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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Por que as religiões afro-brasileiras são principal alvo de intolerância no Brasil?

Adeptos do candomblé fazem ato contra a intolerância religiosa no Rio de Janeiro em junho do ano passado


Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro (CCIR) mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados no Estado entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas.

Divulgado nesta quinta-feira (21), Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, o documento reacende o debate: por que os adeptos da umbanda e do candomblé, e suas variações, ainda são os mais atacados por conta de sua religião?

O tema ganhou as páginas dos jornais recentemente, em casos como o da menina Kaylane Campos, atingida por uma pedrada na cabeça em junho do ano passado, aos 11 anos, no bairro da Penha, na Zona Norte do Rio, quando voltava para casa de um culto e trajava vestimentas religiosas candomblecistas.

Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília, sem deixar feridos. Na época, a imprensa local já registrara 12 incêndios semelhantes desde o início daquele ano somente no Distrito Federal.

Para eles, há duas explicações. Por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que desde o Brasil colônia rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana; e, pelo outro, a ação de alguns movimentos neopentecostais que nos últimos anos teriam se valido de mitos e preconceitos para "demonizar" e insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.

Relatório e dados

Os entrevistados destacam que, pela primeira vez, a CCIR, criada em 2008, aliou os dados estaduais a números nacionais, informações de outros institutos e relatos de três diferentes pesquisas acadêmicas.

Os dados do Disque 100, criado pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos, apontam 697 casos de intolerância religiosa entre 2011 e dezembro de 2015, a maioria registrada nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. No Estado do Rio, o Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos (Ceplir), criado em 2012, registrou 1.014 casos entre julho de 2012 e agosto de 2015, sendo 71% contra adeptos de religiões de matrizes africanas, 7,7% contra evangélicos, 3,8% contra católicos, 3,8% contra judeus e sem religião e 3,8% de ataques contra a liberdade religiosa de forma geral.

Dentre as pesquisas citadas, um estudo da PUC-Rio sugere que há subnotificação no tema. Foram ouvidas lideranças de 847 terreiros, que revelaram 430 relatos de intolerância, sendo que apenas 160 foram legalizados com notificação. Do total, somente 58 levaram a algum tipo de ação judicial.

O trabalho também aponta que 70% das agressões são verbais e incluem ofensas como "macumbeiro e filho do demônio", mas as manifestações também incluem pichações em muros, postagens na internet e redes sociais, além das mais graves que chegam a invasões de terreiros, furtos, quebra de símbolos sagrados, incêndios e agressões físicas.

Ivanir Costa, babalaô registrado há 35 anos e iniciado na Nigéria há 11 anos, está envolvido com a luta contra a intolerância há mais de duas décadas, e encabeçou a redação do relatório, como presidente da CCIR.

Ele diz que a própria ausência de dados consistentes nacionais, que dialoguem entre si, e a subnotificação dos casos, são indícios de como o tema ainda precisa ser levado mais a sério no Brasil.

"Há alguns avanços isolados em lugares como o Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, mas estamos muito aquém do que precisa ser feito neste setor", diz o religioso, que recebeu em 2014 o Prêmio Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República pelo trabalho na comissão.

Racismo e neopentecostais

Para Francisco Rivas Neto, sacerdote e fundador da Faculdade de Teologia com Ênfase em Religiões Afro-Brasileiras (FTU), baseada em São Paulo e a única reconhecida pelo Ministério da Educação como formadora de bacharéis no tema, é impossível dissociar a intolerância do preconceito contra o africano, o escravo e o negro.

"Os afro-brasileiros são discriminados, preconceituados, para não dizer demonizados, por sermos de uma tradição africana/afrodescendente. Logo, estamos afirmando que o racismo é causa fundamental do preconceito ao candomblé e demais religiões afro-brasileiras", diz.

Já a pesquisadora Denise Pini Fonseca, historiadora, ex-professora da PUC-Rio e coautora do estudo que visitou os mais de 800 terreiros fluminenses, acredita que a origem da intolerância esteja muito mais conectada à crescente influência de alguns grupos neopentecostais no país.

"É claro que o racismo tem influência, mas acredito que é muito mais forte o discurso de alguns movimentos neopentecostais que são na realidade um projeto teo-político que se apropria de símbolos muito poderosos para atingir seus interesses, e que elegeram as religiões de matrizes africanas como alvo", diz.

