Tribus Fm 87.9

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Guiné-Conacri livre de Ébola ao fim de dois anos

Guiné-Conacri livre de Ébola ao fim de dois anos

Dois anos depois do primeiro caso mortal de Ébola na África ocidental, a Guiné-Conacri foi declarada livre de transmissão pela Organização Mundial de Saúde. O vírus matou 2.536 pessoas no país. A Libéria é o único país que ainda aguarda a declaração oficial de fim da epidemia.


Um país é declarado livre de Ébola 42 dias sem novos casos da doença, o que corresponde a dois períodos de 21 dias, a duração máxima de incubação do vírus. Foi o que aconteceu esta terça-feira, depois de o último paciente ter recuperado e apresentado pela segunda vez resultados negativos nas análises de controlo. A Guiné-Conacri não está livre de risco devido à possível manutenção do vírus em alguns fluídos corporais, como o esperma. A OMS, no comunicado emitido hoje, realça que o país entra agora num período de vigilância reforçada de 90 dias para poder identificar rapidamente qualquer novo caso de febre hemorrágica e impedir a sua propagação. Em janeiro de 2015 o Mali foi declarado livre do Ébola e a 7 de Novembro foi a vez da Serra Leoa. Resta agora a Libéria, que em novembro registou três casos da doença, apesar de no início de setembro tinha sido declarado livre de transmissão. No entanto, as autoridades de saúde contam que também a Libéria possa superar a epidemia em janeiro. A mais grave epidemia de Ébola Esta epidemia de Ébola foi a mais grave desde que o vírus foi identificado em 1976. Foram contabilizados mais de 28 mil casos da doença que provocou a morte a 11.300 pessoas entre 2014 e 2015. Um número que, para a OMS, está subavaliado. A esmagadora maioria dos casos ocorreram em três países da África ocidental: Guiné-Conacri, Libéria e Serra Leoa (99 por cento dos casos). A primeira morte por Ébola aconteceu no sul da Guiné-Conacri, a 6 de dezembro de 2013. Uma criança que ficou identificada como “paciente-zero”. Em março a epidemia alastra sobretudo aos países limítrofes, que enfrentam medidas de exceção, confinamento da população, declaração de quarentena em numerosas regiões e inclusivamente o encerramento de fronteiras. A 8 de agosto de 2014 a Organização Mundial de Saúde declara mesmo o estado de emergência mundial de saúde pública e exigiu uma resposta internacional coordenada. A 12 de agosto, o primeiro cidadão europeu morre em Madrid, vítima de Ébola: um padre espanhol contaminado na Libéria. Guiné-Conacri em festa “Este é o melhor presente de fim de ano que Deus poderia oferecer à Guiné-Conacri”, referiu um sobrevivente, Alama Kambou Doré à agência France Presse. Outro sobrevivente, Fanta OulenCamara, que trabalha para os Médicos Sem Fronteiras, confidenciou à Reuters que “muitos membros da minha família morreram. Esta situação mostrou quanto temos de lutar por aqueles que sobreviveram”. “Depois de melhorar, o mais duro foi fazer com que as pessoas me recebessem de volta”, refere Camara, de 26 anos, que adoeceu em março de 2014. O Ébola deixou 6.200 crianças órfãs na Guiné-Conacri, o país hoje declarado livre da transmissão da epidemia. Registou 3.804 casos de infeção pelo vírus. O anúncio da Organização Mundial de Saúde foi recebido por isso com um misto de emoções pela população. Mesmo assim, para esta quarta-feira estão marcadas cerimónias para comemorar a libertação do país do Ébola, que vão contar com a presença do presidente Alpha Condé e 53 parceiros que contribuíram na luta contra o vírus, bem como países doadores. Além de uma cerimónia que contará com testemunhos de sobreviventes, terá lugar o concerto “Bye, bye, au revoir Ebola” que reúne artistas africanos de renome mundial como Youssou Ndour.
 

