
terça-feira, 12 de abril de 2016
7 hábitos que sabotam a concentração de qualquer concurseiro

Cansados, nervosos e pressionados pelo tempo, muitos candidatos a concursos públicos ficam suscetíveis às menores distrações durante os estudos.
Do barulho na rua às notificações do celular, qualquer estímulo parece ser forte o suficiente para quebrar a concentração e devolver a linha do pensamento à estaca zero.
O prejuízo não é pequeno. De acordo com Gloria Mark, pesquisadora da Universidade da Califórnia, em Irvine, nosso cérebro demora em média 23 minutos para retornar plenamente à sua tarefa original após uma interrupção.
A ausência de um bom plano de estudos, que estabeleça metas claras e exequíveis para cada semana de trabalho, atrapalha ainda mais o foco e pode sabotar definitivamente as chances de sucesso na prova.
Veja a seguir 7 hábitos comuns que minam a eficiência dos estudos, segundo especialistas em preparação para concursos públicos:
1. Estudar na “companhia” do celular
Para Gladstone Felippo, coordenador do IMP Concursos, este é o hábito mais nocivo de todos. “A tentação de conferir aplicativos de mensagens e redes sociais tira totalmente o foco do candidato”, diz ele. “Estudar com o celular do lado é assinar a sentença de reprovação”. Para Renata Xisto, psicóloga e coach especializada em concursos públicos, a única saída é colocar o aparelho no modo avião. “Deixar apenas no silencioso não funciona, porque a vibração vai atiçar a sua curiosidade do mesmo jeito”, diz ela.
2. Esquecer a necessidade de intervalos
Felippo diz que não há pior veneno contra o foco do que o cansaço. “Muitos pensam que estudar por muitas horas seguidas vai garantir a aprovação, o que é um grande equívoco”, diz ele. Segundo a neurociência, nosso cérebro não consegue se fixar em um único objeto por mais do que uma hora. Passado esse prazo, sugere o especialista, faça uma pausa de 15 minutos para esticar as pernas e refrescar a cabeça.
3. Ter um ambiente de estudos mal iluminado ou barulhento
Buscar um espaço claro, silencioso e acolhedor para estudar ajuda muito na compreensão e na fixação dos conteúdos, afirma Paulo Estrella, diretor da Nova Academia do Concurso. “Isso não quer dizer que o candidato só deva estudar nesse ambiente ideal”, pondera o especialista. “Transporte público, longas filas, qualquer lugar pode ser aproveitado para ter contato com a matéria, ainda que a eficiência desse estudo seja menor”.
4. Estudar o dia inteiro uma única disciplina
Na opinião de Estrella, fazer longas sessões de estudo monotemáticas não é uma estratégia eficiente, porque o cérebro do candidato fica “viciado” em uma única forma de raciocinar e acaba se cansando. “Trocar de disciplina depois de duas ou três horas de estudo muda a lógica e aumenta a eficiência do estudo”, explica.
5. Estudar muitas disciplinas na mesma semana
Outro erro tático é compor uma agenda de preparação diversificada demais. Diante de uma variedade excessiva de assuntos, a cabeça se cansa e fica mais vulnerável a distrações. Segundo Estrella, o problema é comum entre concurseiros que buscam concursos de nível superior, que podem chegar a ter 25 disciplinas. “O ideal é separar o conteúdo em ciclos semanais, cada um com no máximo 8 matérias”, diz o especialista.
6. Descuidar da postura
O processo de assimilação e memorização do conteúdo também é muito prejudicado se o candidato não cuida da própria postura física ao estudar. “É importante que a cadeira e a mesa sejam confortáveis, porque você precisa se sentir bem para se concentrar”, diz Rachel Almeida, gerente do site Concurso Virtual. Ficar estirado no sofá ou na cama pode até parecer prazeroso, mas causará dores a médio prazo. Cedo ou tarde, o mal-estar físico decorrente da postura inadequada acabará interferindo na sua concentração.