João Luiz Carneiro, doutor em ciências da religião pela PUC-SP, especialista em teologia afro-brasileira pela FTU e autor do livro Religiões Afro-brasileiras: Uma construção teológica (Editora Vozes), defende que os dois fatores estariam completamente conectados.
"A ligação entre esses dois fatores está muito bem resolvida na academia. As razões profundas na questão racial e o discurso neopentecostal que reforça no imaginário popular que é o macumbeiro, o sujo, o que faz o mal", indica.
Para ele, é nítido o processo em que boa parte do que é produzido pelo negro brasileiro é desumanizado, desvalorizado ou considerado estranho, exótico, folclórico, e a ascensão do discurso de alguns neo-pentecostais que estimula a visão da religião africana como ligada ao culto ao demônio, diabo, satanás, rituais satânicos, macumba ou que fazem o mal.

Casos de intolerância

Luiz Fernando Barros, de 52 anos, já experimentou diversos exemplos de intolerância ao longo dos 37 anos em que atua como religioso da umbanda.

"Já coloquei minha roupa branca religiosa no trabalho e vi que as pessoas queriam caçoar, fazer pouco dos meus valores espirituais. Temos filhos que frequentam escola pública e não podem usar as contas (colares religiosos). Já tive estátuas quebradas no meu templo, tentativas de invasão. Uma irmã nossa foi demitida de um hotel na Zona Sul do Rio quando a gerente descobriu que ela era de umbanda. Não foi o argumento oficial, mas ficou nítido para ela", conta.

Ele foi um dos vários pais de santo em reportagem publicada no ano passado que se viu forçado a aumentar a segurança de seus terreiro após repetidas invasões. Um deles, Pai Costa, de 63 anos e há 45 atuando como líder religioso, já tinha sofrido três invasões na época e teve de gastar R$ 4.500,00 em sistemas de vigilância.

Outro exemplo é o de Pai Márcio de Jangun, babalorixá, advogado e escritor iniciado há 36 anos no candomblé e com terreiro aberto há 15 anos. Ele diz que a intolerância pode ser sutil e parte do cotidiano, o que também configura discriminação e crime, apesar de não envolver violência física.

"Já me recusaram vender flores quando perceberam que seriam usadas em terreiro de candomblé. No transporte público, a pessoa se levanta por não querer ficar sentada do seu lado, se benze. É algo que infelizmente faz parte do cotidiano e que os praticantes de religiões africanas lidam todos os dias no Brasil", diz.

No relatório da CCIR há casos como a invasão e depredação do centro de umbanda "A Caminho da Paz", no Cachambi, na Zona Norte do Rio, em fevereiro de 2015, assim como incêndios e destruição de estátuas no Distrito Federal.
Também são documentados xingamentos contra crianças judaicas num clube de elite da Zona Sul do Rio, na Lagoa, durante as Mascabadas, olimpíadas de colégios judaicos de todo o país, e o ataque a uma professora de teatro que recebeu uma pedrada na perna aos gritos de "muçulmana maldita" uma semana após os atentados à sede da revista Charlie Hebdo, em Paris, no início do ano passado.

Papel do Estado

Um dos objetivos de aumentar o escopo do relatório da CCIR é chamar a atenção para o problema e nacionalizar o debate, além de pressionar Estados e o governo federal para a implementação de políticas públicas mais efetivas. Outra meta é cobrar a execução da legislação já existente, que tipifica o crime de intolerância religiosa.

No Rio de Janeiro, apesar de alguns avanços pontuais, os especialistas cobram a implementação de uma delegacia especializada, aprovada por lei em 2011 mas ainda sem previsão para sair do papel. São Paulo e Distrito Federal já criaram tais espaços.

o governo fluminense confirmou que "não há previsão para a criação" da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância como determinou a Lei Estadual 5931, aprovada em 25 de março de 2011. O governo ressaltou, no entanto, papel pioneiro com a criação do Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos, em 2012, e disse que todas as delegacias de polícia do Estado estão aptas a registrarem casos de intolerância religiosa.

Na visão dos especialistas, este é justamente um dos principais problemas. "Quando a pessoa vai a uma delegacia, o policial registra a queixa como briga de vizinho, rixa, ameaça. Falha ao não aplicar a lei de intolerância religiosa, que prevê a tipificação penal adequada", diz o professor André Chevarese, do Instituto de História da UFRJ, que coordena o Laboratório de História das Experiências Religiosas.

"Além disso, juízes tendem a ser condescendentes, não punem da forma adequada. O Estado falha ainda ao não educar melhor, não incluir mais o ensino sobre África, sobre religiões de matrizes africanas, sobre a importância das culturas africanas para a construção do país", diz.

Ivanir Costa, da CCIR, diz que ao longo do tempo já presenciou a entrega de documentos às mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, e que ouviu promessas, mas até agora falta vontade política para implementar medidas nacionais mais eficientes, a exemplo do que foi colocado em prática na questão da violência contra a mulher.