Vacina contra Dengue




A vacina contra a dengue já existe e teve sucesso em testes realizados em humanos. A empresa francesa Sanofi Pasteur conseguiu criar uma vacina com o vírus atenuado da dengue, sendo esta eficaz contra os 4 tipos existentes da dengue.
Em laboratório os cientistas conseguiram produzir um vírus atenuado da dengue e fizeram uma vacina com ele, composta por 3 doses que devem ser dadas com intervalo de 6 meses.
A vacina foi já dada a indivíduos de diferentes locais do mundo que habitam em regiões onde há grande possibilidade de contrair a dengue, e após a vacinação foi observado que mesmo estando expostos ao vírus da dengue, nenhum deles chegou a desenvolver a doença, pois os seus corpos já tinham desenvolvido anticorpos contra o vírus da dengue.
Durante os testes em humanos não foram observados efeitos colaterais importantes, apenas dor e vermelhidão no local de aplicação, o que é comum para a maior parte das vacinas.
O México foi o primeiro país a aprovar a vacina contra dengue no final de 2015. Estima-se que em 2016 a vacina da dengue já esteja disponível no mercado brasileiro, após serem feitos todos os testes nos humanos e ter sido aprovada.

Avanços contra a dengue

No Brasil, o Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan também estão tentando desenvolver uma vacina contra a dengue que seja totalmente eficaz contra os 4 subtipos da doença, estando prevista a sua comercialização em 2016. Atualmente estão sendo feitos testes em várias cidades brasileiras para avaliar a segurança e eficácia da vacina, que aparentemente protege 66% da doença e tem se mostrado eficaz entre pessoas entre 9 e 45 anos de idade.
Na Austrália, um grupo de pesquisadores em parceria com a Fiocruz tentam encontrar uma nova arma contra a dengue, a bactéria Wolbachia que contamina o mosquito transmissor da dengue, o Aedes Aegypt diminuindo pela metade o seu tempo de vida e livrando-o do agente causador da doença. Esta seria uma outra abordagem contra a doença, natural e mais sustentável, segundo os pesquisadores.

Dilma fecha ano fortalecida contra impeachment, mas economia é pedra no sapato

 
por BBC brasil

Após um 2015 muito turbulento, um 2016 igualmente complicado se descortina para a presidente Dilma Rousseff e o país.
Analistas políticos são unânimes em dizer que Dilma termina o ano fortalecida em sua luta para se manter no cargo, mas apontam alguns fatores que podem inverter essa tendência ou, no mínimo, manter seu governo fraco, ainda que ela não caia.
A principal vitória da presidente foi a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de barrar o rito para tramitação do impeachment proposto pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
Outros fatores que a fortalecem, notam os especialistas, são a falta de unidade em torno do vice-presidente Michel Temer como sucessor de Dilma e as graves denúncias que pesam sobre Cunha e acabam "maculando”, de certa forma, o processo de impeachment.
Leia também: As inglesas que usaram o jiu-jitsu para lutar pelo direito ao voto
Vice decorativo? As diferenças entre o papel de Temer e o de seus antecessores
Por outro lado, ressaltam, a esperada piora da economia no primeiro semestre de 2016 e o risco de novas revelações e prisões dentro da Operação Lava Jato – que investiga esquema de corrupção na Petrobras – podem criar um cenário muito negativo para Dilma.
E o fato de a decisão sobre o impeachment ter ficado só para fevereiro, quando o Congresso retoma suas atividades após o recesso, potencializa esses riscos ao dar mais tempo para eventuais desdobramentos negativos na economia e na Lava Jato.
Além disso, mesmo que Dilma sobreviva ao impeachment, ainda terá que enfrentar processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cujos desfechos são imprevisíveis. Há quatro ações movidas pelo PSDB logo após a eleição de 2014 que acusam a campanha da chapa Dilma-Temer de irregularidades e pedem sua cassação.
Se o TSE decidir a favor dos tucanos ainda em 2016, novas eleições seriam convocadas para eleger um novo presidente – esse é o cenário dos sonhos do senador Aécio Neves (PSDB-MG), provável candidato do PSDB em caso de um pleito adiantado.
"Hoje parece que é mais difícil (ser aprovado o impeachment), mas tudo na nossa política é tão dinâmico que pode ter uma reviravolta a qualquer momento”, acredita Pablo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP.
"A gente não sabe o que a Lava Jato vai fazer, quem vai prender, como a opinião pública vai reagir a isso, o que vai acontecer no TSE. Tem tantos elementos, tantas pedras se movendo, que é muito difícil fazer um diagnóstico”, acrescenta.
Entenda melhor abaixo o que pesará a favor e contra Dilma em 2016.

