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domingo, 15 de janeiro de 2017

Bancos ficaram ainda mais valiosos em 2016

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O Bradesco e o Itaú Unibanco ficaram ainda mais valiosos no ano passado. Um levantamento realizado pela consultoria Economatica, a pedido de EXAME.com, aponta que o Bradesco ganhou 60,76 bilhões de reais no período, enquanto o Itaú ganhou 57,57 bilhões de reais.
Completa ainda o pódio, o Santander que ganhou 53,27 bilhões de reais de janeiro a dezembro do ano passado. O banco foi o que teve o segundo melhor desempenho na Bolsa na comparação com outros bancos. Para ter uma ideia, as ações ordinárias acumularam ganhos de 130,58% em 2016. Já para as units, o retorno na Bovespa foi de 95,18%.
Sobre o Banco do Brasil, o levantamento aponta que o banco ficou 37 bilhões de reais mais valioso. Atualmente, o valor de mercado do BB é de 78,22 bilhões de reais. Confira a tabela a seguir.
BancosValor de mercado em janeiro 2016Valor de mercado em dezembro de 2016Quanto ganhou em valor de mercado
BradescoR$ 100,04 bilhõesR$ 160,81 bilhõesR$ 60,76 bilhões
Itaú UnibancoR4 150,48 bilhões208,06 bilhõesR$ 57,57 bilhões
SantanderR$ 57,20 bilhõesR$ 110,48 bilhõesR$ 53,27 bilhões
Banco do BrasilR$ 41,16 bilhõesR$ 78,22 bilhõesR$ 37,06 bilhões

Ordem de Malta está em guerra contra papa Francisco

Papa Francisco fala na tradicional missa da Curia, no Vaticano, dia 22/12/2016

A Ordem de Malta, uma das mais antigas da Igreja Católica, confirmou nesta semana sua oposição ao papa Francisco, em um gesto pouco comum em sua história milenar.
Em um comunicado divulgado na quarta-feira em seu site, a Ordem confirmou que se nega a cooperar com a comissão de investigação nomeada pelo papa argentino, informaram nesta sexta-feira meios de comunicação religiosos.
A entidade religiosa considera que deve “proteger sua própria soberania” diante do que considera uma ingerência do papa, que ordenou que a comissão investigasse a recente saída do ex-chanceler da Ordem Albrecht Freiherr von Boeselager.
Trata-se de mais um passo na guerra aberta lançada pela influente entidade conservadora, cujas origens remontam às Cruzadas, e que atualmente está presente em mais de 120 países administrando hospitais e ambulatórios, com 12.500 membros e 100.000 funcionários e voluntários.
O alemão Boeselager foi exonerado em 8 de dezembro do cargo que ocupava desde 2014 por ter tolerado a distribuição de preservativos a pessoas com risco de contrair o vírus da aids, explicou a imprensa católica.
“A substituição do chanceler é um ato administrativo interno da Soberana Ordem de Malta e faz parte de sua jurisdição”, recordou a instituição em um comunicado.
Apesar de a entidade ser considerada como um Estado e contar com seu próprio passaporte e corpo diplomático, para a Santa Sé continua sendo vista como uma organização religiosa que deve obediência e respeito ao papa.
A recusa de Von Boeselager de apresentar sua demissão quando solicitada pelos seus superiores, entre eles o cardeal ultraconservador americano Raymond Burke – um dos adversários internos de Francisco -, é uma das origens da controvérsia.
Burke, considerado um grande crítico do papa argentino, foi afastado do Vaticano ao ser nomeado representante do papa na Ordem de Malta e, desde então, lidera a batalha contra o pontificado de Francisco.
O cardeal faz parte do grupo que pediu a Francisco que corrija seus “erros doutrinários”, pedido ignorado até agora pelo pontífice

Hackers divulgam dados de Kassab após polêmica com banda larga

Anonymous

Após uma polêmica declaração sobre limite de banda larga, hackers divulgaram na internet dados pessoais de Gilberto Kassab, ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
Em um perfil no Facebook, o grupo Anonymous publicou informações como CPF, nome da mãe e endereço do ministro.
“Acabou a novela. Ministro diz que haverá, sim, limite na internet fixa no Brasil. Chegou a hora da internet dizer aos novos governantes quem é que manda nessa por**!”, escreveram os hackers.
O grupo também mandou uma mensagem às operadoras quanto à limitação da franquia de internet banda larga (como acontece na internet móvel): “não se atrevam”.
Kassab voltou atrás em sua declaração quanto ao limite da internet fixa.