7. Não enxergar prioridades
Segundo Francisco Saint Clair Neto, coordenador da Pousada do Concurso, é fundamental estipular metas diárias de estudo para não se dispersar facilmente. Para isso, é importante não tentar fazer “malabarismo” com as obrigações do dia, afirma a psicóloga Renata Xisto. “É preciso ter foco e fazer uma coisa de cada vez”, diz ela. Além disso, é essencial determinar quais são os assuntos prioritários para o concurso, e dedicar-se com mais afinco a eles - tudo com base em uma análise afiada do edital.
Como o brasileiro cuida e quanto gasta com seus pets

O Brasil tem por volta de 132,4 milhões de animais de estimação, dos quais 52,2 milhões são cachorros e 22,1 milhões são gatos, segundo dados do IBGE fornecidos pela Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação).
O cuidado com a alimentação e a saúde desses bichinhos movimenta cerca de 17 bilhões de reais por ano.
O mercado de petcare no país, porém, ainda tem muito espaço para crescer, segundo Sandro Cimatti, sócio-diretor da CVA Solutions e responsável por uma pesquisa inédita sobre o tema.
Isso porque, de acordo com ele, parte dos brasileiros ainda não assimilou orientações como alimentar os animais com ração industrializada, levá-los com frequência ao veterinário, tratá-los com medicamentos e ter um seguro saúde pet.
"Menos de 3% dos donos de cães e gatos já têm plano de saúde. E quando perguntados sobre a hipótese de o custo com esse serviço ser de 70 reais ao mês, cerca de 30% deles afirmaram que contratariam. Ou seja, ainda falta o consumidor conhecer este serviço”, ressalta Cimatti.
A maioria dos brasileiros, conforme o levantamento, considera seus pets como um membro da família, ou mesmo como um filho.
O estudo da CVA ouviu 3.782 donos de cães e 2.206 donos de gatos em todo o país.
O que você precisa saber sobre a agenda desta terça-feira

O mercado vai monitorar nesta terça-feira (11) a divulgação do indicador de vendas no varejo brasileiro em fevereiro.
Ainda na cena interna, sai o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Condumidor - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) da primeira quadrissemana de abril.
Lá fora, as atenções recaem sobre o orçamento do Tesouro dos Estados Unidos no mês de março.
Justiça belga indicia dois novos suspeitos por ataques

Um juiz de instrução da Bélgica colocou nesta terça-feira sob mandato de detenção Smaïl F. e a Ibrahim F. e os acusou como autores, coautores e cúmplices dos atentados terroristas de 22 de março no metrô e no aeroporto de Bruxelas, informou a procuradoria federal do país europeu à agência "Belga".
Os dois homens são acusados de participação em atividades de um grupo terrorista, assassinatos terroristas e de tentativas de assassinatos terroristas como "autor, coautor e cúmplice", segundo a procuradoria.
Nenhuma outra informação complementar será dada neste momento da investigação, que continua ativa, dia e noite", concluiu a Procuradoria.
O Ministério Público belga acrescentou que Smaïl F., nascido em 1984, e Ibrahim F., em 1988, estariam relacionados com o aluguel do apartamento na avenida dês Casernes, no distrito bruxelense de Etterbeek, onde a polícia fez buscas no sábado, mas não encontrou armas ou explosivos.
A emissora pública "VRT", por sua vez, informou que os dois novos acusados são irmãos e foram detidos neste fim de semana.
Veículos de imprensa como a emissora "RTBF" asseguram que foi do apartamento de Etterbeek que saiu a célula que atacou a estação de metrô de Maelbeek, onde Khalid El Bakraoui se explodiu.
Outro dos acusados, Osama Krayem, acompanhava Bakraoui até momentos antes que este se explodisse, mas saiu vivo dos atentados e foi detido na sexta-feira.
Os investigadores esperavam encontrar no apartamento de Etterbeek uma mochila de Krayem que é idêntica a que foi utilizada por Bakraoui logo antes do atentado, de acordo com imagens de uma câmera de segurança, mas o objeto não foi encontrado e ainda está sendo procurado pela cidade.
No último sábado, outro suspeito - Mohammed Abrini - foi acusado de participação em atividades de um grupo terrorista, assassinatos terroristas e tentativas de assassinatos terroristas.