O QUE FORTALECE DILMA:

Vitória no Supremo

Na semana passada, o STF decidiu anular a eleição secreta que deu a maior parte das vagas na Comissão Especial de impeachment para deputados da oposição. Essa comissão, que será instaurada na Câmara, deve emitir um parecer a favor ou contra abertura de um processo contra Dilma.
Segundo o Supremo, são os líderes partidários que devem apontar seus representantes. No caso do PMDB, partido com mais vagas na comissão ao lado o do PT, por exemplo, isso favorece o governo porque o líder Leonardo Picciani (PMDB-RJ) é aliado de Dilma.
Além disso, o STF garantiu ao Senado o poder de recursar a instauração de um processo de impeachment mesmo que a Câmara a aprove. Isso também favorece a presidente porque hoje sua base de apoio no Senado é mais fiel do que na Câmara.
"Acho que a presidente saiu fortalecida desses últimos episódios, principalmente da decisão tomada pelo STF sobre o rito do impeachment que deu um grande poder para o Senado. Como o presidente do Senado, Renan Calheiros, é aliado da presidente, isso deu a ela uma sobrevida”, observa o professor de ciência política da USP José Álvaro Moisés.

Cunha enfraquecido

Principal liderança à frente do processo de impeachment, Eduardo Cunha enfrenta graves acusações de corrupção e sofreu algumas derrotas neste final de ano.
Finalmente, o Conselho de Ética conseguiu aprovar a abertura de um processo que, no limite, pode provocar sua cassação. Cunha é acusado de se beneficiar do esquema de corrupção na Petrobras e de manter milhões de dólares não declarados em contas na Suíça.
Além disso, a Procuradoria-Geral da República solicitou ao STF seu afastamento do mandato de deputado sob acusação de que Cunha usa seu cargo para atrapalhar investigações contra si. O tribunal deve analisar o pedido em fevereiro, após seu recesso.
"Esse processo de impeachment que está tramitando perdeu força substancialmente. Foi alvejado. A decisão do STF foi fundamental para isso, mais a fragilização do Eduardo Cunha. Dificilmente esse processo tramitará e chegará a um afastamento”, acredita o professor de ciência política da UFPE, Antonio Lavareda.
Leia também: 'Só de pensar na ceia de Natal fico desesperada'

Temer não gerou consenso

O vice-presidente Michel Temer não gerou, ao menos por hora, consenso em torno de seu nome.
O partido que preside, o PMDB, se mostra dividido sobre o impeachment de Dilma – se de um lado aliados do próprio Temer e de Cunha se articulam pela derrubada da presidente, de outro lideranças peemedebistas importantes como Eduardo Paes (prefeito do Rio), Luiz Pezão (governador do Rio) e Renan Calheiros (presidente do Senado) vêm dando apoio à continuidade do governo Dilma.
A carta que Temer escreveu à Dilma reclamando que aliados seus foram desalojados de cargos importantes do governo lhe rendeu críticas, principalmente de Calheiros.
Além disso, a Política Federal realizou uma operação de busca e apreensão na semana passada contra diversas lideranças do PMDB, inclusive aliados do vice. Dias depois, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou ao jornal Folha de São Paulo que o PSDB não deveria ocupar cargos em um eventual governo do PMDB e que Temer "foi um parceiro permanente e ativo da gestão que fez o Brasil retroceder 20 anos".
"As últimas notícias da Lava Jato atingiram muito o PMDB. Toda essa agenda negativa gerou um afastamento da oposição em relação ao governo temer, especialmente o Aécio. O plano alternativo em caso de impeachment não foi devidamente construído ainda", afirma Rafael Cortez, cientista político da consultoria Tendências.

O QUE ENFRAQUECE DILMA:

Crise econômica

A economia brasileira deve fechar o ano de 2015 com retração de 3,6% e caminha para uma nova contração em 2016 de 2,8%, segundo as projeções predominantes entre analistas de mercado que são semanalmente consultados pelo Banco Central.
Aliado a isso, temos inflação acima de 10% e com tendência a recuar pouco no ano seguinte. Quanto a expectativa para a taxa de desemprego é ainda pior. O percentual de trabalhadores sem ocupação passou de 4,8% em novembro de 2014 para 7,5% no mês passado e tende a continuar subindo em 2016, preveem economistas.
Como o recesso parlamentar jogou o desfecho do impeachment para depois do Carnaval, a oposição espera que o agravamento da crise econômica pode aumentar o apoio popular ao afastamento de Dilma.
"O tempo é um fator que abre espaço para um quadro econômico mais nocivo do ponto de vista da geração do emprego e isso pode retomar certa mobilização em torno do impeachment que hoje não existe”, avalia Cortez.

