo do que propriamente uma tentativa de “fugir” de Sérgio Moro.
“Será que ele buscaria o foro para salvar a própria pele e deixaria a mulher e o filho sob a vara de Sérgio Moro. Não seria a postura esperada do homem médio. Não posso presumir o excepcional, de que Lula tenha buscado a nomeação para não ficar sob a jurisdição de Sérgio Moro”, avaliou.
Mello ainda considerou “irreal” a proposta de eleições gerais em 2016 (“contraria aos ditames constitucionais” e “dependeria de uma renúncia coletiva de Dilma e Temer”), criticou a barganha envolvendo o governo e partidos da base (“é a realidade política brasileira”) e se disse contrário ao conceito de foro privilegiado no Brasil, uma vez que não seria republicano.
“Sou de concepção democrata, penso que todo e qualquer cidadão, independentemente de cargo ocupado, deve ser julgado pelo juiz de primeira instância, como ocorre nos Estados Unidos”, afirmou. Entre as polêmicas que envolveram o seu nome, Mello esclareceu que foi mal compreendido ao dizer que “impeachment sem base legal é golpe”.
“Não admiti o processo em andamento, não parei para examiná-lo, não conheço os detalhes e não me atreveria a antecipar a visão de que estamos diante de um golpe”, ponderou o ministro do STF.
Ele ainda esclareceu a minuta que vazou na semana passada, na qual ele pediria que um pedido de impeachment contra o vice-presidente da República, Michel Temer, fosse aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). De acordo com Mello, ele é “um juiz muito sugestionável” e que a minuta – divulgada equivocadamente por sua assessoria – “não tem validade jurídica”.
Abilio financiou compra de ações do Carrefour, dizem fontes

O bilionário Abilio Diniz financiou a compra de ações do Carrefour através de um empréstimo de cerca de 750 milhões de euros (US$ 850 milhões) junto ao Bank of America, de acordo com pessoas com conhecimento da situação.
A aquisição de 525 milhões de euros em ações da Carrefour -- que elevou a participação do brasileiro na varejista francesa para mais de 8 por cento -- foi totalmente financiada por um acordo estruturado, de acordo com informações divulgadas pelas autoridades francesas no mês passado que não citavam o nome do banco envolvido. Diniz está avaliando aumentar ainda mais sua participação nos próximos meses, disse uma dessas pessoas, que pediu para não ter o nome revelado porque os detalhes não são públicos.
Diniz vem elevando sua participação no Carrefour e se tornou seu terceiro maior acionista, trabalhando para obter um assento no conselho da varejista. Sua empresa de investimentos, a Península, também comprou uma fatia de 10 por cento na unidade brasileira do Carrefour em dezembro. O Carrefour informou que irá propor a nomeação de Diniz durante uma assembleia de acionistas em maio.
Representantes do Bank of America e da Península se recusaram a comentar.
A operação, que tem vencimento em julho de 2021, tem hedge contra a depreciação de ações do Carrefour, segundo o documento divulgado. A Liberty, do bilionário John Malone, realizou transações de hedge semelhantes quando elevou sua participação na ITV no ano passado.
O acordo de empréstimo usa 30,75 milhões de ações como ativo subjacente, avaliadas em aproximadamente 750 milhões de euros pela cotação do papel em 30 de março, a data do documento.
Diniz fez fortuna com supermercados, começando com a padaria fundada pelo pai e chegando a ter a maior varejista do Brasil. Há cinco anos, o bilionário fracassou na tentativa de juntar a Cia. Brasileira de Distribuição Grupo Pão de Açúcar com o Carrefour, em uma tacada para desfazer um acordo que cedia o controle ao Casino Guichard-Perrachon. Ele se afastou da presidência do conselho da GPA em 2013.
Nokia cortará 14% da força de trabalho por fusão com Alcatel

A Nokia vai reduzir seu quadro de funcionários em até 14 por cento, com cortes de postos de trabalho em todo o mundo, como parte de um plano para economizar mais de US$ 1 bilhão por ano após a fusão com a rival fabricante de hardware de rede Alcatel-Lucent.
A empresa deverá eliminar de 10.000 a 15.000 postos de trabalho de um total de 104.000, segundo pessoas familiarizadas com o plano, que pediram anonimato porque a informação não é pública. Serão eliminados cerca de 1.300 empregos na Finlândia, disse a Nokia nesta quarta-feira, sem fornecer um número global. Uma quantidade um pouco maior de funcionários será demitida na Alemanha, disseram as pessoas.