"Não temos órgãos que acolham denúncias e orientem vítimas em todos os Estados. Não temos uma base de dados nacional, os números são muito discrepantes ao redor do país. Há pouquíssimas delegacias. Delegados, policiais e juízes descumprem a lei. É um cenário muito incipiente ainda", avalia.



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México e países da América Central aprovam plano para transportar cubanos

Imigrantes cubanos em abrigo na Costa Rica tentando chegar aos EUA

  Imigrantes cubanos em abrigo na Costa Rica tentando chegar aos EUA


O México e países da América Central aprovaram um plano para realizar mais voos que possam permitir a milhares de cubanos que estão na Costa Rica seguir viagem até os Estados Unidos.
Durante o encontro entre os governos da região, na Guatemala, na quarta-feira (20), foi considerada um "sucesso" a primeira viagem teste feita na semana passada, quando 180 cubanos voaram para El Salvador e de lá pegaram um ônibus para o México, onde receberam vistos de trânsito para seguirem até a fronteira com os EUA.
"Isso nos permite passar para a segunda fase, com dois voos semanais por meio da mesma rota", disse Manuel González, ministro das Relações Exteriores da Costa Rica.
As autoridades, que não especificaram quantas pessoas embarcariam em cada voo, planejam dar prioridade a mulheres grávidas, crianças e famílias entre os 7.800 mil cubanos que se encontram na Costa Rica desde meados de novembro, quando a Nicarágua fechou sua fronteira.
Milhares de cubanos têm se direcionado a países da América Central como via de acesso para tentar alcançar os EUA, motivados por temores de que a recente distensão nas relações entre Havana e Washington leve ao fim dos privilégios para cubanos que buscam asilo nos EUA, que permitem a eles entrarem no país por terra sem visto. Os que tentam entrar pelo mar são deportados.

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PM da Bahia contará com novas viaturas a partir de fevereiro de 2016

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 A partir de fevereiro, a Polícia Militar da Bahia (PM-BA) passará a contar com novas viaturas. Os novos veículos, da marca Hilux, estarão disponíveis paras as guarnições das companhias independentes e de rondas especiais em todo o estado.

 

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Viatura da PM invade residência durante perseguição policial

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Uma viatura da polícia militar de Barreiras acabou se envolvendo em um acidente na tarde de ontem, 05, durante uma perseguição policial a uma motocicleta no bairro Barreirinhas, município de Barreiras, Oeste das Bahia.

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Segundo informações policiais, eles estavam em perseguição a uma dupla que estava em atitude suspeita a bordo de uma moto quando o veículo apresentou um problema mecânico e o PM que estava dirigindo a viatura 3.0402 perdeu o controle e colidiu contra a parede de uma residência.
Apesar dos danos materiais, nenhum policial ficou ferido. A dupla conseguiu fugir.

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Ministério Público move ação contra presídio por falta de condições sanitárias

Ministério Público move ação contra presídio por falta de condições sanitárias

O Governo do Estado e a empresa responsável pela cozinha do presídio de Paulo Afonso, no norte da Bahia, foram acionados pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), alegando falta de condições sanitárias no local. O MP-BA deu o prazo de 90 dias aos acionados, para que eles criem um plano de ação para que as irregularidades sejam solucionadas.
O promotor de Justiça Marco Aurélio Nascimento Amado criou ação com base no relatório de inspeção expedido pela Vigilância Sanitária do Município. O documento com imagens da cozinha denunciada não foram divulgadas pela Secretaria de Saúde. Segundo a promotoria, o ambiente não possuia local adequado para armazenamento de material de limpeza e acessórios, além de produtos de hortifrúti. Além disso, a cozinha não apresentava pias específicas para preparação de refeições e tábuas de material de fácil higienização para cortes de carnes.
A Vigilância também registrou produtos descongelados de forma incorreta, como carnes e outros produtos encontrados sem identificação do fabricante, data de fabricação e peso.


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Empresário é atingido por cinco tiros ao sair de academia em Feira de Santana

Empresário é atingido por cinco tiros ao sair de academia em Feira de Santana
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O empresário Ricardo Peixoto Silva, 35 anos, foi atingido por cinco tiros após ser surpreendido por dois homens ao sair de uma academia, na Avenida Nóide Cerqueira, na cidade de Feira de Santana, a 108km de Salvador. De acordo com informações da Polícia Civil, o crime aconteceu na noite da última quarta-feira (13) e ainda está sendo investigado.
Ainda não é possível afirmar se houve uma tentativa de homicídio ou de latrocínio (roubo seguido de morte). O carro da vitima e a academia passam por pericias e as imagens das câmeras de segurança serão analisadas, segundo publicação do Acorda Cidade.
Ricardo segue internaod no Hospital Emec, para onde foi socorrido. O estado de saúde dele ainda não foi divulgado.