O mundo inteiro comemora este artigo: Médicos cubanos conseguem curar o vitiligo!

O Vitiligo ou Leucoderma é uma doença que causa a perda da cor da pele progressivamente e afeta 1% da população mundial, independentemente do sexo, idade, raça ou latitude geográfica. Caracteriza-se pelo aparecimento de despigmentação áreas, principalmente na face, extremidades e região genital dos indivíduos que a têm.

A doença pode permanecer localizada nesses locais por um longo tempo ou se espalhar rapidamente por todo o corpo até ficar completamente despigmentada. A doença é causada pela destruição de um tipo de células chamadas melanócitos que são responsáveis ​​pela produção do pigmento que da as cores da pele (melanina).

A melagenina Mais (+ melagenina cloreto de cálcio) é um extracto alcoólico de placenta humana, um produto farmacêutico que possui a propriedade de aumentar a reprodução dos melanócitos, bem como acelerar o processo de produção de melanina dentro dela, essa droga foi escolhida para o tratamento de vitiligo para acelerar a reprodução dos melanócitos restantes na borda ou interiores das regiões do paciente.

A segurança do tratamento lá no instituto permite a sua utilização em crianças e adultos, incluindo os idosos, mulheres grávidas e mulheres durante o período menstrual. Até o exato momento não há contra indicações do medicamento e os resultados são incríveis. 
 
 



segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Veja o que é e como instalar o DD-WRT para potencializar o seu roteador

Se seu roteador não está funcionando do jeito que você quer, que tal turbinar ele com o firmware DD-WRT? Acompanhe esse tutorial do TechTudo e descubra como instalar esse sistema em seu roteador e deixá-lo pronto para ir além do básico.
Roteador Wi-Fi Linksys E2500 (Foto: Divulgação)Roteador Wi-Fi Linksys E2500 (Foto: Divulgação)
Alguns roteadores não utilizam todo o seu potencial simplesmente porque sua firmware limita algumas funcionalidades. Essas restrições em parte são feitas pelos próprios fabricantes, mas graças a um projeto de código aberto chamado DD-WRT,  isso pode ser alterado. O DD-WRT é um Linux baseado em firmware para roteadores sem fio e pontos de acesso sem fio, que é compatível com vários modelos de roteador e ponto de acesso.
Com ele você pode desbloquear o potencial do seu roteador para, por exemplo, transmitir um sinal mais forte, gerenciar o tráfego de rede, acessar remotamente todos os seus computadores de casa, e muito mais.
ATENÇÃO: Antes de começar, informamos que se você fizer algo errado poderá perder seu aparelho e que durante o processo, é necessário saber dados como IP, usuário e senha padrão do roteador. Estas informações podem ser encontradas no corpo do aparelho. Caso não as encontre, eles vêm indicados, obrigatoriamente, no manual (que também pode ser encontrado no site do fabricante). O TechTudo não se responsabiliza por eventuais danos ao seu aparelho. Siga o tutorial por sua conta e risco.
Também é importante lembrar que essas instruções podem ser diferentes dependendo do seu roteador, nesses casos, você deve olhar as instruções específicas para ele no site do DD-WRT.
Passo 1. Acesse a base de dados do DD-WRT no endereço: http://www.dd-wrt.com/site/support/router-database;
Passo 2. Digite o nome de seu roteador na caixa de pesquisa. Se não aparecer nenhuma informação, seu roteador não é compatível com o sistema e por isso você não deve instalar o DD-WRT;
Pesquisando um roteador na base de dados do DD-DRT (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Pesquisando um roteador na base de dados do DD-DRT (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 3. Caso seja compatível, clique no nome dele na lista de resultados da pesquisa;
Passo 4. Ao clicar, aparecerá algumas informações. Clique na seta ao lado de “Supported by” e escolha a versão do DD-WRT que deseja utilizar. Ao fazer isso, os links de download do firmware para o roteador escolhido serão exibidos mais abaixo em uma listagem;
Escolhendo os arquivos a serem baixados (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Escolhendo os arquivos a serem baixados (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 5. A escolha da firmware que será usada no seu roteador depende da quantidade de memória dele, como por exemplo: se o roteador tiver 8 MB de RAM e 2 MB de Flash, ele é  compatível apenas com a versão “Micro” do DD-WRT (que tem menos de 2 MB). Confira com atenção as informações e olhe no quadro “Additional information”. É muito importante escolher a opção correta para o seu modelo, pois o uso da firmware errada poderá inutilizar seu roteador.
Para completar, consulte o manual de seu roteador, compare com o tamanho da firmware (campo “Size”), escolha a opção correta e clique nela para baixar. Caso a listagem para seu roteador tenha uma opção com o sufixo “image for initial flashing”, baixe ela junto com a firmware;
Passo 6. Conecte o roteador na tomada se for necessário, ligue-o. Em seguida plugue o cabo de rede nele e no equipamento da rede ou diretamente no computador, se for o caso;
Passo 7. Caso precise ter certeza que seu roteador estará com as informações iguais ao manual, reinicie as configurações de fábrica dele fazendo o segundo e o terceiro passo desse outro tutorial;
Passo 8. Em seguida, vá para um computador com acesso ao roteador e execute um navegador. Depois, digite o endereço de IP de acesso padrão do roteador (informado no aparelho ou no manual) na barra do browser e tecle “Enter”. Se solicitado, digite o usuário e a senha padrão do aparelho (também informados no roteador ou no manual);
Acessando o painel do roteador pelo navegador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Acessando o painel do roteador pelo navegador (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 9. Caso a instalação para seu roteador necessite de uma “Initial flashing” (veja no quadro “Additional information” citado no Passo 5"), os próximos passos deve ser feitos primeiro com o arquivo de imagem listado como “image for initial flashing”. Depois disso, devem ser repetidos com a firmware;
Passo 10. Dentro do painel do roteador, procure pela opção “Administration”  ou ”Maintenance” (ou algo parecido) do roteador. Em seguida escolha a opção de atualização de Firmware, que poderá ser “Firmware Upgrade”, “Router Upgrade” ou algo parecido;
Acessando a opção de atualização de firmware (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Acessando a opção de atualização de firmware (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 11. Clique no botão “Selecionar arquivo…” ou qualquer que seja o nome no seu roteador). Na janela que aparece, vá para a pasta onde foi baixado o DD-WRT firmware. Clique nele e depois no botão “Abrir”, para confirmar;
Selecionando o arquivo de firmware para upload (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Selecionando o arquivo de firmware para upload (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 12. De volta a janela de atualização, clique no botão “Upload”;
Iniciando o upload do firmware (Foto: reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando o upload do firmware
Passo 13. Aguarde o seu roteador atualizar. Não desligue ou faça qualquer coisa com o roteador até terminar a atualização.
Pronto. Com DD-WRT instalado, você já pode se reconectar ao roteador. Na maioria dos casos ainda estará usando o mesmo endereço do seu antecessor. Quando ele solicitar um nome de usuário e senha, use o padrão que é root/admin.