A história de um ex-preso que hoje é chefe de segurança em cadeia

Detento na Apac Paracatu
Há dez meses, Edilson Rafael dos Santos chefia a área de segurança da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) de Itaúna (MG), uma unidade prisional modelo. Três anos atrás, ele estava do lado de lá das grades cumprindo pena por tráfico de drogas. Acabou contratado como inspetor segurança alguns meses depois de terminar sua condenação.
A Apac onde Edilson cumpriu pena em duas ocasiões e hoje é encarregado de segurança se baseia em um método alternativo de ressocialização de condenados. O foco é a responsabilização do recuperando (como detentos são chamados por lá) não só pelo cumprimento da punição jurídica, mas também pela organização e segurança da unidade prisional.
Para se ter ideia, os próprios presos (devidamente selecionados pela direção do presídio) cuidam da portaria principal da Apac. Todos são obrigados a estudar e há a chance de participar de cursos de qualificação. [Veja mais em “Nestas cadeias, preso pode ter até a chave da portaria“].
“O recuperando só não muda de vida se não quiser. Pode ser feito tudo para ele aqui dentro, mas se ele não tiver vontade de mudar de vida, não vai mudar”, afirma Edilson em relato a EXAME.com.
A taxa de reincidência nessas unidades (são cerca de 50 Apacs em quatro estados) é de 20% contra 55% de reincidência no sistema prisional comum de Minas Gerais, onde há o maior número de Apacs. Da primeira vez que foi preso, Edilson fez parte dessa estatística. Mas decidiu dar um novo fim à narrativa na última condenação. O relato você vê a seguir:
Infelizmente, pela ambição do ser humano, comecei a mexer com tráfico desde novo. Eu tinha 14 anos, meu pai não aceitava que eu comecei a usar drogas e me pôs para fora de casa. Conheci a cadeia aos 18, mas foi por pouco prazo porque paguei prestação de serviços. Consegui me safar de 1998 a 2009, quando fui preso pela primeira vez. Fiquei sete meses na cadeia [comum] e oito meses na Apac.
Dessa primeira vez, eu não dava ouvido para nada. Queria cumprir minha cadeia e voltar para a rua para cometer crime. Com dez meses que estava na rua, fui preso de novo. Peguei cadeia danada, porque na segunda vez é pior.
[No presídio comum], era aquela bagunça, não tinha limpeza de jeito nenhum. Eles trabalham com opressão, arma, cachorro, spray de pimenta. Você não pode olhar para o rosto dos agentes, fica de cabeça raspada, tem que usar só aquela roupa vermelha.
Tinha 10 camas na cela, mas era trinta dentro. Pensa como tinha que dormir: um tumultuado em cima do outro. Um banheiro só para 30 homens. As paredes tudo sujas, aquela coisa insuportável, calor demais. Eles maltratam a família da gente na entrada da visita, principalmente a mãe e a esposa. Isso revolta ainda mais o preso que está lá.
Graças a Deus, tive oportunidade de vir para a Apac. Dessa vez, eu já vim com propósito de mudança de vida porque eu tenho família e todo mundo sofre mais do que a gente. E eu abracei todas as oportunidades.
Quando cheguei na Apac, tinha até a quarta série. Fiz até a oitava e, agora, estou estudando o resto na rua. Tem recuperando que tem cadeia muito alta que chegou analfabeto e faz faculdade à distância. Cada dia que eu ficava na Apac era um aprendizado para a minha vida. Foi aí que eu resolvi largar o crime e dar o valor na minha família.
Um ex-recuperando veio aqui dar um depoimento e falou que a maior tristeza da vida era a mãe e o pai dele não terem visto que ele mudou de vida. Isso me marcou. Eu falei: esse remorso eu não quero levar não.
O trabalho da Apac é este: mostrar para o recuperando o tamanho do erro que ele comete na rua e trazer de volta seus valores, que muitas vezes são perdidos. O recuperando só não muda de vida se não quiser. Pode ser feito tudo para ele aqui dentro, mas se ele não tiver vontade de mudar de vida, não vai mudar.
Foi muito difícil [mudar de vida]. Mais da metade da minha vida foi no mundo do crime. Então, todo mundo que eu conhecia era do crime. Você tem que se isolar é bem complicado, mas não é impossível. Há uns três anos, eu era do lado deles, e agora estou a favor de mudança de vidas. Não são todos que entendem isso. Só com o tempo e com as atitudes da gente é que pode mudar tudo.”

