
quinta-feira, 17 de março de 2016
Dólar desaba 2% e volta a R$3,65 com grampo de Lula e Dilma

O dólar desabava 2% e voltava a 3,65 reais nesta quinta-feira, reagindo ao agravamento da crise política após a divulgação de conversa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff pela qual ela diz a ele que use o termo de posse como ministro-chefe da Casa Civil "em caso de necessidade".
Às 9h10, o dólar recuava 2,00%, a 3,6644 reais na venda, após cair 0,64% na sessão passada.
Nesta manhã, o Banco Central fará mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em abril, que equivalem a 10,092 bilhões de dólares, com oferta de até 9,6 mil contratos.
Veja o que o mundo está falando sobre o grampo de Lula agora

No dia seguinte após a divulgação de conversas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a presidente Dilma Rousseff, os principais jornais do mundo mostram os protestos que aconteceram em diversas cidades brasileiras e comentam as gravações.
Para o The Guardian, as revelações de ontem foram "explosivas" e se refere ao apontamento de Lula como ministro da Casa Civil como "controverso". Sobre as manifestações, o jornal comenta que os fatos "intensificam a polarização política no país".
A matéria ainda conta com uma tradução da transcrição da conversa entre Lula e Dilma. Nela, "Querida" foi traduzido como "my love":
The Guardian / Reprodução
No site da BBC, há o destaque para matérias explicando as investigações da Lava Jato e para a atual crise política. O texto fala que o papel do ex-presidente como ministro será liderar movimento contra o impeachment de Dilma no Congresso e que a própria presidente espera que Lula dê "um pontapé" nos ajustes para a recuperação econômica.
Divulgação de áudios é correta, mas questionável, diz Mendes

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou na manhã desta quinta-feira, 17, em entrevista à Rádio Estadão, que a divulgação dos grampos dos diálogos do agora ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva, incluindo uma conversa com a presidente Dilma Rousseff, ocorreu de forma correta porque partiu de um despacho do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato. Contudo, Mendes reconheceu que a divulgação pode ser questionada.
Na avaliação do ministro do Supremo, o que tem de se discutir agora é o conteúdo das gravações telefônicas. O diálogo que causou maior impacto foi entre Lula e Dilma, sugerindo que a nomeação do novo ministro-chefe da Casa Civil pode ser uma manobra política para evitar a prisão do petista. Para Gilmar Mendes, "o conteúdo é extremamente grave e sugere o propósito de interferir no funcionamento das instituições".
Na entrevista, o ministro do STF disse que não sabe o que Lula espera dessa corte, mas acredita que o tribunal está cumprindo bem o seu papel, argumentando que isso fica claro com o conteúdo de uma das gravações em que o ex-presidente da República critica o comportamento do Judiciário.
"Os dados revelados mostram que as tentativas de influenciar (a Justiça) foram fracassadas e não exitosas, o que é positivo para as instituições. As reclamações (de Lula) indicam que o tribunal vem cumprindo bem o seu papel e não se tornou uma corte bolivariana", exemplificou.
Gilmar Mendes avalia que a Procuradoria Geral da República (PGR) terá um papel muito importante neste episódio, pois as gravações evidenciam a tentativa de Lula buscar o foro privilegiado para fugir do ele chama de "República de Curitiba". "Janot (Rodrigo Janot, procurador-geral da República) terá de dar uma resposta a isso."
A exemplo da avaliação feita esta semana, também em entrevista à Rádio Estadão, pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello, de que o Supremo não seria benevolente com Lula, Gilmar Mendes também acredita que não haverá benevolências ao novo ministro da Casa Civil. "Já tivemos o mensalão e a postura do tribunal foi exemplar, não espero que haja qualquer medida de benevolência."
Ao citar o mensalão, Mendes disse que neste escândalo havia um sujeito oculto (em relação ao chefe de todo o esquema).
"Aqui (numa referência ao escândalo do petrolão) ocorre uma ironia que na psiquiatria diz que o criminoso volta ao lugar do crime. E cita que na delação do senador Delcídio Amaral é imputada a Lula a responsabilidade da articulação desses dois esquemas.
"A corrupção (no governo petista) não foi tópica, não foi acidental, foi um método de governança", emendou.
Planalto divulga termo de posse enviado a Lula por Dilma