Governo vai quitar total de dívida com pedaladas ainda em 2015, diz Tesouro

 


O governo já decidiu que irá pagar toda a sua dívida relativa às chamadas pedaladas fiscais, no valor de R$ 57 bilhões, ainda este ano, afirmou o secretário interino do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira.
Segundo Ladeira, quase a totalidade dos pagamentos será feita com recursos disponíveis na conta única do Tesouro oriundos do excesso de arrecadação de anos anteriores. A princípio, apenas uma dívida de R$ 1,5 bilhão com o Banco do Brasil será coberta com a emissão de títulos públicos.

"Estamos trabalhando para pagar todos os passivos apontados pelo acórdão do TCU este ano", afirmou Ladeira.
As pedaladas fiscais referem-se a atrasos nos repasses da União a bancos públicos para quitar benefícios sociais e subsídios acumulados no primeiro mandato do governo Dilma Rousseff.
O TCU (Tribunal de Contas da União) avaliou que esses atrasos equivaliam a um empréstimo dos bancos à União, o que é proibido, e com base nesse entendimento reprovou as contas de Dilma de 2014 e determinou que o governo apresentasse um cronograma para o pagamento da dívida.
De acordo com Ladeira, a decisão do TCU de estabelecer que o Banco Central deveria incorporar às suas estatísticas da dívida pública deste ano todos os passivos com os bancos públicos foi determinante para o governo decidir fazer o pagamento integral ainda em 2015.
O governo também já foi autorizado pelo Congresso Nacional a fechar o ano com um deficit de R$ 119,9 bilhões com o pagamento de R$ 57 bilhões das pedaladas.
"A solução mais sábia, tendo em vista que tem o espaço fiscal criado, o espaço orçamentário criado, e agora o espaço financeiro, a estratégia mais correta é o pagamento da totalidade este ano", afirmou.
Segundo o secretário interino do Tesouro, todas as medidas legais para viabilizar a quitação das dívidas já foram tomadas e um detalhamento dos pagamentos será divulgado até quarta-feira dia 30/12/2015