Rebelião em presídio do RN termina; pelo menos 10 presos morreram

Caixões com corpos de presos mortos em rebelião em Manaus deixando o IML
Pelo menos dez presos que cumpriam pena na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia da Floresta, na região metropolitana de Natal (RN), morreram durante uma rebelião. Segundo o governo estadual, o motim teve início por volta das 17 horas desse sábado (14) e foi contido por volta das 7h30 de hoje (15), depois que policiais entraram no estabelecimento. A situação está controlada no presídio e sem conflitos com os agentes de segurança que entraram na unidade, conforme a Secretaria de Segurança Pública.
De acordo com o governo potiguar, a rebelião começou após uma briga entre presos de dois diferentes pavilhões, o 4 e o 5. Não há, até o momento, registros de fugas, mas os internos ainda vão ser recontados. O número de vítimas também pode mudar após os policiais inspecionarem as celas e outras dependências dos dois pavilhões amotinados. As autoridades estão apurando se a confusão tem relação com disputas entre facções criminosas rivais.
O governador Robinson Faria afirma que já entrou em contato com ministro da Justiça, Alexandre de Moraes e pediu que a Força Nacional reforce a segurança no lado externo do presídio. A Força está no estado desde setembro do ano passado, auxiliando a Polícia Militar em ações de policiamento ostensivo. Nessa segunda-feira (9), o Ministério da Justiça e Cidadania autorizou a prorrogação da permanência da Força Nacional por mais 60 dias.
A Penitenciária de Alcaçuz é considerada a maior unidade prisional do estado. Ela é formada por cinco pavilhões e tem 5 mil e 900 metros quadrados de área construída. Informações publicadas no site da Secretaria Estadual da Justiça e da Cidadania mostram que Alacaçuz tem um total de 620 vagas e abriga atualmente uma população prisional 1.083 presos em regime fechado.
Nas duas últimas semanas, foram registradas rebeliões em fugas de presos em Manaus, Boa Vista, Santo Antônio de Jesus (BA), Itamaraju (BA) e Natal. Na região metropolitana da capital amazonense, pelo menos 60 detentos foram mortos por outros presos nos dois primeiros dias do ano no interior do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). Dias depois, 33 apenados foram assassinados na Penintenciária Agrícola de Monte Cristo (Pamc), em Boa Vista.

domingo, 25 de dezembro de 2016

Saiba quanto custa estudar em 5 universidades americanas de ponta

Campus da Universidade de Harvard
 Campus da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos


Não basta ter apenas uma boa conta bancária. Para estudar nas melhores universidades dos Estados Unidos, e do mundo, é preciso passar por um rigoroso processo de seleção que inclui da avaliação do desempenho escolar ao histórico pessoal do candidato. “Essas universidades querem saber o que esse aluno irá agregar para a comunidade”, explica Carolina Lyrio, responsável pelo desenvolvimento de bolsistas da Fundação Estudar, uma entidade que apoia estudantes interessados em estudar nos Estados Unidos.
Os custos anuais vão de US$ 60 mil a US$ 85 mil, mas muitas dessas instituições têm programas de bolsas totais ou parciais. A Fundação Estudar (www.estudar.org.br) seleciona, todo início do ano, candidatos interessados em disputar uma vaga nessas universidades.

Harvard

A mais conhecida e premiada universidade americana, localizada em Cambridge, Massachusetts, não é a mais cara. O aluno vai desembolsar cerca de US$ 72.100, sendo US$ 43.280 de matrícula e aula, US$ 3.974 de taxas, US$ 9.894 de moradia, US$ 6.057 de alimentação e US$ 1.000 de livros. Sem falar nas despesas pessoais, em torno de US$ 2.875, e deslocamento, US$ 5.000. Entre os critérios para a admissão, a universidade pede ao estudante que escreva um texto com até 500 palavras sobre ele mesmo.