Abrini é acusado de participar de atividades terroristas e de assassinatos terroristas dentro da investigação belga dos atentados de 13 de novembro em Paris.
Os riscos por trás do plano de previdência da sua empresa

Você investiu durante toda a vida para ter uma aposentadoria tranquila e manter a qualidade de vida que tem hoje. Seus recursos foram aplicados por anos ou até décadas no fundo de pensão na empresa em que trabalha. Mas aí vem a surpresa, que mais parece pesadelo: seu fundo é denunciado por fraude e má gestão. E agora?
A CPI dos fundos de pensão apontou esquemas fraudulentos, cujos prejuízos já passam dos 3 bilhões de reais, nas quatro maiores entidades de previdência complementar do país, todas estatais: Previ, do Banco do Brasil, Petros, da Petrobrás, Funcef, da Caixa Econômica Federal e Postalis, dos Correios. O relatório da CPI, apresentado na última segunda-feira (11), afirma que 200 pessoas devem ser indiciadas.
Além das fraudes, segundo a Previc, entidade que regula os planos de previdência fechados, em 2015 os fundos de pensão registraram um déficit de 77,8 bilhões de reais, o que agrava a situação.
Qualquer fundo pode quebrar se houver má gestão dos investimentos, e as fraudes aumentam os riscos de que os benefícios não sejam pagos integralmente no futuro, dizem especialistas. Mas é preciso cautela para decidir o que fazer com o dinheiro investido. Primeiro, o importante é estar por dentro das regras de governança do plano de previdência e de quem o dirige.
Se comprovadamente houve déficit devido a esquemas fraudulentos, o trabalhador precisará dividir a conta com a empresa para repor o que foi roubado, como explica o professor de finanças da USP e especialista em previdência, José Roberto Savoia. "Ninguém que fraudou vai devolver o dinheiro, então serão necessários aportes maiores", explica. Em outras palavras, para receber o mesmo benefício no futuro, tanto o contribuinte, quanto a empresa, terão que depositar valores maiores a partir de agora.
Mas só vale a pena pagar essa conta se houver mudanças na direção e nas regras de gestão do fundo. Caso contrário, a recomendação é passar a investir em outras aplicações.
No entanto, se o trabalhador ainda é empregado da estatal, a lei da portabilidade não permite transferir o dinheiro aplicado para outra instituição, e só será possível sacar o valor depositado após um tempo mínimo de contribuição, que varia conforme o contrato.
Diversifique os investimentos para a aposentadoria
Diversificar os investimentos para a aposentadoria e não depender apenas de um fundo de pensão é altamente recomendável, como sugere Alfredo Meneghetti Neto, consultor em finanças pessoais e professor de economia da PUC-RS. “Além do dinheiro aplicado em fundos de pensão, recomendo gerir os próprios fundos, misturando títulos do Tesouro, renda fixa e renda variável”, propõe.
Ele acredita que os riscos dos fundos de estatais quebrarem no futuro são baixos, mesmo com as fraudes, porque eles estão sujeitos à fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e dos próprios trabalhadores.
Para Fernando Meibak, consultor financeiro e sócio da Moneyplan, a má gestão dos fundos de pensão de estatais no Brasil é crônica e só terá fim quando as empresas públicas terceirizarem a gestão dos recursos da previdência fechada. “O que acontece é uma crueldade com os trabalhadores”, lamenta.
Na opinião de Meibak, o contribuinte que estiver em um fundo fraudado deve parar de investir imediatamente e, se possível, sacar os recursos ou transferí-los para outra instituição. Em fundos de pensão de empresas privadas, os riscos são drasticamente menores para funcionários, já que a gestão dos recursos é terceirizada.
Organizados por empresas para garantir a aposentadoria dos empregados que aderirem ao plano, os fundos de pensão são vantajosos porque, em muitos casos, os empregadores fazem contribuições ao plano junto com seus funcionários. Assim, se a cada real investido pelo funcionário a empresa investe mais um real, é como se a rentabilidade do plano fosse de 100%, um retorno imensamente superior à média do mercado.
Além disso, a empresa consegue negociar taxas melhores de administração e de carregamento. No entanto, essa não é a única opção para se preparar para a aposentadoria. Há, também, os planos de previdência privada aberta, disponíveis em instituições financeiras no mercado.