domingo, 27 de dezembro de 2015

Bebê morre em confrontos entre forças turcas e rebeldes curdos

Moradores passam por blindados das forças especiais turcas em Sirnak, sudeste do país, durante operações contra rebeldes curdos nas cidadez vizinhas de Cizre e Silopi, em 22 de dezembro de 2015
Moradores passam por blindados das forças especiais turcas em Sirnak, sudeste do país, durante operações contra rebeldes curdos nas cidadez vizinhas de Cizre e Silopi, em 22 de dezembro de 2015
Um bebê de três meses e seu avô foram mortos ao ficar presos no fogo cruzado entre as forças turcas e os rebeldes turcos do PKK no sudeste da Turquia, informaram neste domingo fontes hospitalares.
Também neste domingo três soldados morreram em um atentado à bomba do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) na cidade de Cizre, no sudeste de maioria curda, informou o exército.
O bebê, chamado Miray, foi atingido na cabeça quando a casa de sua família em Cizre foi bombardeada na noite de sexta-feira, durante uma intensificação dos confrontos entre as forças turcas e os rebeldes do PKK.
Sua família, vendo que ainda respirava, chamou uma ambulância. Seu avô, Ramazan Ince, de 73 anos, levou um tiro quando levava Miray para a ambulância, informaram testemunhas à AFP.
Os dois morreram no hospital, informaram fontes médicas.
A família contou que os disparos vieram da direção do hospital público de Cizre, que é controlada por forças de segurança curdas.
Uma bomba instalada por "membros da organização terrorista separatista" explodiu no domingo na passagem de um veículo blindado em Cizre, matando três soldados, informou o exército em um comunicado, referindo-se ao PKK.
Outro soldado e um oficial de polícia ficaram feridos, mas suas vidas não correm risco, acrescentou.
Depois de mais de dois anos de cessar-fogo, combates mortais ocorrem desde o verão boreal entre Ancara e o PKK, mandando pelos ares as negociações de paz iniciadas em 2012 para pôr um fim a um conflito que deixou mais de 40.000 mortos desde 1984.
As forças de segurança turcas lançaram em dezembro uma ofensiva de envergadura em várias cidades da conflituosa região do sudeste, de maioria curda, especialmente em Cizre.
O exército informou no sábado que cerca de 200 militantes morreram na última operação militar contra o PKK desde meados de dezembro.

Bósnia, de receptora de "mujahedins" a exportadora de "jihadistas"