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Curso de medicina da Bahia tem nota de corte mais alta no Sisu 2016

Curso de medicina da Bahia tem nota de corte mais alta no Sisu 2016

A última atualização de dados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2016, mostrou nota de corte como a mais alta no curso de medicina na Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB). O resultado divulgado à 0h, desta quinta-feira (14), é provisório e será o último liberado pelo Ministério da Educação (MEC) antes de encerrar as inscrições na edição do primeiro semestre de 2016 do Sisu.
Das 10 maiores notas de corte provisórias das instituições, quatro são do Nordeste do país. A Universidade Federal do Oeste da Bahia está em primeiro lugar com 889,55 pontos, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte ocupa a segunda posição com 881,4 pontos, a Universidade Federal de Pernambuco, campus Caruaru está em oitavo lugar com 812,86 pontos e a Universidade Federal de Alagoas, campus Arapiraca em nono com 810,68 pontos.
A média da nota de corte subiu 0,3% entre quarta (13) e quinta-feira (14), ou seja, foi de 785,9 para 787,9 pontos, considerando todos os 83 cursos de medicina. Ainda durante o dia, os especialistas dizem que, as notas de corte ainda devem sofrer alterações, sendo maiores que as divulgadas na última parcial.


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Municípios baianos perderam 13% do FPM



Os municípios baianos receberam R$ 35,9 milhões a menos na primeira parcela do FPM, Fundo de Participação dos Municípios. A redução, na comparação com o mesmo período de 2015, foi em torno de 13%. De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios, localidades como Itabuna, Ilhéus, Vitória da Conquista e Feira de Santana receberam em média R$ 387 mil a menos em relação à primeira parcela do ano passado. Esse valor foi perdido por 9 municípios baianos. Dos 417, 88 municípios receberam em média R$ 70 mil a menos na primeira parcela do FPM deste mês. 73 municípios perderam em média R$ 35 mil e 60, R$ 47 mil a menos. Os dados da CNM indicam ainda que 59 municípios perderam cada um R$ 48 mil e outros 40 receberam menos R$ 82 mil. Os demais municípios baianos receberam a menos entre R$ 94 mil e R$ 375 mil.



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Policiais civis de Ilhéus entregam armas como forma de protesto



A partir de hoje (20), os policiais civis da Bahia farão paralisação de 72h. Às 9h desta quarta uma reunião está marcada. Nela, os policiais vão entregar as armas e a carteira funcional como forma de protesto. A greve deve seguir até a próxima sexta-feira (22). A volta ao trabalho da categoria está marcada para o sábado (23). A categoria está reivindicando a reestruturação salarial com igualdade entre os cargos da Polícia Civil baseada na atividade de investigação criminal; promoções; reconhecimento do laudo de papiloscopia pelo perito técnico conforme Lei Orgânica da Polícia Civil; reforma e construção de unidades policiais para atendimento à sociedade e a categoria; nomeação, posse e designação dos concursados de 1997, 2013 e 2014; valor da escala extra de Carnaval; entre outras.



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Mais de 15 praias estão impróprias para banho; Porto da Barra está na lista





Das 37 praias avaliadas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), nas cidades de Salvador e Lauro de Freitas, 16 estão impróprias para o banho. Segundo o órgão, uma das praias é a do Porto da Barra, um dos cartões postais de Salvador. Os banhistas também devem evitar as praias de Periperi (na saída de acesso à praia), Penha (situada em frente à barraca do Valença), Bogari (em frente ao Colégio da PM), Pedra Furada (atrás do Hospital Sagrada Família), Roma (rua Prof. Roberto Correia), Canta Galo(rua Agrário Menezes), Porto da Barra (Av. Sete de Setembro), Rio Vermelho (em frente à Rua Bartolomeu de Gusmão), Amaralina (no fundo da Escola Cupertino de Lacerda e em frente à rua do Balneário),Pituba (rua Paraíba e atrás da Praça), Armação (em frente ao Hotel Alah Mar), Boca do Rio (em frente ao posto Salva Vidas), Corsário (em frente ao Posto Salva Vidas) e Buraquinho (200 m da foz do rio Joanes).
Ainda de acordo com o órgão, “a praia é considerada imprópria quando mais de 20% das amostras coletadas em cinco semanas consecutivas, apresentar resultado superior a 1.000 coliformes fecais ou 800 Escherichia coli, ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2500 coliformes termotolerantes ou 2000 Escherichia coli ou 400 enterococos por 100 ml de água”. Além disso, no período de chuvas, as praias podem ser contaminadas por arraste de detritos diversos, carregados das ruas através das galerias pluviais, podendo causar doenças.


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