MIT

Com 77 professores premiados com o Nobel, Massachusetts Institute of Technology (MIT) é um dos principais centros de estudo e pesquisa em ciências, engenharia e tecnologia do mundo. Localizada em Cambridge, a instituição segue os mesmos padrões de seleção das demais universidades americanas. O custo anual é de cerca de US$ 65.478, incluindo US$ 48.452 de taxas e matrículas, US$ 14.210 com moradia e alimentação e US$ 2.816 com despesas pessoais.

Stanford

Situada em Palo Alto, na Califória, a Stanford University é uma das instituições mais prestigiadas do mundo. Não à toa, é também uma das mais caras. A universidade calcula gastos anuais de US$ 83.719, entre matrícula e aulas (US$ 63.108), taxas (US$ 1.488), moradia (US$ 6.359), alimentação (US$ 5.880), livros (US$ 1.000), despesas pessoais (US$ 2.875) e deslocamento (US$ 3.000). Stanford também valoriza muito o perfil do aluno _ um dos critérios de seleção é a análise do texto de uma carta que o candidato deve escrever com até 200 palavras direcionada ao seu futuro colega de quarto.

UC Berkeley

A University of California, Berkeley é uma universidade pública e, por isso, uma das mais seletivas do mundo. A instituição destina 80% de suas vagas aos estudantes da Califórnia e as 20% restantes são disputadas por alunos dos demais Estados americanos e do mundo todo. Mesmo sendo pública, não é nada barato estudar aqui_ os custos anuais giram em torno de US$ 61.582,00: US$ 40.167 entre matrícula e taxas, US$ 15.115 para moradia e alimentação, além de US$ 1.240 com livros e US$ 5.060 com deslocamento.

Yale

A universidade onde estudaram os ex-presidentes Bill Clinton e George Bush fica em New Haven, Connecticut, e também é muito procurada por estudantes brasileiros. Os custos anuais para um estrangeiro, segundo a própria instituição, chegam a US$ 68.230. Entre matrícula e taxas, o aluno desembolsa US$ 49.480, mais US$ 8.520 com moradia, US$ 6.650 com alimentação e US$ 3.580 com livros, despesais pessoais e deslocamento

Merkel transmite suas condolências a Putin por acidente aéreo

Angela Merkel

Acidente do avião Tu-154 caiu no Mar Negro com 92 pessoas a bordo. Passageiros iam para a Síria participar de um concerto de Ano Novo.

A chanceler alemã, Angela Merkel, transmitiu neste domingo ao presidente russo, Vladimir Putin, suas condolências pelo acidente do avião Tu-154 que, com 92 pessoas a bordo, caiu hoje no Mar Negro quando se dirigia à Síria.

“Seus pensamentos estão com os parentes das múltiplas vítimas”, afirmou em comunicado a vice-porta-voz do Executivo alemão, Ulrike Demmer.
O ministro das Relações Exteriores alemão, Frank-Walter Steinmeier, manifestou também a “profunda tristeza” pela “terrível catástrofe” do acidente aéreo, em outro comunicado.
No avião acidentado viajavam militares, 9 jornalistas russos e 64 integrantes do coro e conjunto de dança Alexandrov, do Exército russo, que iam participar das festividades de Ano Novo na base aérea síria de Khmeimim, onde Rússia tem desdobrada um agrupamento de aviões de guerra.
O Tu-154 tinha decolado às 5h20 local (0h20, em Brasília) do aeroporto de Sochi, no sul da Rússia, e poucos minutos depois, quando tomava altura, caiu nas águas do Mar Negro, a poucos quilômetros do litoral.
O avião, com capacidade para até 180 passageiros, procedia de Moscou e tinha feito escala no aeroporto de Sochi para reabastecer.