Para quem ainda está em dúvida sobre onde aplicar seus recursos para a aposentadoria, os especialistas esclarecem que fundos de pensão de empresas consideradas saudáveis financeiramente são um ótimo investimento, pois rendem mais no longo prazo e facilitam a vida de investidores indisciplinados. Os participantes dos fundos podem deduzir até 12% de sua renda tributável e têm sua contribuição descontada do salário mensalmente.
Associações do setor dizem que não há riscos para contribuintes
Associações que representam o setor de fundos de pensão e seus beneficiários afirmam que é necessário cautela antes de abrir mão do plano investido para evitar prejuízos.
A Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (Anapar), entidade em defesa dos contribuintes, argumenta que apenas no caso da Postalis, dos Correios, os rombos nas contas foram comprovadamente causados por má gestão, e que seus dirigentes já foram punidos. Nos fundos das demais estatais (Previ, Petros e Funcef), os resultados ruins são causados pela conjuntura econômica do Brasil.
“Não acredito que os participantes estejam correndo algum risco. O déficit é apenas a fotografia do momento e não há nada que indique que o futuro não será melhor”, afirma a presidente da Anapar, Claudia Ricaldoni. Ela também lembra que os funcionários podem acompanhar os investimentos e que qualquer problema deve ser denunciado. Quanto mais compartilhadas as regras de gestão e governança das entidades, mais seguro um fundo é.
O presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), José Ribeiro, que representa os fundos de pensão, destaca que o principal fiscal dessas entidades deve ser o seu contribuinte, que elege os responsáveis pela gestão. “Previdência é um negócio de risco. Quanto melhor for a gestão de um fundo, menos riscos ele terá”, avalia.
Lula compara assédio ao governo com fascismo e nazismo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou nesta segunda-feira a crise política vivida no país com o surgimento do fascismo e do nazismo na Europa, durante um grande ato organizado por intelectuais e artistas no Rio de Janeiro, em defesa do governo de Dilma Rousseff.
"Foi assim que surgiu o nazismo na Alemanha, quando Hitler mandou perseguir os socialistas e os comunistas. Foi assim que nasceu o fascismo na Itália. E nós queremos dizer bem alto que aprendemos a gostar da democracia porque só a democracia permite que alguém como eu chegue à presidência, que uma Dilma chegue à presidência", disse Lula.
Durante o ato, realizado nos Arcos da Lapa, no centro do Rio de Janeiro, intelectuais e artistas simpáticos ao Executivo expressaram seu apoio a Lula e Dilma e se pronunciaram em defesa de uma "democracia ameaçada".
A iniciativa foi convocada por Chico Buarque, Wagner Moura, Leonardo Boff, Fernando Morais e Eric Nepomuceno, entre outros.
"O que vivemos hoje no Brasil é uma clara ameaça ao que foi conquistado a duras penas: a democracia. Uma democracia ainda incompleta, é verdade, mas que soube, nos últimos anos, avançar de maneira decidida na luta contra as desigualdades", disse Nepomuceno.
Wagner Moura, que não pôde comparecer ao evento, enviou uma mensagem gravada na qual explicou que "jamais" votou em Dilma e confessou que não a considera a presidente "mais extraordinária" da história do Brasil, mas afirmou que "muitos sim, o fizeram" e pediu respeito ao resultado das urnas.
Também se mostrou crítica com a gestão do PT a líder indígena Sônia Guajajara, que não hesitou em pedir ao ex-presidente Lula que o Executivo "dê um passo para trás para repensar a forma de desenvolvimento" do país para respeitar seus povos e sua natureza, e advertiu sobre o perigo que representaria a volta ao poder daqueles que "roubaram as terras" de seu povo.
"Temos que criar uma democracia onde os movimentos sociais contem", afirmou Boff, enquanto Chico Buarque fechava o ato com uma afirmação contundente: "Estaremos juntos em defesa da democracia. Não vai ter golpe".