http://img-s-msn-com.akamaized.net/tenant/amp/entityid/BBnXakw.img?h=486&w=728&m=6&q=60&o=f&l=f
  Foto: AP Photo/Amel Emric Bósnia
Sarajevo, 27 dez (EFE).- A Bósnia atraiu centenas de "mujahedins" estrangeiros durante a guerra de 1992 a 1995, e agora, 20 anos depois, são cidadãos bósnios que saem do país para se tornarem "jihadistas" do autodenominado Estado islâmico (EI).
A imensa maioria dos muçulmanos bósnios é moderada e apenas alguns poucos milhares seguem as ultraconservadoras correntes salafista e wahhabista, que chegaram através de combatentes estrangeiros e com o financiamento das monarquias do Golfo Pérsico.
Embora a maioria desses milicianos, denominados "mujahedins", tenha deixado o país após o conflito entre bósnio-muçulmanos, servo-bósnios e bósnio-croatas, suas ideias radicais e sua leitura literal do Corão criaram raízes.
Ao legado da guerra se soma uma situação econômica nefasta, com 45% de desemprego, número ainda maior entre os jovens, e a ineficácia da administração estatal, na qual o governo central quase não tem poder.
Desde o final da guerra aconteceram 11 atentados terroristas, todos eles cometidos por salafistas ou pessoas vinculadas com doutrinas islâmicas extremistas.
"O terrorismo surge nas condições de desesperança, quando alguém não pode projetar seu futuro nem sequer no curto prazo", declarou à Agência Efe Goran Kovacevic, especialista em assuntos de segurança e professor na Faculdade de Criminologia de Sarajevo.
As forças de segurança não esconde sua preocupação com o fato de a Bósnia, com 3,8 milhões de habitantes, seja um dos países com mais jihadistas por habitante da Europa.
No dia 18 de novembro, dois soldados bósnios morreram em um atentado em Sarajevo. O terrorista, Enes Omeragic, entrou em uma casa de apostas perto de um quartel militar e atirou nos dois militares usando um fuzil automático. Em seguida, cometeu suicídio.
"Estive no local. Vi do meu lado o cano do fuzil, (o homem) passou entre os presentes, foi direto para os soldados e atirou", declarou à Efe Murat Halilovic, testemunha do ataque.
Várias pessoas foram condenadas por terrorismo, como há alguns meses aconteceu com Haris Causevic, de 35 anos, pelo ataque a uma delegacia na cidade de Bugojno. Ou em 2007 com Bajro Ikanovic, que recebeu pena de quatro anos de prisão por planejar atentados contra alvos do Ocidente.
Após sair da prisão, Ikanovic foi para a Síria, onde é agora um comandante do EI. Entre 100 e 150 bósnios seguiram seus passos e estão nas fileiras jihadistas no Iraque e na Síria, e cerca de cem combatentes podem ter retornado, segundo dados oficiais.
Embora uma recente lei puna com até 20 anos de prisão o ato de lutar no exterior, ninguém foi condenado até agora.
O diretor da agência de inteligência militar da Sérvia, Slavoljub Dabic, declarou recentemente ao jornal "Danas" que o retorno desses combatentes fizeram com que aumente a ameaça terrorista nos Bálcãs.
"Aqueles que passaram mais tempo nos combates e que retornam de forma planejada são uma grande ameaça", disse, acrescentando que com "as experiências adquiridas e os vínculos estabelecidos" podem dar apoio logístico a potenciais terroristas.
Na Bósnia pode haver cerca de 3 mil pessoas consideradas um potencial perigo por seus vínculos com o extremismo islâmico, segundo os serviços de inteligência.
O vice-ministro de Segurança da Bósnia, Mijo Kresic, expressou seu "temor" do estabelecimento de "uma ideologia que de alguma maneira apoia e desenvolve o extremismo violento na Bósnia".
No país há 30 pequenos povoados no centro e no norte do país, como Gornja Maoca, Dubnica e Osva, nas quais seus habitantes vivem segundo as normas wahhabistas mais estritas.
Os primeiros missionários e adeptos salafistas e wahhabistas chegaram à Bósnia no começo da guerra e, em 1993, começaram a se somar ao Exército bósnio-muçulmano, no qual formaram a unidade Al-Mujahid, que teve cerca de 400 integrantes.
Duas décadas depois ainda estão em fase de investigação seus crimes contra civis, como assassinatos, estupros e torturas.
Depois da guerra, a maioria dos voluntários foram embora, mas ficou sua ideologia, que foi divulgada entre a população muçulmana rural, pobre e pouco formada.
Um dos líderes wahhabistas, Hussein Bosnic, conhecido como Bilal, foi condenado em novembro a sete anos de prisão por recrutar combatentes para o EI.
Bosnic, que oficialmente não tem renda, vivia em uma mansão em Buzim (noroeste) com quatro mulheres e 18 filhos, e segundo as forças de segurança bósnia recebia financiamento que vinha do estrangeiro, especialmente das monarquias do Golfo Pérsico.
Desde 2012, quando Hussein Kavazovic substituiu Mustafa Ceric como líder religioso dos muçulmanos bósnios, aconteceu um claro distanciamento dessas correntes, afastadas das posições moderadas majoritárias. EFE
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2015, todos os direitos reservados

Boko Haram mata 14 pessoas no dia de Natal na Nigéria


Reféns do Boko Haram libertados pelo Exército nigeriano em outubro de 2015.


Ao menos 14 pessoas morreram e várias ficaram feridas em um ataque do grupo Boko Haram no dia de Natal contra uma localidade do nordeste da Nigéria, informaram milícias de autodefesa neste sábado.
Os jihadistas entraram na aldeia de Kimba, no estado de Borno, por volta das 22H00 local de sexta-feira e atiraram contra os moradores, antes de atear fogo em suas casas.
"Os agressores mataram 14 pessoas e queimaram a aldeia inteira antes de fugir", disse à AFP Mustapha Karimbe, membro das milícias de autodefesa que apoiam o Exército na luta contra o Boko Haram.
Centenas de moradores de Kimba fugiram para Biu, onde foram levados para um campo de refugiados.
O ataque ocorre poucos dias antes de 31 de dezembro, prazo dado pelo presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, para erradicar o Boko Haram.
Nesta semana, Buhari afirmou que seu governo derrotou "tecnicamente" os jihadistas.
Buhari chegou à presidência em maio passado com a promessa de acabar com o Boko Haram, cuja revolta já deixou mais de 17 mil mortos.