Putin decreta dia de luto na Rússia após queda de avião

Pessoas de luto

 O presidente russo, Vladimir Putin, decretou um dia de luto nacional em memória das vítimas do avião militar que caiu no mar com 92 pessoas a bordo neste domingo. Aparentemente não houve sobreviventes na queda do Tu-154 operado pelo Ministério da Defesa, que caiu no Mar Negro neste domingo minutos após decolar de Sochi.
A aeronave levava membros de um famoso coro do Exército russo para um concerto de Ano Novo em uma base militar russa na Síria. Ainda não se sabe a causa do acidente.
Putin, em declarações veiculadas pela televisão russa, anunciou que haverá um dia de luto na segunda-feira. Ele disse que o governo realizará uma investigação abrangente dos motivos da queda e que fará de tudo para apoiar as famílias das vítimas.

Bomba da 2ª Guerra faz Alemanha evacuar 54 mil pessoas

Barreira policial na Alemanha
 Barreira policial: 900 agentes foram designados para a operação

Cerca de 54.000 pessoas estavam sendo evacuadas neste domingo (25), dia de Natal, em Augsburg, no sul da Alemanha, após a descoberta de uma bomba britânica da Segunda Guerra Mundial e que deve ser desativada ainda hoje, anunciaram as autoridades locais.
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A evacuação começou no início da manhã e mobilizou cerca de 900 oficiais. Trata-se da operação mais importante na Alemanha desde a última guerra mundial.
A bomba de 1,8 tonelada foi descoberta em 20 de dezembro em uma construção no centro desta cidade bávara a noroeste de Munique.
As autoridades definiram uma área de segurança de 1.500 metros de diâmetro ao redor do local da descoberta.
“Hoje, peço a todos os interessados a deixar, se possível, por conta própria, o setor”, declarou o prefeito de Augsburg, Kurt Gribl, em uma mensagem de vídeo postada no Twitter oficial da cidade.
Gribl também pediu que “todos verifiquem se parentes, pais e amigos encontraram abrigo fora da área” de segurança. “Prestem atenção uns aos outros”, acrescentou.
Abrigos de emergência em escolas e ginásios foram criados para as pessoas, especialmente idosas, que não puderam encontrar abrigo com parentes ou amigos.
O processo para desarmar a bomba, que deve começar no início da tarde, pode levar até 5 horas, segundo as autoridades, que estimam que as pessoas evacuadas só poderão retornar para casa na parte da noite.
Questionado no canal de informação n24, um porta-voz para a cidade reconheceu que a situação era incomum para um 25 de dezembro.
Ele disse esperar que todos deixem suas casas voluntariamente, enfatizando a “força explosiva” da bomba.
Mais de 70 anos após o fim da guerra, o subsolo alemão ainda está cheio de bombas não detonadas, relíquias da intensa campanha de bombardeios dos Aliados sobre a Alemanha nazista, e que aparecem regularmente, especialmente em locais canteiros de obras.
As autoridades estimam em cerca de 3.000 o número de bombas no subsolo de Berlim.

As mulheres mais poderosas do momento no Brasil, segundo a Forbes

Paula Bellizia - CEO da Microsoft Brasil

Nova edição da Forbes Brasil traz 54 mulheres que são destaque em diferentes setores da economia. Veja a lista completa.

A nova edição da revista Forbes Brasil traz o perfil de 56 mulheres brasileiras que se destacam em diferentes setores: varejo, tecnologia, finanças, consumo, indústria química, cosméticos, infraestrutura/logística, pesquisa/análise/consultoria, saúde e terceiro setor.

Há também as mulheres consideradas as principais influenciadoras no mundo executivo e também no mundo da moda, além de jornalistas. A publicação ainda destaca mulheres que estão em franca ascensão, como é o caso da cofundadora e VP do Nubank, Cristina Junqueira, entre outras. Ao todo são 14 setores.
De acordo com a Forbes, essas mulheres traduzem o significado do empoderamento feminino. Confira quem são elas:

Setor Varejista:

 Rachel Maia: CEO da Pandora Brasil
 Gabriela Baumgart: diretora-executiva do Grupo Baumgart – Center Norte S/A
 Claudia Elisa Soares: CEO da Fnac do Brasil
 Mia Stark:  CEO da Gazit Brasil
Mia Stark da Gazit Brasil
Mia Stark da Gazit Brasil (Divulgação Forbes Brasil/Divulgação)

Setor de Finanças:

Sylvia Coutinho do UBS Brasil
Sylvia Coutinho do UBS
Sylvia Coutinho do UBS (Divulgação Forbes Brasil/Divulgação)
 Denise Pauli Pavarina do Bradesco
Claudia Politanski: do Itaú Unibanco
Cristina Schulman do Santander Brasil

Setor de Consumo:

 Suzan Rivetti da Johnson & Johnson
Suzan Rivetti da Johnson & Johnson
Suzan Rivetti da Johnson & Johnson (Divulgação Forbes) (Divulgação Forbes Brasil)
Andrea Salgueiro da Unilever
Joanita Karoleski da JBS Foods
 Monika Conrads da Duas Rodas 

Setor de Tecnologia:

Monica Herrero da Stefanini Brasil
Paula Bellizia da Microsoft Brasil
 Cristina Palmaka da SAP Brasil
Christiane Aché da GE Renewables Energy

Setor de Indústria Química:

 Claudia Schaeffer da Dow América Latina,
Priscila Vansetti da DuPont do Brasil
Priscila Vansetti da Dupont
Priscila Vansetti da Dupont (Divulgação Forbes Brasil/Divulgação)
Maria Cristina Potomati Fiuza da Lukscolor
Claudia Silva Zanchi Piunti da Gerdau

 Setor de Cosméticos:

 Maria Laura Tarnow da Estèe Lauder Companies Brasil
 Andrea Alvares da Natura
 Flávia Bittencourt da Sephora Brasil
 Marise Barroso da Avon

Setor de Infraestrutura/Logística:

Solange Ribeiro da Neoenergia
Nadir Moreno da UPS Brasil
Nadir Moreno, da UPS
Nadir Moreno, da UPS (Divulgação Forbes Brasil/Divulgação)
Tânia Cosentino da Schneider Electric na América do Sul
Sinara Chenna da Copasa

Setor de Pesquisa/ Análise/ Consultoria:

Regina Helena Nunes da Standard & Poors
Regina Helena Nunes da Standard & Poors
Regina Helena Nunes da Standard & Poors (Divulgação Forbes Brasil/Divulgação)
Marienne Coutinho da KPMG
 Marcia Cavallari Nunes da Ibope Inteligência
  Wasmália Bivar da IBGE/ONU
  

Setor de Saúde:

 Angelita Habr-Gama da Abrapreci
Angelita Habr Gama da Abrapreci
Angelita Habr-Gama da Abrapreci (Divulgação Forbes Brasil/Divulgação)
 Solange Beatriz Palheiro Mendes da FenaSaúde
 Sandra Soares Costa e Janete Vaz do Grupo Sabin
Rosa Celia Pimentel Barbosa da Pro Criança Cardíaca

Terceiro Setor

 Denise Aguiar Alvarez da Fundação Bradesco
 Viviane Senna do Instituto Ayrton Senna
 Ana Lúcia de Mattos Barreto Villela do Instituto Alana
Alcione de Albanesi da Amigos do Bem

Influenciadoras:

 Debora Vieitas da Amcham-Brasil
Andrea Chamma, consultora de desenvolvimento estratégico
Andrea Chamma
Andrea Chamma, consultora (Divulgação Forbes Brasil/Divulgação)
 Leticia Costa, sócia da Prada Assessoria e membro dos conselhos da Localiza, RBS, Mapfre e Martins / integrante do comitê de auditoria da Votorantim Cimentos e da Votorantim Metais)
 Sonia Villalobos, sócia-fundadora da Villalobos Consultoria e titular do conselho de administração da Telefônica do Brasil

Influenciadoras de moda:

 Glória Kalil, consultora de moda e empresária
 Donata Meireles da Vogue Brasil
Donata Meireles
Donata Meireles, da Vogue Brasil (Pablo Escajedo/Divulgação)
Costanza Pascolato, consultora de moda, empresária e colunista
Iara Jereissati, empresária e filantropa

Jornalistas

 Sonia Racy
 Miriam Leitão
 Dora Kramer
 Daniela Falcão
Daniela Falcão, jornalista
Daniela Falcão, jornalista (Divulgação Forbes Brasil)

Em ascensão

Bruna Saraiva do Habib’s
 Luciana Salton da Salton
 Cristina Junqueira do Nubank
Manuela Curti do Grupo Europa

 

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