Os sindicalistas vêm se preparando para os cortes desde o ano passado, quando o CEO Rajeev Suri estabeleceu a meta de reduzir os custos operacionais anuais em cerca de 900 milhões de euros (US$ 1,02 bilhão) em 2018 reduzindo produtos, serviços e cargos de vendas sobrepostos após a aquisição de US$ 18 bilhões. Antes disso, ele recuperou a divisão de redes da Nokia, que estava em dificuldades, cortando custos e focando em contratos mais lucrativos de equipamentos e serviços.
Suri discutiu as medidas com representantes sindicais por meio de teleconferência nesta quarta-feira, disseram as pessoas informadas sobre o assunto. A empresa informou em um comunicado que se reunirá com os trabalhadores em cerca de 30 países nas próximas semanas.
“É cedo demais para discutir qualquer número de redução global porque só estamos iniciando agora os processos específicos por país e eles avançarão de acordo com a legislação e as práticas locais”, disse a Nokia.
A Nokia se recuperou de perdas anteriores com o planejamento de cortes, divulgado em primeira mão pela Bloomberg. As ações da empresa subiam 1,3 por cento e estavam em 5,15 euros às 16h08 em Helsinque, avaliando a empresa em 30 bilhões de euros.
As reduções também visam a ajudar a Nokia a lidar com um ambiente comercial desafiador em 2016 e com uma concorrência intensa da chinesa Huawei Technologies, disse uma das pessoas.
A Nokia, a Huawei e a sueca Ericsson estão enfrentando pressão por receitas em um momento em que as operadoras de telefonia celular começam a cancelar investimentos nas redes de telefonia de quarta geração. O investimento global em estações de base 4G deverá cair 15 por cento em 2016. Por essa razão, a Nokia e a Ericsson estão tentando cortar custos e procurando outros bolsões de crescimento nos ramos de softwares e serviços.
Os cortes são o problema mais recente do país de origem da Nokia, a Finlândia, que lida com uma delicada recuperação econômica e com um índice de desemprego persistentemente alto. A Microsoft cortou 2.300 postos de trabalho no país nórdico após comprar a divisão de telefonia da Nokia, em 2014.
A Nokia empregava 24.000 pessoas em 2000 na Finlândia quando dominava o mercado internacional de telefones celulares. O número caiu para cerca de 7.000 no ano passado após a venda para a Microsoft e os programas anteriores de redução de empregos.
As divisões de redes da Nokia e da Alcatel-Lucent mantêm cerca de 4.800 trabalhadores na Alemanha e de 4.400 na França e também contam com funcionários em cerca de 120 outros países.
A França evitará a maior parte das reduções, porque a Nokia tentará cumprir a promessa de manter cerca de 4.200 empregos no país, incluindo 2.500 em pesquisa e desenvolvimento, disseram as pessoas. A Nokia prometeu ao governo francês preservar os empregos e manter a posição de importância do país em termos de inovação ao pedir aprovação para a aquisição.
“Este foi um jogo entre França e Finlândia”, disse Pertti Porokari, presidente do Sindicato dos Engenheiros Profissionais da Finlândia, em um comunicado. “A Finlândia perdeu”.
Celso de Mello nega abertura de novo impeachment de Temer

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou hoje (6) novo pedido para abertura de processo de impeachment contra o vice-presidente da República, Michel Temer.
O pedido foi feito pelo deputado federal Cabo Daciolo (PTdoB-RJ). Na decisão, o ministro entendeu que o Supremo não pode interferir nas atividades do Congresso.
"Não conheço do presente mandado de segurança, em atenção e em respeito ao postulado essencial da separação de Poderes, restando prejudicado, em consequência, o exame do pedido de liminar", decidiu.
Daciolo recorreu ao Supremo após decisão de Eduardo Cunha que rejeitou abertura de processo de impeachment contra Temer por crime de responsabilidade. O deputado prentedia que o vice-presidente fosse incluído no processo de impeachment que tramita contra a presidenta Dilma Rousseff.
O parlamentar sustentou que não há como dissociar a conduta de Temer na assinatura de decretos de créditos suplementares. Dessa forma, segundo o parlamentar, o vice também deve responder por crime de responsabilidade.
"Em relação a edição de decretos sem número, a participação do vice-presidente foi ativa e não tão somente omissiva, pois nas datas em que a presidente da República se ausentava em viagem para o exterior, na condição de presidente em exercício, o vice-presidente autorizou indevidamente e sem o aval do Congresso Nacional a liberação de créditos suplementares", diz o deputado.