Forças iraquianas se aproximam da vitória sobre o EI em Ramadi

Explosão no bairro de Hoz, em Ramadi, em 27 de dezembro

Explosão no bairro de Hoz, em Ramadi, em 27 de dezembro
Os últimos combatentes do grupo Estado Islâmico (EI) deixaram neste domingo um complexo governamental estratégico de Ramadi, deixando mais próxima a vitória das forças iraquianas sobre os jihadistas nesta grande cidade do oeste de Bagdá.
"Todos os combatentes do Daesh (acrônimo em árabe do EI) partiram. Não há resistência", declarou à AFP o porta-voz das forças de elite antiterroristas, Sabah al-Numan, informando que a região ainda precisa ser limpa das minas e armadilhas explosivas instaladas por militantes do EI antes de sua fuga.
Em várias cidades do país os iraquianos já celebravam o que é considerado como uma vitória sobre o grupo radical.
As forças de elite antiterroristas e as tropas armadas, apoiadas por bombardeios do exército iraquiano e da coalizão comandada pelos Estados Unidos, tinham entrado com relativa facilidade na terça-feira nesta cidade, que caiu nas mãos do EI em maio.
Mas as centenas de armadilhas e artefatos explosivos instalados na cidade, combinados com ataques suicidas e de franco-atiradores, dificultaram a tomada completa da cidade seis dias depois do início da ofensiva.
Ramadi está situada 100 quilômetros a oeste de Bagdá e é a capital de Anbar, a maior província do Iraque, dividindo fronteira com Síria, Jordânia e Arábia Saudita.
Uma vitória nesta cidade pode recuperar a imagem do exército iraquiano, que recebeu muitas críticas depois de perder amplas faixas de território para os jihadistas em junho de 2014.
Embora o governo iraquiano não tenha divulgado um balanço oficial de baixas durante a operação em Ramadi, fontes médicas de Bagdá reportaram que 93 membros das forças iraquianas ficaram feridos e foram hospitalizados apenas neste domingo. Pelo menos cinco membros das forças de segurança morreram desde a sexta-feira, de acordo com várias fontes.
Escudos humanos
Segundo fontes militares iraquianas, mais de meia centena de jihadistas teriam morrido nas últimas 48 horas.
A cifra de combatentes do EI que ainda resistiam na cidade era estimada em várias centenas na sexta-feira, mas dezenas morreram ou fugiram durante a ofensiva.
Antes de partir, eles encheram a cidade com explosivos - estradas, postos abandonados, casas -, o que exigiu a mobilização de especialistas em segurança e retardou o avanço das tropas.
Para escapar em segurança, o EI fez uso, também, de civis presentes na região como escudos humanos, segundo várias testemunhas.
"Os combatentes do Daesh forçaram todas as famílias que moravam perto do complexo a partir com eles para permitir-lhes fugir para a periferia leste de Ramadi", relatou o encarregado do bairro de Jaldiya, Ali Dawood.
Os civis que conseguiram escapar explicaram que restava pouca comida para aqueles que ainda estão presos na cidade.
Dawood acrescentou que centenas de famílias conseguiram chegar a campos de refugiados na província, enquanto outras preferiram ir a Bagdá ou para a região autônoma do Curdistão iraquiano.
Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), os habitantes de Anbar representam um terço dos 3,2 milhões de iraquianos expulsos de seus lares desde junho de 2014.
As forças governamentais suportaram meses de ataques do EI a Ramadi até perdê-la definitivamente em maio de 2015.
A contra-ofensiva, não isenta de disputas em nível político, terminou com relativo sucesso: segundo o ministro da Defesa Khaled al-Obeidi, as forças iraquianas recuperaram metade do território perdido no ano passado.
Já o instituto especializado IHS Jane's, com sede em Londres, estimou na semana passada que o EI tinha perdido este ano 14% do conjunto dos territórios conquistados em 2014 na Síria e no Iraque.

Arquivo do blog