O Palácio do Planalto divulgou há pouco o termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo de ministro chefe da Casa Civil, que foi enviado pela presidente Dilma Rousseff para que o seu antecessor o assinasse.
O documento foi o tema central da ligação entre Dilma e Lula divulgada nesta tarde, que mostra que a presidente teria encaminhado a Lula, por meio de Jorge Araújo Messias.
"Seguinte, eu tô mandando o 'Bessias' junto com o papel pra gente ter ele e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?", disse a presidente na ligação. A orientação foi interpretada como uma possível blindagem do ex-presidente em caso de prisão.
O termo destaca ainda que Lula foi nomeado por decreto na data de hoje, em edição extra do Diário Oficial, "tendo sido prestado o compromisso de exatidão no cumprimento dos deveres, bem como estrita observância às normas vigentes do Código de Conduta da Alta Administração Federal".
O termo de posse já possui a assinatura de Lula, mas não tem a rubrica da presidente e tem a data em branco. Em nota, o Planalto diz que a divulgação do documento é "para conhecimento público" e informa que ele se encontra em poder da Casa Civil.
"Esse termo foi objeto do telefonema mantido entre o ex-Presidente Lula e a Presidenta Dilma Rousseff, sendo, no dia de hoje, divulgado, ilegalmente, por decisão da Justiça Federal do Paraná", diz o texto.
Segundo a secretaria de imprensa, a presidente assinará o documento amanhã em solenidade pública de posse, "estando presente ou não o ex-presidente Lula".
O Planalto explica ainda que a transmissão de cargo entre o ministro Jaques Wagner e Lula foi marcada para a próxima terça-feira e que se trataria "de momento distinto da posse".
A explicação acontece depois de informações de que a posse de Lula teria sido antecipada para amanhã, em razão da divulgação das conversas de Lula com a presidente Dilma Rousseff.
Inicialmente, segundo fontes do Planalto, a posse de Lula estava agendada para a próxima terça-feira. Interlocutores da presidente diziam ao longo do dia que seria difícil juntar as cerimônias já que não haveria tempo hábil para convidar autoridades para amanhã.
Além disso, um ofício interno do Planalto, obtido pelo Estado, confirma que só estava prevista para amanhã a cerimônia de posse do ministro da Justiça, Eugênio Aragão, o que mostra que a justificativa de Dilma para a entrega do termo de posse assinado a Lula não tem relação com o evento programado para amanhã.
A tese levantada pelo Planalto também pode ser contestada por conta das manifestações do próprio presidente do PT, Rui Falcão, que usou as redes sociais para dizer que a posse do ex-presidente seria no próximo dia 22. "Terça-feira é posse de Lula, o ministro da Esperança!", tuitou Falcão.
A nota divulgada agora à noite diz ainda que no diálogo entre Dilma e Lula a expressão "pra gente ter ele" usada por Dilma significa "o governo ter o termo de posse". "Assim, o diálogo foi realizado com base nos princípios republicanos e dentro da estrita legalidade", diz texto. .
Em nota divulgada mais cedo, a secretaria de imprensa da Presidência justificou que o documento foi feito para o caso da ausência de Lula no evento. "Uma vez que o novo ministro, Luiz Inácio Lula da Silva, não sabia ainda se compareceria à cerimônia de posse coletiva, a Presidenta da República encaminhou para sua assinatura o devido termo de posse. Este só seria utilizado caso confirmada a ausência do ministro", explica a nota.
Confisco da poupança de Collor completa 26 anos hoje