De acordo com Mello, Eduardo Cunha tem poderes para admitir ou não o processamento da denúncia do deputado. Para o ministro, a matéria deve ser decidida internamente pela Câmara, sem interferência do Judiciário.
"A deliberação ora questionada nesta sede mandamental, como claramente resulta de seu texto, exauriu-se no domínio estrito do regimento legislativo, circunstância essa que torna inviável a possibilidade jurídica de qualquer atuação corretiva do Poder Judiciário, constitucionalmente proibido de interferir na intimidade dos demais Poderes da República", argumentou.
A ação do deputado foi protocolada no STF um dia depois da decisão do ministro Marco Aurélio, que determinou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, dê seguimento a um pedido de impeachment contra Michel Temer. A posição do ministro foi tomada em uma ação do advogado Mariel Marley Marra contra o presidente da Câmara dos Deputados, que negou o seguimento do processo contra Temer.
Mesmo réu, Cunha pode assumir presidência, diz Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, afirmou ao Valor que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), poderá assumir a presidência do País, mesmo sendo réu na Operação Lava Jato.
Esta hipótese leva em conta a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a ausência do vice Michel Temer.
"Enquanto [Cunha estiver apenas] denunciado, não há esse impedimento. Se condenado, claro [que há]. Inclusive porque há perda de funções. Mas há outras pessoas que já tiveram denúncias recebidas do STF e continuam exercendo o mandato", disse o ministro, na terça-feira (5), no no 7º Congresso de Pesquisa de Mercado e Opinião Pública, em São Paulo, segundo o Valor."
Cunha é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é alvo de um pedido de afastamento do comando da Câmara e do cargo de presidente da Casa, protocolado pelo procurador-Geral da República, Rodrigo Janot. O Supremo analisa desde o fim do ano passado o pedido. Ainda não há data para julgamento.
O custo da guerra de Dilma contra o impeachment
A cada avanço do governo na batalha de Dilma Rousseff contra o impeachment, o mercado piora.
A alta do dólar nesta semana, quando o afastamento da presidente ficou mais incerto, espelha esta apreensão dos investidores. O receio não se limita ao risco de a crise política persistir caso Dilma sobreviva.
O mercado também teme o custo da batalha que a presidente vem travando pela sua sobrevivência, que parece enterrar de vez o já tímido ajuste fiscal tentado até o ano passado.
O mercado financeiro exagerou nas apostas em um processo de impeachment mais rápido, diz Monica De Bolle, pesquisadora no Peterson Institute for International Economics e professora-adjunta da Johns Hopkins University. “O vai e vem é normal no processo. O mercado não considerou as manobras que o governo faria para se salvar a qualquer custo.”
De Bolle, que considera o impeachment necessário, embora não suficiente para superar a crise, chama a atenção para vários movimentos do governo que vão na contramão da necessidade de melhorar a gestão da economia e do ajuste fiscal. O mais recente é a tentativa, noticiada pelos jornais nos últimos dias, de cortar os preços dos combustíveis, apesar do elevado endividamento da Petrobras. “Esta medida não é factível, pois a situação de caixa da Petrobras é dramática.”
Outra medida contraproducente, segundo a economista, é a proposta de criação da ”banda fiscal”, que na prática acaba com a meta. O próximo governo, diz ela, terá o grande desafio de reconstruir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Outra proposta recente do governo, de usar depósitos remunerados no Banco Central no lugar das operações compromissadas, também é criticada por De Bolle, que vê pouca chance de a medida ser implementada. A proposta reduz a transparência das contas públicas, o que “é típico deste governo”, diz De Bolle.
A atuação do governo diante da crise política agravada pelo impeachment é uma preocupação adicional para o mercado, diz Paulo Petrassi, gerente de renda fixa da Leme Investimentos. ”O governo está totalmente preocupado com o impeachment, não com a economia. A política fiscal está descontrolada.”
Petrassi antevê um cenário de deterioração tanto para a economia quanto para o mercado em caso de Dilma vencer a batalha pelo impeachment. Para manter o poder, Dilma precisa apenas evitar que a oposição obtenha 342 votos. Seguirá com baixo apoio no Congresso, popularidade perto de 10% e economia em recessão profunda. Neste cenário, o dólar pode ir a R$ 4,50, acompanhado por bolsa em queda e juros em alta, com a continuidade do atual governo gerando uma ”bola de neve” de piora do mercado e agravamento da crise econômica, segundo o gestor da Leme Investimentos. ”Vai ser uma vitória de Pirro”, diz Petrassi.