Justiça dos EUA vai julgar Led Zeppelin por plágio

Um júri de um tribunal de Los Angeles, nos Estados Unidos, decidirá se o lendário grupo de rock Led Zeppelin plagiou o início de sua famosa canção "Stairway to Heaven" depois que a Justiça admitiu um processo contra a banda britânica, divulgou nesta segunda-feira o canal de notícias "Bloomberg".
O juiz do distrito Gary Klausner em Los Angeles indicou que as notas iniciais de "Stairway to Heaven" são suficientemente parecidas com as da canção instrumental "Taurus", do grupo americano Spirit.
O julgamento sobre o suposto plágio está previsto para o dia 10 de maio em Los Angeles.
O caso remonta a 2014, quando o administrador Michael Skidmore, em representação do guitarrista do Spirit, Randy California, já falecido, apresentou o processo pela similaridade existente entre os temas "Taurus", de 1968, e "Stairway to Heaven", gravado em 1971.
Spirit e Led Zeppelin tocaram juntos em várias ocasiões no final dos anos 1960.
Segundo Skidmore, o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page, pediu a Randy California que lhe ensinasse os acordes iniciais de "Taurus".
Jimmy Page, o cantor Robert Plant e o baixista John Paul Jones, os integrantes vivos do Led Zeppelin, argumentaram, entre outros aspectos, que as similitudes entre as duas canções estão limitadas a "uma escala cromática descendente de tons" que é muito popular no mundo da música e que não pode ser suscetível de proteção por direitos de propriedade intelectual.
De qualquer modo, a decisão do juiz Gary Klausner só mantém como acusados de plágio Page e Plant, de 72 e 67 anos, respectivamente.
Considerada uma das bandas mais importantes e influentes da história do rock, o Led Zeppelin começou sua carreira no final dos anos 1960 e fez enorme sucesso na década seguinte, quando lançou, entre outros, o disco "Led Zeppelin IV" (1971), no qual se encontrava a famosa canção "Stairway to Heaven".
Cientistas descobrem novo efeito colateral do Tylenol

Se você é uma daquelas pessoas que costuma tomar Tylenol para absolutamente qualquer tipo de dor, independentemente de sua intensidade, uma nova pesquisa traz um bom motivo para você parar de fazer isso.
Segundo estudo conduzido pela Universidade de Toronto, no Canadá, a ingestão do medicamento e de outros com o mesmo princípio ativo – o paracetamol ou acetaminofeno – pode prejudicar sua capacidade de identificar erros e tomar decisões.
O mais preocupante, apontam os cientistas, é que o efeito colateral da substância dificilmente é percebido pelos pacientes, o que pode levar a uma falsa sensação de normalidade.
Vale lembrar que, apesar de este ser o primeiro estudo a apontar disfunções cognitivas decorrentes do uso do remédio, outras pesquisas já constataram que doses excessivas dele podem causar danos a seu fígado.
Experimento
Para checar os efeitos do paracetamol, os pesquisadores conduziram um experimento com 62 voluntários. Metade do grupo ingeriu 1.000 miligramas (dose normal máxima recomendada) do medicamento, enquanto o restante tomou apenas um placebo.
Enquanto eram monitorados por um eletrocefalograma, todos os participantes foram orientados a realizar a seguinte tarefa: apertar um botão sempre que a letra F aparecesse em uma tela. Caso o painel mostrasse a letra E, eles não deveriam pressioná-lo.
O resultado foi surpreendente. O grupo ao qual a substância foi ministrada não apenas apertou mais vezes o botão diante da letra E, como também deixou passar em branco uma série de letras F.
O estudo, publicado no Journal Social Cognitive and Affective Neuroscience, sugere que a droga tem mais efeitos do que simplesmente combater a dor e pode ter consequências inesperadas na rotina do paciente.
Chalé Dance Dia 30 De Abril.
VEM AI O TOP DA REGIÃO SUDOESTE, JULYMAR TEIXEIRA E FORRO EXPRESSO 2 ATRAÇÕES, COM A QUALIDADE CHALE DANCE, DIA 30 DE ABRIL INGRESSOS A VENDA NA FARMÁCIA SUPER POPULAR VALOR 15 REAIS, NÃO PERCA ESSE EVENTO QUE VAI SER TOP.
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