Há 26 anos era anunciado o confisco do dinheiro depositado nas cadernetas de poupança. A medida fazia parte do pacote econômico editado pelo presidente Fernando Collor de Mello no dia seguinte de sua posse.
Foi decretado feriado bancário de três dias. O clima era de perplexidade. Ninguém esperava por medidas tão radicais, sobretudo o bloqueio do dinheiro.
Quando os bancos voltaram a funcionar, a população fazia fila nas portas das agências, que não tinham dinheiro disponível para cobrir os saques dos clientes. Como consequência, as vendas no comércio caíram drasticamente.
Os saques nas cadernetas ou na conta-corrente foram limitados a 50 mil cruzados novos. O pacote determinava o bloqueio por 18 meses com correção e juros de seis por cento ao ano.
O chamado Plano Collor Um foi elaborado pela equipe chefiada pela ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello, que incluía o secretário do Planejamento, Antônio Kandir, o e presidente do Banco Central, Ibrahim Eris. Eles previram um congelamento de recurso equivalente a 30% do Produto Interno Bruto.
Esse era o quarto plano econômico que os brasileiros enfrentavam em cinco anos. Os anteriores ocorreram no governo José Sarney, como o plano Cruzado de 1986, o Bresser, de 87 e o Verão, de 89. Todos fracassaram na tentativa de controlar a inflação.
Antes do Plano Collor Um o país estava mergulhado na hiperinflação. Os supermercados remarcavam os preços até de madrugada. O valor dos produtos quase dobrava de um mês para o outro.
Entre as medidas contidas no pacote, estavam um novo controle de preços e de salários, e aumento das tarifas de energia elétrica, telefone e transportes urbanos. O plano também extinguiu empresas estatais como a Portobras, a Siderbrás, a EBTU e a Embrafilme.
Foi determinado ainda um forte ajuste fiscal, com aumento da tributação, fim de incentivos e subsídios, além da demissão de cerca de cem mil servidores públicos.
O arrocho da política econômica mergulhou o país numa recessão histórica e o presidente Collor teve que rever as medidas com a liberação do dinheiro retido nos bancos; e a inflação voltou a explodir.
A economia brasileira só seria estabilizada em 1994 com o lançamento do Plano Real. O Plano Collor foi esquecido mas o confisco da poupança está até hoje na memória dos brasileiros.
Dilma reúne ministros e servidor que levaria posse a Lula

A divulgação do áudio da ligação entre a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pegou de surpresa e deixou atônito o Palácio do Planalto, levando a presidente a chamar seus ministros mais próximos e sua assessoria jurídica ao Palácio do Alvorada para avaliar a situação.
A nomeação do ex-presidente para a Casa Civil, acertada em duas longas reuniões na terça e na quarta-feira, era tratado no Palácio do Planalto como a possibilidade de uma grande virada no governo, apesar de enfraquecer a presidente, comentaram à Reuters duas fontes palacianas.
A avaliação era de que haveria um desgaste político, mas que seria superado pela atuação de Lula no governo. Agora, o Planalto ainda está tentando avaliar o estrago que a divulgação da gravação irá causar na ação política.
Logo depois de Lula aceitar assumir a Casa Civil, em reunião com Dilma no Alvorada, a presidente reuniu ministros petistas no Palácio do Planalto e o clima era de alívio, disse uma das fontes.
Após a divulgação de nota confirmando a nomeação, a presidente decidiu dar uma entrevista para refutar boatos de que haveria uma mudança da política econômica, com afrouxamento fiscal, e negar que uma das razões para a nomeação de Lula seria dar foro privilegiado ao ex-presidente.
“Por trás de uma afirmação dessa, tem, sobretudo, uma suspeita do Supremo Tribunal Federal. Ou seja, o Supremo Tribunal Federal não é uma Justiça que pode punir, que pode investigar, mandar investigar e absolver? É. É uma Justiça até, é a maior, é a Suprema Corte do país. Então, por trás dessa afirmação de que seria 'se esconder', estaria uma desconfiança da Suprema Corte do País? É isso que as oposições querem colocar? Por quê?”, disse a presidente a jornalistas.
“A troco de que eu vou achar que a investigação do juiz Sérgio Moro é melhor do que a investigação do Supremo? Isso é uma inversão de hierarquia, me desculpa, eu não posso acrescentar mais nada a uma resposta dessas.”
A gravação foi feita nesta quarta-feira, pouco depois das 13h. No início da noite saiu uma edição extra do Diário Oficial da União com a nomeação de Lula.
O Planalto questiona a legalidade da gravação da conversa da presidente, que tem foro privilegiado, mesmo que tenha sido feita através de um grampo contra Lula.
A primeira medida da presidente foi chamar ao Alvorada o ministro da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, e Jorge Messias, assessor jurídico da Casa Civil – o “Bessias” citado por Dilma na gravação.
Eram 20h23 quando o Palácio do Planalto divulgou uma nota oficial afirmando que Dilma enviou o termo de posse para Lula assinar porque não estava prevista a presença dele na posse, nesta quinta-feira.
Contudo, a cerimônia estava marcada inicialmente para a próxima terça-feira, dia 22 – o presidente do PT, Rui Falcão, havia publicado a data no Twitter logo depois de encerrada a reunião entre Lula e Dilma no Alvorada, e fontes do Planalto já falavam nesta data. Estava previsto ainda que o ex-presidente voltasse a Brasília na segunda-feira.
Enquanto servidores circulavam atônitos pelos corredores do Planalto, milhares de pessoas se concentravam em frente do prédio, fechando a Esplanada dos Ministérios.
A manifestação, que havia sido chamada pelo Movimento Brasil Livre para o final da tarde em protesto pela nomeação de Lula para a Casa Civil, cresceu exponencialmente depois da divulgação dos áudios.
A segurança do Palácio do Planalto fechou as cortinas do quarto andar e proibiu as pessoas de “espiarem a manifestação”. O Salão Nobre, no segundo andar, foi fechado para passagem.
Nos Palácios do Alvorada e do Jaburu – residência da vice-Presidência – o acesso foi fechado, inclusive com reforço de veículos blindados da Polícia Militar.
PF gravou Lula e Dilma após Moro suspender grampo