Monica de Bolle considera que dificilmente o governo Dilma se salva. O problema, observa, é que, se o impeachment não passar agora, será provável que surjam novos processos de impeachment e ainda restará o processo no TSE, o que tornará o processo ainda mais demorado. Dilma tornou-se uma ”presidente Zumbi”, que não consegue governar, diz a economista.
A pesquisadora cita ainda as notícias sobre ofertas de ministérios e outros cargos em troca de apoio no Congresso entre os sinais de deterioração das condições de governabilidade, que pioram as expectativas da economia. ”O governo virou um balcão de negócios”, diz De Bolle.
Samsung registra patente de lentes de contato com câmera

Os avanços tecnológicos podem criar muitas alternativas para a nossa rotina em, até mesmo, mudar alguns comportamentos de seres humanos. É o caso de robôs que já executam tarefas domésticas com perfeição e mesmo da tão falada realidade aumentada.
Algumas dessas invenções da tecnologia chegam a ser assustadoras de tão avançadas. Uma lente de contato com uma câmera, por exemplo, é algo que há alguns anos facilmente poderia fazer parte de um roteiro de ficção cientifica. Para a Samsung, no entanto, essa ideia é perfeitamente plausível e faz parte dos seus planos para um futuro próximo.
É o que indica a patente de um projeto de lentes de contato com câmeras embutidas registrada pela gigante na Coreia do Sul. Uma espécie de "Google Glass avançado", o objeto faria com que as informações fosse projetadas diretamente nos olhos dos usuários.
O dispositivo também seria capaz de captar imagens e transferi-las para outros devices a que estiver conectado, como um notebook ou um tablet.
O registro da patente aconteceu em 2014, mesmo ano em que o Google patenteou suas lentes de contato inteligentes que mediriam o nível de açúcar em pessoas diabéticas. Apesar disso, não há nenhuma confirmação de que a empresa estaria de fato trabalhando para tornar o produto real.
Caso isso aconteça, seria um marco no setor de tecnologia wearable, os chamados devices "vestíveis".
Roberto Jefferson volta à Câmara para defender impeachment
Onze anos depois de ter o mandato cassado, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) voltou hoje (6) à Câmara para defender a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Delator do mensalão e condenado a mais de sete anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após o julgamento da Ação Penal 470, Jefferson prometeu “trabalhar duro” para unir o PTB a favor do afastamento de Dilma.
Militante da chamada tropa de choque do ex-presidente Fernando Collor Mello, cassado em 1992, Jefferson disse hoje que Dilma não tem mais condições de se manter à frente do país.
“O governo acabou politicamente e moralmente. Não há condições mais de ela [Dilma] continuar à frente do governo. Como não temos um regime parlamentarista, vamos para o impeachment”, argumentou. Conhecido por suas frases de efeito, Jefferson disse que o colega de partido Jovair Arantes (GO), relator da Comissão Especial do Impeachment, fez “um golaço de rasgar a rede” ao defender o prosseguimento do processo de afastamento.
“Ele merece um troféu”, disse. Para o ex-deputado, a batalha pelo impeachment não será fácil. “É uma luta do dia a dia, tem que ser buscada, não é uma luta fácil.”
Eduardo Cunha Na avaliação do Roberto Jefferson, as acusações contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o fato de o deputado ser réu em ação no STF não inviabilizam o trabalho do peemedebista à frente da sessão que votará o impeachment. “Ele conhece profundamente o regimento interno e tem dado um show de interpretação, de bom senso na aplicação. Está indo muito bem”.
Segundo Jefferson, Cunha trava uma batalha contra o PT, da qual vai sair vitorioso. “Ele vai vencer o duelo. O Lula [ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva] nunca esperou encontrar um pistoleiro tão bom quanto ele: rápido de gatilho, que atira pelas costas, atira na tocaia, rouba no jogo de pôquer, assalta o banco da cidade. O Lula nunca esperou encontrar um pistoleiro a altura dele. Ele [Cunha] é o meu herói”, ironizou.
Eleições Gerais Em relação à proposta de realização de eleições gerais ainda este ano, defendida pela ex-senadora e ex-candidata à Presidência Marina Silva (Rede Sustentabilidade) e lideranças do PMDB, Jefferson disse acreditar que isso “enfraquece” o movimento pelo impeachment.
“Como ela [Marina Silva] é próxima ao PT e quer herdar parte dos eleitores do PT, está fazendo esse discurso, que é ruim e enfraquece essa decisão do Congresso, da sociedade de colocar um ponto final, um basta ao desgoverno do PT
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