A gravação de uma conversa entre a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva, foi feita pela Polícia Federal após o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, determinar que a Polícia Federal parasse de interceptar as conversas telefônicas do ex-presidente.
No áudio, Dilma diz a Lula que enviará a ele um emissário que lhe entregará o termo de posse dele como ministro da Casa Civil para que ele o usasse "em caso de necessidade".
Lula é investigado pela operação Lava Jato e, com sua ida ao ministério, anunciada nesta quarta-feira, fica fora do alcance de Moro e passa a ter foro privilegiado junto ao Supremo Tribunal Federal.
Às 11h13 desta quarta foi incluído no processo de quebra de sigilo telefônico a decisão de Moro para que a Polícia Federal interrompesse as interceptações telefônicas do ex-presidente.
Na decisão, Moro argumenta não ver mais razão para a continuidade das interceptações e determina o fim delas, mandando, ainda, que a PF seja comunicada "com urgência, inclusive por telefone".
Também em documento anexado ao processo, a equipe de análise da Lava Jato na Polícia Federal informa que a interceptação da conversa entre Lula e Dilma foi feita às 13h32 desta quarta-feira, portanto após a determinação de Moro para que as interceptações tivessem fim.
A divulgação do áudio da conversa entre Lula e a presidente agravou ainda mais a já frágil situação do governo Dilma, que enfrenta um pedido de abertura de processo de impeachment, pedidos de cassação de sua chapa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e protestos nas ruas por sua renúncia
JBS tem prejuízo de R$ 275,1 mi no 4º trimestre
A companhia de alimentos JBS teve prejuízo líquido de 275,1 milhões de reais, ante lucro líquido de 618,8 milhões de reais um ano antes, em meio a um forte aumento das despesas financeiras, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira.
No ano, a companhia teve lucro líquido de 4,6 bilhões de reais, alta de 127,9 por cento sobre o resultado em 2014, quando foi 2,036 bilhões de reais.
As despesas financeiras líquidas totalizaram 1,737 bilhão de reais, incluindo despesas relacionas a proteção de variação de moedas, no total de 1,336 bilhão reais no trimestre.
A receita líquida no trimestre cresceu 37,5 por cento na comparação com 2014 e encerrou dezembro em 47,161 bilhões de reais. Na comparação com o terceiro trimestre, a receita cresceu 9,6 por cento.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização na sigla em inglês) ajustado entre outubro e dezembro foi de 3,131 bilhões de reais, queda anual de 4,8 por cento.
A média de estimativas de analistas obtidas pela Reuters apontava receita de 47,593 bilhões de reais e Ebitda de 3,349 bilhões.
Entre as prioridades da JBS em 2016 estão o crescimento orgânico e a "excelência operacional", que também citou a geração de caixa livre e redução da alavancagem.
PM usa gás lacrimogêneo em ato em frente a prédio de Lula

Logo após a Polícia Militar (PM) colocar um cordão de isolamento em frente ao prédio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, os ânimos de manifestantes pró e contra o ex-presidente se exaltaram e houve confusão entre os grupos. A PM precisou utilizar bombas de gás lacrimogêneo.
Antes do enfrentamento, os manifestantes estavam trocando apenas palavras de ordem, como "Fora, ladrão" e "Não fui pago para estar aqui".
Os militantes a favor de Lula são, em sua maioria, filiados ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Já os contrários ao ex-presidente são moradores locais e curiosos que estavam passando pela rua, que está totalmente fechada.
Há pouco, a Polícia Civil de São Bernardo também ameaçou estourar bombas contra os manifestantes. Lula ainda não chegou a seu apartamento.
Não há informações se ele realmente irá para São Bernardo, já que a posse como chefe da Casa Civil foi adiada para amanhã.
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